quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Por conta de reforma, deputados de PE vão passar 19 dias sem trabalhar
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Mais de R$ 1 milhão em auxílio moradia para ex-deputados

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Câmara de Campinas decide pela cassação do prefeito Demétrio Vilagra

A Câmara Municipal de Campinas, no interior de São Paulo, decidiu pela cassação do prefeito Demétrio Vilagra (PT), no fim da noite desta quarta-feira (21).
Foram 29 votos a favor da cassação e 4 contra. A sessão durou mais de 36 horas. Vilagra é o segundo prefeito cassado em cerca de quatro meses na cidade.
O processo de cassação começou a ser discutido nesta terça-feira (20). O relatório continha 1.400 páginas. Vilagra era vice do prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT), cassado em agosto pela Câmara Municipal por irregularidades.
Vilagra é acusado de quebra de decoro. Segundo o relatório, ele não impediu um esquema de corrupção na Sanasa, empresa municipal de saneamento, nas sete vezes em que assumiu a Prefeitura no lugar de Hélio.
De acordo com a assessoria, já tramitam na Justiça cinco ações em defesa da manutenção do prefeito no cargo. A defesa argumenta que não há provas para a cassação, que teria sido baseada apenas em um depoimento.
Fonte: G1
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Dilma diz que 'não é hora' de reajustar salário de servidores

A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira (16) que só haverá aumento salarial para o funcionalismo público em 2012 caso o Congresso Nacional apresente um projeto sobre o tema até agosto.
“[Sobre reajuste salarial], 2012 continuará como manda a lei. Tem de apresentar [projeto de aumento] até agosto. Se o Congresso não aprovar para 2012, só para 2013”, afirmou a presidente.
Dilma falou sobre o assunto em um café da manhã de confraternização com jornalistas, nesta manhã no Palácio do Planalto.
Questionada a respeito de pedidos de aumento salarial de diversas categorias, Dilma disse que "isso não se coaduna com o momento". "[Há] um processo de crise que o Brasil se fragilizaria se começássemos a gastar sem controle", comentou.
Projetos de lei que tramitam no Congresso sugerem reajuste de 56% aos servidores do Judiciário e de 14,79% para magistrados. O governo estima que o impacto total do aumento desses servidores nas contas públicas seja de R$ 7,7 bilhões.
Na última quarta-feira (14), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux determinou que o Congresso analise a proposta original do Orçamento de 2012 da União, que prevê recursos para o reajuste de salários dos servidores do Judiciário. A decisão obriga os parlamentares a considerarem o pedido de aumento, que havia sido encaminhado pelo presidente do STF, ministro Cezar Peluso, mas retirado do projeto de lei orçamentária pela própria Dilma.
A presidente reafirmou a posição de que não é "hora de dar aumento salarial para categoria nenhuma". "Isso vale para todo mundo, eu não acho ninguém melhor do que ninguém."
Ela evitou comentar os projetos de aumento salarial dos poderes Legislativo e Judiciário. "Eu não faço, ninguém me fará fazer, análise sobre a atuação de outros poderes. [...] Seu eu fizesse, estaria cometendo uma leviandade."
Questionada se ela pede "compreensão" das categorias que reivindicam aumento, disse: “tudo o que eu poderia fazer eu fiz”. Dilma ponderou, no entanto, que "não é crime pedir aumento salarial". "As categorias têm esse direito.
"A Constituição Federal em seu Art. 85 é clara e refere que são crimes de responsabilidade do Presidente da República os que atentam contra a Constituição Federal", afirma a entidade em nota. "O argumento de que não existem recursos para o Judiciário é falacioso. A proposta do STF é de 7,7 bilhões, apenas os juízes federais arrecadam em média todos os anos nas Varas de Execução Fiscal 10 bilhões de reais", reiterou.
Procurada, a assessoria de imprensa da Presidência ainda não havia se manifestado sobre o assunto até a última atualização desta reportagem.
Fonte: G1
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Marco Maia revoga manutenção de 300 cargos aprovada pela Câmara

Fonte: G1
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Prefeito afastado em PE é acusado de desvio de verbas públicas

Desvio de verbas públicas, ausência da prestação de contas de 2010 e sonegação de informações foram os argumentos utilizados pelo Ministério Público de Pernambuco para pedir o afastamento do prefeito de Araripina (município no Sertão do Estado), Lula Sampaio, nesta segunda-feira (12). O pedido de afastamento concedido pela Justiça é de seis meses e visa facilitar as investigações.
A denúncia contra o prefeito partiu da Câmara de Vereadores de Araripina, segundo informou Jackson Oliveira, coordenador de controle externo do TCE, em entrevista coletiva concedida no Recife nesta segunda-feira (11). "Houve uma denúncia por parte dos vereadores, que vieram pedir ao TCE uma ação mais enérgica", explica Oliveira. O prefeito não estaria fornecendo aos vereadores informações sobre as conta públicas.
Além de não entregar a prestação de contas de 2010, a Prefeitura não estaria mandando as informações mensais ao TCE, como manda a legislação. "Só esses atos já são considerados improbidade administrativa, mas vamos continuar investigando", afirma Falcão.
Fonte: G1
