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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sistema de Seleção Unificada registra mais de 1,2 milhão de inscrições


O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação (MEC) registrou, até as 18 horas de sábado, 1.273.887 inscrições referentes a 658.877 de candidatos que querem garantir vaga em instituições públicas de ensino. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo portal www.mec.gov.br. O período de inscrições acaba no próximo dia 12, às 23h59, e os estudante podem se candidatar para até dois x. Mas aquele que for aprovado na primeira opção é automaticamente retirado do sistema.
Pelo último balanço do MEC, o Rio de Janeiro lidera em número de inscrições, registrando 196.169. Depois vem Minas Gerais com 145.168 inscrições e São Paulo com 119.373. O Ceará aparece em quarto lugar (108.960) e o Rio Grande do Sul, em quinto, com 81.449.
Sisu
Sisu dá oportunidade aos estudantes que prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011 se candidatarem a 108.552 vagas de 3.327 cursos, oferecidas por 95 instituições públicas de ensino superior.

O resultado da primeira chamada será divulgado no próximo dia 15. Os estudantes aprovados deverão comparecer às instituições de ensino entre os dias 19 e 20 de janeiro para fazer a matrícula. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção ou não atingirem a nota mínima em nenhum dos cursos escolhidos podem participar das chamadas subsequentes.
De acordo com o Ministério da Educação, a segunda chamada está prevista para o dia 26, sendo que o candidato poderá fazer as matrículas entre os dias 30 e 31. Caso ainda existam vagas disponíveis, o sistema gera uma lista de espera que será disponibilizada para as instituições de ensino preencherem as vagas remanescentes. O candidato interessado em participar dessa lista deverá pedir a inclusão entre 26 de janeiro e 1° de fevereiro.








Fonte:CorreiodoBrasil

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Haddad deve ir ao Nordeste para recorrer da anulação no Enem

MEC e Inep avaliam como desproporcional a anulação em âmbito nacional, e querem que o exame seja reaplicado apenas aos alunos cearenses que tiverem .... Foto: Elza fiúza/Agência Brasil
A Advocacia-Geral da União (AGU), em nome do Ministério da Educação (MEC), recorrerá na quinta-feira à tarde da decisão da Justiça Federal no Ceará, que anulou 13 questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011. A ação deve ser entregue pelo ministro Fernando Haddad, que irá a Recife, onde a ação será impetrada.
Haddad vai argumentar que o ideal é que o exame seja aplicado aos 639 alunos da escola cearense que tiveram acesso às questões. Para o governo, a anulação das 13 questões de um total de 180 contidas no Enem prejudicará a grande maioria dos estudantes que fizeram a prova.
O pedido de cancelamento dos itens foi feito pelo Ministério Público Federal do Ceará depois da constatação de que alunos do Colégio Christus, de Fortaleza, tiveram acesso antecipado a 13 questões do exame. A ação se refere às questões aplicadas nos dias 22 e 23 de outubro. O Enem vale 1.000 pontos, mas se as questões forem anuladas, o valor de cada item terá de ser reavaliado, segundo especialistas.
Na terça-feira, o Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) reforçaram a intenção de recorrer da decisão da Justiça Federal. Na avaliação deles, a sentença definindo a anulação das 13 questões em âmbito nacional foi desproporcional.
Os itens a que os alunos tiveram acesso estavam em apostila distribuída pela escola semanas antes da aplicação do Enem e vazaram da fase de pré-testes do exame, da qual a escola participou em outubro de 2010. O pré-teste é feito pelo Inep, vinculado ao MEC, para avaliar se as questões em análise são válidas e qual é o grau de dificuldade de cada uma. Os cadernos de questões do pré-teste deveriam ter sido devolvidos após a aplicação e incinerados pelo Inep.
O MEC confirmou que 13 questões que estavam na apostila distribuída pelo colégio cearense foram copiadas de dois dos 32 cadernos de pré-teste do Enem aplicado no ano passado a 91 alunos da escola




















Fonte:Terra

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

MEC cancela provas do Enem no Ceará


O Ministério da Educação disse que o simulado de um colégio em Fortaleza (CE) apresentou nove questões idênticas às do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) duas semanas antes da realização da prova, aplicada neste fim de semana em todo o país
Quatorze questões foram divulgadas em um perfil do Facebook na noite desta terça-feira (25). Segundo o MEC, uma questão é "similar" e quatro não são parecidas.

