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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O cuspe caiu no meio da testa




"Não quero Fernando Bezerra Coelho no meu palanque", deputado federal Gonzaga Patriota nas eleiçoes municipais de 2008.




"Fui adversário do ministro, mas sempre subimos no mesmo palanque. Foi assim em Petrolina e fora de Petrolina. Agora não será diferente. Se Deus quiser, vamos trabalhar juntos para eleger Fernandinho”. deputado federal Gonzaga Patriota em 2012

 Josélia Maria


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Gonzaga Patriota defende a aprovação da PEC 300


O Deputado federal GONZAGA PATRIOTA cobrou, no dia (07),  a inclusão na pauta da Casa da PEC 300, que cria um piso nacional para policiais e bombeiros militares. A matéria, que precisa ser votada em segundo turno, é considerada essencial para evitar que a greve de policiais que leva caos a Bahia, com o registro de mais de 150 assassinatos, se espalhe por todo o país.

“Se na Bahia é grave, imagine se outros Estados também aderirem. É preciso ter a sensibilidade e humildade para discutir algo que é da maior importância para restabelecer a paz. E nesse ponto a PEC 300 é fundamental”.

PATRIOTA rebate ainda os argumentos do Presidente da Câmara, Marco Maia (PT), que não quer colocar a PEC 300 na pauta, sob a alegação de que a proposta trará impacto brutal nas contas do país e dos Estados. Para o petista, essa é uma competência dos Estados e, por isso, o debate sobre o assunto não poderia ser transferido para o Congresso Nacional.

“Não é possível segurar a votação da matéria por meio de falácias. Em primeiro lugar, a PEC não estabelece o valor do piso. O Executivo terá um prazo de 180 dias, após a aprovação da proposta, para enviar ao Congresso um projeto com os valores. Além disso, haverá a criação de um fundo contábil, com recursos federais, para auxiliar os Estados que não tiverem condições de arcar com os pagamentos”, explica o líder da Bancada do Nordeste.

GONZAGA PATRIOTA destaca também que o Congresso, formado por representantes de todo o país, não será irresponsável ao ponto de aprovar uma proposta que quebre os Estados. “É uma questão de negociação e o Legislativo é o palco ideal para esse debate. O fato é que precisamos aprovar um salário nacional que dê dignidade  aos policiais e bombeiros. A realidade dos atuais salários dos policiais militares em todo o país é uma vergonha”, concluiu.






Aline Benevides 
Assessoria de Comunicação - Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB/PE

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

artigo informativo elaborado pelo deputado federal Gonzaga Patriota


Desenvolvimento sustentável do Brasil impressiona parlamento


Na abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, a Presidenta da República, Dilma Rousseff, representada pela Ministra da Casa Civil, Gleisi Helena Hoffmann, agradeceu a relação entre os Poderes Executivo e Legislativo em 2011 e disse que o Brasil se orgulha muito de seu parlamento, que sempre  esteve em debate com temas estratégicos para o país e para a população. Esse mesmo Congresso atuou de forma crítica e independente, mas colaborativa – e acima das divergências partidárias, para oferecer a melhor solução legislativa aos desafios do processo de desenvolvimento do país. Na ocasião, foi apresentada aos congressistas uma prestação de contas das principais iniciativas do Poder Executivo, em 2011, e as expectativas para 2012.

 Dilma Rousseff reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável do Brasil, mostrando que enquanto as grandes potências mundiais cresceram pouco, ou em alguns casos, até retrocederam, nosso país manteve-se em alta, com uma inflação controlada, juros descendentes, aumentando assim suas reservas internacionais e gerando quase dois milhões de empregos. O segundo melhor resultado da história do país.

 A Presidenta disse que esses resultados são expressão do novo modelo de desenvolvimento que está sendo consolidando, centrado no fortalecimento do mercado interno, na geração de emprego, distribuição de renda e investimentos. Com responsabilidade fiscal e monetária e, pela adoção de uma combinação de políticas macroeconômicas para manter o crescimento vigoroso e continuado e ainda garantir a transformação do Brasil em um país de classe média.

