
“Finalmente, a imprensa resolveu sair da omissão em relação ao matadouro de Arcoverde. Já era tempo, mesmo tardiamente! O Diário de Pernambuco, corajosamente, vem noticiando o estado vergonhoso e deplorável em que se encontram os matadouros pernambucanos. E como era de se esperar, fez referência especial ao de Arcoverde. Pelas fotografias estampadas nas reportagens, perde feio para uma pocilga.
O estado
do matadouro de Arcoverde é exageradamente deplorável e o mais grave é
que continua sendo o local em que se abatem os animais, cuja carne é a
que comemos. Simplesmente uma vergonha para todos nós, com exceção, é
claro, para os que integram o poder público, que compram suas carnes em
butiques.
O Diário
ilustra a reportagem com fotografias que nos causa ânsia de vômito, sob o
titulo “A carne que comemos. Abatedouro de Arcoverde é um dos péssimos
exemplos da falta de higiene”. Agora, vamos aos que têm o poder de
mudar tudo isso e sequer se preocupam: os dois grandes responsáveis
diretos pela vergonha do Matadouro são o Prefeito Zeca, que tem poder
sobre Vigilância Sanitária Municipal, tendo o dever moral e funcional de
resolver essa vergonha arcoverdense.
Sua
omissão se agrava ainda mais, porque é médico e não age como tal, pois
esquece o dever como profissional da medicina de interditar o matadouro,
porque é questão de saúde pública e passa ao largo de sua gestão.
A outra
autoridade diretamente vinculada ao matadouro é a ex-prefeita Erivânia
Camelo, gerente da Adagro, médica veterinária e presidente do Conselho
Regional de Medicina Veterinária, e até agora sequer apresentou qualquer
solução para o funcionamento do matadouro, cuja atividade foge aos
padrões elementares de higiene e o prefeito tem pleno conhecimento dessa
indecência.
Os outros
personagens dessa triste história para Arcoverde são os deputados Júlio
Cavalcanti e Ângelo Ferreira, este médico veterinário, e que fingem que
o problema não é com eles e pouco estão se lixando com o estado
deplorável do matadouro.
Fonte:MagonoMartins
Fonte:MagonoMartins
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