A Polícia Federal foi acionada para investigar o caso. Dependendo da investigação, só os 630 estudantes do colégio Christus, que tem várias unidades na capital do Ceará, poderão ter que refazer o Enem em novembro.

O diretor do colégio, Davi Rocha, disse que ficou surpreso com a repercussão do caso. Ele disse que ainda apura o que ocorreu e que o simulado é realizado por uma rede de colaboradores.

O Ministério Público Federal no Ceará informou que pretende pedir o cancelamento da prova. Segundo o procurador Oscar Costa Filho, o MEC (Ministério da Educação) e o Inep (instituto responsável pelo Enem) serão notificados. Caso o pedido não seja aceito, tentará suspender o exame na Justiça.

HISTÓRICO

As provas do Enem registraram problemas nos dois últimos anos. Em 2010, a prova amarela teve questões embaralhadas, o que fez com que alguns estudantes marcassem as respostas no campo errado.

Já na edição do Enem de 2009, exemplares da prova foram roubados. A fraude adiou a realização do exame, que acabou marcado por abstenção recorde e erro no gabarito oficial. Quatro dos cinco envolvidos no vazamento foram condenados pela Justiça Federal.

Neste ano, cerca de 1.100 candidatos foram informados por telefone que o local da prova indicado no cartão de confirmação de inscrição estava errado.

Segundo o Inep, o problema atingiu apenas candidatos do Rio e consistiu na digitação errada do número do prédio. Os cartões indicaram o prédio da reitoria da Unirio, cerca de 200 metros de distância do prédio onde ocorreu a prova.














Fonte:MagnoMartins

domingo, 23 de outubro de 2011

.Recrutado na porta, repórter vira fiscal do Enem



Apesar de o MEC (Ministério da Educação) afirmar que o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) tem uma equipe de fiscais cadastrados e previamente treinados, a realização do primeiro dia do exame contou com "voluntários" escolhidos sem critério, na porta do local do exame.

 Pelo menos foi assim na manhã deste sábado na Unip da Água Funda, zona oeste de São Paulo, onde cerca de 30 pessoas foram selecionadas em uma repescagem em que o único critério foi apresentar o documento original de identificação. O repórter Paulo Saldaña, do jornal O Estado de S. Paulo, foi um dos que, com RG na mão, entrou na fila e garantiu uma vaga para a fiscalização. No local, havia 8.000 candidatos inscritos.
Por volta de 8 horas as portas da universidade já estavam cheias. Muitos estavam lá a pedido de amigos, primos, tias e conhecidos que trabalhariam ou trabalharam na organização da prova. Elas receberam e-mail com recomendações sobre horários e tipo de vestuário: camisa branca e, caso estivesse frio, agasalho branco ou preto - o que pouca gente respeitou.
Primeiro entrou quem já tinha nome para a fiscalização. Quase meia hora depois, os organizadores da unidade voltaram para a portaria e recrutaram os não cadastrados e desconhecidos.
Um segurança anotou nomes e documentos. Alguns diziam que haviam tentado se cadastrar sem obter sucesso. Para o repórter, só perguntaram se tinha o nome na lista. Ele disse que não e foi prontamente contratado. Por cada dia de trabalho, os fiscais recebem R$ 65, além de alimentação com suco, mini goiabada e um salgado de presunto e queijo - muito criticado ontem na Unip.
Os recrutados foram levados às pressas para o anfiteatro, onde o treinamento já havia começado. Faltavam menos de duas horas para a abertura dos portões e centenas de fiscais deveriam dominar como aplicar a prova.
No palco, uma coordenadora detalhou como se portar em caso de cola, o que é ou não é permitido na sala, na mesa, embaixo da cadeira, a cor da caneta. Depois da palestra, respondeu a dúvidas e mostrou um filme com orientações sobre os procedimentos de entrega das provas, com informações como onde assinar os cadernos, o que orientar ao inscrito, como distribuir as provas. Apesar da qualidade do vídeo, havia rostos de dúvidas tão agudas quanto as do repórter. Era de fato muita informação.
Antes de indicar quem seriam os responsáveis por cada sala, a palestrante fez uma advertência importante.