Ainda de acordo com a Presidenta Dilma, essas ações estão creditando o Brasil a contar com o reconhecimento internacional e, principalmente, com a confiança crescente dos brasileiros. Dilma falou também que nossa economia apresenta fundamentos sólidos, por possuir instrumentos para manter uma trajetória de crescimento sustentável, sem desequilíbrios fiscais inflacionários ou externos, e que mais da metade da população brasileira já pertence aos estratos médios de renda e que o motor desse crescimento tem sido, e continuará sendo, o fortalecimento do mercado interno e o combate à pobreza.

Reafirmou a Presidenta do Brasil o seu compromisso com a erradicação da extrema pobreza e, para alcançar este objetivo, lançou o Programa Brasil Sem Miséria, que mobiliza instrumentos e parcerias para tirar 16 milhões de brasileiras e brasileiros nordestinos dessa situação.

Reconheceu Dilma Rousseff que a mobilização de Estados e Municípios foi fundamental para o alcance desses resultados, bem como os pactos firmados com Governadores e Prefeitos municipais foram importantíssimos, principalmente na integração de programas como o Bolsa Família e outros que transferem renda em várias unidades da federação, para complementação do valor dos benefícios financeiros concedidos às famílias pobres do país.

Ela mostrou o crescimento do Brasil em todos os setores. Na saúde, programas como “Saúde não tem Preço”, que até dezembro já havia distribuído, gratuitamente, remédios para 2,7 milhões de pacientes em tratamento da hipertensão e para quase um milhão em tratamento de diabetes, nas mais de 20 mil unidades do ‘Aqui tem Farmácia Popular’, dentre muitos outros. Na área da Educação, Dilma mostrou que o país já assegurou acesso ao ensino de qualidade para todos, da creche à pós-graduação, como um dos eixos do projeto de desenvolvimento que os brasileiros desejam. A expansão da rede federal de ensino superior e tecnológico, que prevê, até 2014, a criação de mais 208 unidades de educação profissional e tecnológica e quatro novas universidades federais, além de 47 campi universitários. Em 2012, 88 unidades de educação profissional e tecnológica e 20 campi universitários serão concluídos.

O Brasil profissionalizou e capacitou em 2011 mais de 500 mil jovens e trabalhadores para ocuparem os bons empregos que estão sendo criados com o crescimento econômico do país e, para 2012, somente na modalidade de Bolsa Formação, oferecida pelas redes públicas e pelas escolas do “Sistema S”, serão ofertadas 550 mil vagas em curso de formação inicial e continuada, e 130 mil vagas em cursos técnicos para estudantes do ensino médio, trabalhadores reincidentes no seguro-desemprego e pessoas beneficiadas pelos programas de inclusão produtiva, com investimentos na ordem de R$ 7,6 bilhões, até 2014, em ações de apoio e estímulo às pessoas com deficiência e garantia de acesso à escola e de atendimento à saúde, no apoio à inserção profissional e na proteção, para reduzir os obstáculos que excluem ou limitam seu convívio social.

Muitos outros importantes programas, como o “Crack, é possível vencer” que terá especial atenção em 2012. Em parceria com Estados, Municípios e a sociedade, com implantação de uma rede integrada de serviços e ações para garantir cuidado e tratamento para os dependentes químicos, reprimir o tráfico de entorpecentes e o crime organizado e aprofundar o trabalho de prevenção e educação para evitar o consumo de drogas. A Presidenta disse que não faltarão recursos orçamentários para as políticas sociais, como os Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) e Minha Casa, Minha Vida, ambos fundamentais para propiciar a ampliação de investimentos no país. Mais emprego, desenvolvimento e infra-instrutora continuarão sendo gerados pelo amplo e articulado conjunto de obras em 2012, que ganharão ímpeto ainda maior, em todo o território nacional, com investimentos de mais de R$ 42,6 bilhões.

Dilma Rousseff declarou que neste ano de 2012, o Brasil vai avançar ainda mais no aprimoramento das políticas de defesa comercial, para garantir que a indústria brasileira não seja submetida a práticas concorrenciais desleais, que possam colocar em risco o emprego e o próprio crescimento do país. Observa-se que a estratégia do Executivo em 2012 será, portanto, continuar fomentando um crescimento vigoroso da economia, lastreado em sólidos fundamentos, com estabilidade macroeconômica, redução das desigualdades, qualificação da força de trabalho, estímulos à inovação tecnológica e investimentos em infra-instrutora, com estimulo ao ingresso de investimentos produtivos, o adensamento maior de cadeias industriais e, principalmente, garantir a geração cada vez mais de oportunidades de ascensão econômica e social para os brasileiros e brasileiras.

