A Corte Superior do Quebec, Canadá, deu ganho de causa à viúva do boxeador Arturo Gatti, encontrado morto em um hotel de Porto de Galinhas, em Ipojuca, em 2009. A ação movida pela família do atleta envolvia a disputa por sua fortuna, estimada em 3,4 milhões de dólares (algo em torno de R$ 6,1 milhões). A decisão foi divulgada nesta final de semana, após a divulgação do conteúdo legal do julgamento de Claudine Roy. De acordo com a peça, foi levado em consideração o último testamento assinado por Gatti, assinado pouco antes de sua morte, deixando toda sua fortuna para a esposa, a brasileira Amanda Rodrigues.
O documento foi considerado com validade legal, e foi desconsiderada a possibilidade da decisão ter sido influenciada por Rodrigues. "Estou feliz que viram meu lado. Consideraram as provas de que eu não manipulei meu marido. Ganhei o caso, mas não me sinto vencedora de nada porque Arturo não está aqui e o filho continua sem pai", declarou a viúva ao jornal canadense CBC News.
Arturo Gatti foi campeão de boxe que se aposentou em 2007, com um histórico de quarenta vitórias e apenas nove derrotas. O atleta teria se matado por enforcamento, utilizando a alça de uma bolsa.
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