segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Dilma defende 'aparelhamento' das Forças Armadas


A presidente da República, Dilma Rousseff, participou nesta segunda-feira (19) da solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos, no Palácio do Planalto, e defendeu o “aparelhamento" das Forças Armadas.

"Prosseguiremos com os projetos prioritários de aparelhamento das Forças sem deixar de valorizar os homens e as mulheres que tornam esses projetos possíveis. (...) O pais com o qual sonhamos precisará cada vez mais de forcas armadas equipadas e qualificadas para cumprimento de suas funções", afirmou a presidente em discurso para um público formado por militares e seus familiares.

Dilma disse ser “imprescindível diminuir das nossas vulnerabilidades, modernizar meios operativos, integrar cada vez mais as três forcas, aprimorar a capacidade institucional do Ministério da Defesa”, disse.

Diante da plateia de generais e familiares, disse que o Brasil é um “país pacifico que possui relações baseadas na cooperação e no diálogo”. Ela lembrou que mantemos com os países vizinhos “relações amigáveis e pacificas “há mais de 140 anos. “Esse é um valor importantíssimo quando se vê um mundo em que varias regiões estão hoje vivendo momentos muito conflituosos”, declarou. Logo após a cerimônia, Dilma foi a um almoço de confraternização com os oficiais-generais das Forças Armadas, no Clube da Aeronáutica de Brasília.

Pesquisa Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que 50% dos entrevistados acreditam "totalmente" ou "muito" que nos próximos 20 anos o Brasil será alvo de agressão militar estrangeira em função de interesses sobre a Amazônia. Outros 45% creem que o Brasil poderá ser atacado por causa das bacias do pré-sal.

Os dados integram o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) do Ipea, que, nesta edição, mediu o temor da população a ameaças. Segundo o Ipea é a primeira vez que o instituto analisa o temor da população sobre questões de segurança nacional.

Foram ouvidas 3.796 pessoas nos 26 estados e Distrito Federal. A margem de erro é de 5%, informou o Ipea, instituto vinculado à Presidência da República.

Fonte: G1

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