A política externa projetada pela Presidenta Dilma para este ano será o componente essencial de um projeto nacional de desenvolvimento que articule crescimento e inclusão social, associado à preservação do meio ambiente e ao atendimento das necessidades materiais do povo brasileiro, que e busque superar o subdesenvolvimento num marco de pleno respeito e aprofundamento da democracia,. Para isso, deve manter regionalizada e priorizar a política externa brasileira com os países do continente que são valiosos parceiros políticos e econômicos do nosso país, a exemplo do Mercosul e da Unasul, que avançam na coordenação das esferas política, energética, de infra-instrutora, defesa, tecnológica,  saúde e de combate ao narcotráfico, o que revela o desejo da região de enfrentar de forma conjunta os desafios da globalização.

A mensagem levada pela Presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional, dizendo o que fez em 2011 e o que planejou para este ano, demonstra que ela sabe, por experiência própria, que o desenvolvimento sustentável brasileiro é a única forma de o país galgar um mundo mais seguro e mais pacífico para as próximas gerações e, principalmente, de organizar a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Essa será uma excelente oportunidade para o país recolocar o tema do desenvolvimento no centro da agenda internacional para os próximos anos e reafirmar o compromisso com a erradicação da pobreza em todo mundo.

GONZAGA PATRIOTA, Contador, AdvogadoAdministrador de Empresas e Jornalista, é Pós-Graduado em Ciências Políticas e Mestre em Ciências Políticas e Políticas Públicas e Governo pela UNB – Universidade de Brasília e Doutorando em Direito Civil pela Universidade Federal da Argentina. É Deputado desde 1982.



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Aline Benevides 
Assessoria de Comunicação - Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB/PE

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Gonzaga acredita que Congresso vai avançar no debate e aprovar as reformas tributária e política


O coordenador da Bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) disse que acredita que o Congresso Nacional vai, neste ano de 2012, avançar em alguns temas polêmicos e importantes iniciados em 2011, como o Código Florestal, a Reforma Política, a Reforma Tributária e a Lei Geral da Copa.

O parlamentar pernambucano também fez uma avaliação positiva das reuniões da Bancada do Nordeste, realizadas ano passado, para discutir temas de interesse para a classe política e população nordestina, como o Fundo Nacional de Desenvolvimento do Nordeste (FNDE), as ações programas do Banco do Nordeste, os investimentos da Petrobrás na região e a distribuição dos royalties do pré-sal.

Ao avaliar a produção do Legislativo em 2011, Gonzaga Patriota disse que o Parlamento brasileiro votou coisas importantes, como o novo Código Florestal.

“Esse foi um tema importante, porque não se pode pensar apenas em manter a floresta se você não tiver um código, uma legislação que determine o que pode e o que não pode ser feito, para se crescer, preservando o meio ambiente”, afirmou o parlamentar.

O coordenador da Bancada do Nordeste destacou, no entanto, os debates que o Congresso fez sobre as reformas políticas e tributárias.

“A gente não teve ainda aprovadas essas reformas, mas elas começaram a ser discutidas com profundidade em 2011, a gente já brigou sobre esses temas por aí, nas comissões. A Câmara começou a fazer a discussão desses temas, a colocar o assunto em sua pauta. E eu considero um passo importante”, frisou Gonzaga Patriota, acreditando que neste ano “devemos avançar nesses debates e concretizar as reformas”.

“PRÉ-SAL INTERESSA A TODO BRASIL”

Ao discorrer sobre as reuniões da Bancada do Nordeste em 2011, o coordenador destaca as reunião com a ministra Ideli Salvatti – para liberação dos recursos das emendas individuais; e restos a pagar; o debate com o novo superintendente do Banco do Nordeste, Jurandi Santiago, para discutir sobre investimentos do BNB na região e os fundos de desenvolvimento do Nordeste; e a reunião com o diretor da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Haroldo Lima, para debater sobre os investimentos da Petrobrás na região e a questão dos royalties do petróleo na área do pré-sal.