- Pessoal, já chegaram cinco fiscais embriagados. Se tiver alguém que foi para balada, que não está bem, por favor avise.
Muitos dos chamados não apareceram e assim que todos os pré-selecionados presentes tomaram seus postos, a coordenadora apontou uma pessoa da primeira fileira. Perguntou se ela tinha experiência em aplicação de concursos ou vestibulares. A mulher disse que não e, questionado, o repórter também confirmou sua inexperiência. A coordenadora fez mais duas tentativas, voltou a apontar o repórter e disse:

- Vai você. Sala 563, bloco B".
A 563B tinha 76 inscritos, por isso eram três fiscais - apenas 49 fizeram o exame. Ali, apenas um dos três havia atuado em edições anteriores.
Pouco antes do meio dia, horário da abertura dos portões, havia salas com carteiras amontoadas - em uma delas, duas mulheres estavam desesperadas para organizar tudo. Alguns fiscais, também debutantes, ainda não entendiam bem se os candidatos deveriam assinar a lista de presença ao chegar ou ao sair. E se a lista ficava na porta ou na mesa no centro da sala.
Depois começou a busca pelo giz para as orientações na lousa. Os fiscais conseguiram um pequeno pedaço azul. A guerra seguinte foi para conseguir uma caneta - ao longo da prova, é necessário preencher uma série de informações sobre o exame. Os fiscais revezaram uma única caneta com duas salas.
Assim que os inscritos começaram a entrar, um candidato surge com um RG xerocado. O repórter recorreu ao coordenador do corredor, que autoriza sua participação caso o papel seja confiável. Coube ao repórter a decisão e ele fez o exame. O manual com as instruções previa um toque de sirene para o início das provas. O sino tocou e os fiscais ainda distribuíam os cadernos.

Ninguém consultado pela reportagem naquele corredor assinou o Termo de Compromisso sobre confidencialidade e frequência, o que, em tese, seria obrigatório.





















Fonte: R7

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Enem 2011: Inep envia endereço de local de prova errado para 1.027 candidatos

Enem 2011
      O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) enviou os cartões de confirmação de inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2011 de 1.027 candidatos do Rio de Janeiro com o endereço do local de prova errado. Segundo a assessoria de imprensa do MEC (Ministério da Educação), todos os candidatos já foram informados da mudança e os dados no site já foram alterados.
De acordo com o órgão, foi um erro localizado e os inscritos não precisam se preocupar. 
Os dois endereços, o certo e o errado, ficam dentro da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Os candidatos receberam o cartão com o endereço da Reitoria (av. Pasteur, 296, Urca), quando o correto era o endereço do Centro de Letras e Artes (av. Pasteur, 436, Urca).
 
A diferença entre um local e outro é de cerca de 200 metros. O MEC informou que todos os candidatos foram avisados por telefone, e-mail e mensagem de texto. No dia da prova a universidade terá faixas, cartazes e fiscais informando o local correto.
As provas acontecem nos dias 22 e 23 deste mês. Mais de 5 milhões de candidatos estão inscritos no exame.
o ministro Fernando Haddad disse que o Enem está cercado “do que há de melhor na inteligência do país”, na tentativa de evitar as trapalhadas das duas últimas edições, que incluem o vazamento de 2009 e os erros de impressão de 2010. Nesse ano, um grupo de alunos precisou refazer o exame após receberem cadernos de testes com questões faltantes e repetida

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