Sobre a luta das nove bancadas dos estados nordestinos na Câmara e Senado pela aprovação do projeto que estabelece novo parâmetro de distribuição dos royalties do pré-sal de forma igualitária e democrática.

“O pré-sal é uma tema de grande importância não só para o Nordeste, mas para o Brasil como um todo, da mesma forma que a Petrobrás interessa a todos, porque a gente sabe que a Petrobrás é uma das maiores empresas do mundo”, afirmou Patriota.

O parlamentar disse que destacou o debate com a ANP, porque “todos querem saber sobre os investimentos da Petrobrás no Brasil, que são grandes. Mas onde eles estão? Como eles estão sendo aplicados? Quais as regiões em que estão chegando mais recursos, menos recursos? A Bancada do Nordeste realizou aquele debate para saber o que está indo para a região em termos de investimentos concretos pela Petrobrás e pela Agência Nacional de Petróleo”, lembrou o coordenador da Bancada nordestina.

Patriota também disse que todos tem questionamentos sobre o pré-sal. “Todos querem saber onde está (a área do pré-sal), onde estão as fontes do pré-sal, e porque os royalties vão só para o Rio de Janeiro e Espírito Santo”.

E finalizou: “Se o pré-sal está em alto mar e o mar pertence ao Brasil, e a região Nordeste detém uma grande faixa de mar, de oceano, então, é lógico, que os royalties do pré-sal devem ir para todo o Brasil, e não para esses dois estados apenas”. Gonzaga Patriota disse que esse e outros debates de interesse da população do Nordeste vão continuar neste ano de 2012.
























Fonte: Agência Política Real

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Bancada do Nordeste firma apoio ao ministro Fernando Bezerra Coelho


O deputado federal Gonzaga Patriota, líder da Bancada do Nordeste no Congresso Nacional, firmou apoio incondicional às ações de Fernando Bezerra Coelho à frente do Ministério da Integração Nacional.

Para o parlamentar, o trabalho desenvolvido pelo Ministério é institucional e suprapartidário, e vem sendo reconhecido pela grande parcela da sociedade brasileira. A atuação do ministro abrange todo território nacional e, no que concerne a Pernambuco, as obras referenciadas nas denúncias serão fundamentais para a não ocorrência das mesmas catástrofes registradas em 2010, que atingiram também o Estado de Alagoas.

Segundo Gonzaga Patriota, o ministro Fernando Bezerra tem agido no sentido de direcionar recursos visando a resolução de problemas quase insolúveis na região da Zona da Mata pernambucana e alagoana, não podendo tais ações serem confundidas com qualquer privilégio.

Gonzaga afirmou que estaria havendo uma certa “má vontade” com o ministro, principalmente da imprensa do sudeste do país, em absorver as explicações de Fernando Bezerra Coelho, numa clara e inequívoca postura jornalística tendenciosa e preconceituosa.





Aline Benevides 
Assessoria de Comunicação - Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB/PE

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Gonzaga alerta sobre poderio de Lóssio


Ninguém espere uma disputa morna com o prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), que recentemente anunciou que estará no páreo pela Prefeitura daquela cidade. Ele vai concorrer à sucessão com o candidato do PT, Odacy Amorim, e com o nome do PSB, provavelmente Fernando Bezerra Coelho Filho.

Gonzaga Patriota, outro nome cogitado para encabeçar a chapa socialista, afirmou por lá que sabe do poderio de Lóssio. Para Gonzaga, o prefeito será um grande adversário, até porque, nessa briga política, é o dono da bola. Ou seja, está com a máquina administrativa nas mãos. “Ninguém menospreze o prefeito. Ele tem uma máquina pesada. Dentro de um ano, poderá fazer muitas coisas e convencer muita gente a votar nele, como fez em 2008”, declarou Gonzaga.










MagnoMartins

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Lideranças políticas recebem o novo bispo Dom Manoel

Na área reservada as autoridades:  Deputados Estadual Odacy Amorim, Adalberto, Deputado federal Gonzaga,  o Ministro Fernando,vice-prefeito Domingos Sávio, Julio Lossio  e a primeira dama Andréa.

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