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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Posto de combustível é assaltado em Petrolina



Um posto de combustíveis foi assaltado na madrugada desta sexta-feira (24) em Petrolina, no Sertão de Pernambuco.
De acordo com a polícia, quatro elementos armados chagaram ao Posto Ursa, localizado na BR-428, Km 183, em um carro Corsa Sedan, de cor prata, e renderam os funcionários Gerson Alves Dias, 29 anos, e Edinelson Alves Moreira, 35. Além da quantia de R$ 3.042.64 (entre cheque e dinheiro em espécie), eles levaram ainda produtos de limpeza e um celular. Em seguida, fugiram e até agora não foram encontrados.





NE10

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Gasolina do CE é a segunda mais cara do Nordeste



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Pontualmente, o preço da gasolina comum começa a baixar em Fortaleza, para o consumidor final. Em pelo menos três postos na Aldeota e no Centro da cidade, o combustível já pode ser encontrado por R$ 2,68, o litro, R$ 0,11, ou 4,25%, a menos do que o praticado na grande maioria dos estabelecimentos da capital cearense.

Apesar da redução em alguns postos, a gasolina vendida no Ceará, ao preço médio de R$ 2,776, é hoje, a segunda mais cara de todo Nordeste. Esse valor é menor apenas do que o aplicado nas bombas de Alagoas, onde o litro do combustível fóssil custa, em média, R$ 2,799, o mesmo praticado em muitos postos de Fortaleza.

Margem de lucro
O alto preço da gasolina do Ceará é decorrente da elevação de 22,9% nas margens de lucro dos proprietários de postos de combustíveis verificada nos últimos 30 dias. Em 25 de setembro, a margem de lucro sobre um litro do produto, entre o valor de compra na distribuidora e o de venda para o consumidor final, era de R$ 0,345.

Até o dia 22 passado, essa margem já havia subido para R$ 0,424, por litro, em média, no Estado do Ceará.

Em Fortaleza, nesse mesmo período, a lucratividade dos postos de combustíveis saltou, sem razões aparentes, de R$ 0,316, para R$ 0,426, revelando alta de 34,8%, em apenas um mês. Assim como acontece nos preços finais, essa é a segunda maior lucratividade registrada entre os postos do Nordeste, atrás apenas de Alagoas, cuja margem atualmente é de R$ 0,438, por litro. Mas acima até mesmo das margens adotadas pelos postos dos Estados nortistas do Amapá e Roraima, onde o lucro, por litro, é de R$ 0,341 e R$ 0,351, respectivamente.

Os números constam em pesquisas semanais realizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), entre os dias 25 de setembro e 22 de outubro, em todo o País.

Em Fortaleza, a pesquisa realizada em mais de 70 postos revela que o valor do litro da gasolina oscila de R$ 2,68 a R$ 2,799, com variação de 4,44%, o equivalente a R$ 0,119.

Já no Interior cearense, os preços da gasolina variam de R$ 2,59, em alguns estabelecimentos de Maracanaú; até R$ 3,09, em Limoeiro do Norte, no Vale do Jaguaribe; com uma diferença de R$ 0,50, por litro.

Sindipostos
O diretor Econômico e de Comunicação do Sindipostos-CE, Antônio José Costa, confirma o ganho da lucratividade. "O aumento houve para recompor as margens, para pagar o aumento dos empregados e reformar os postos", justificou.

Segundo ele, assim como subiu, as margens podem recuar ao patamar de R$ 0,35, por litro, que é a média geral sempre aplicada pelo setor. Em relação ao recuo nos preços em alguns postos, ele disse que é pontual, devido a elevação de estoques de algumas distribuidoras.

Ganhos
22,9 Por cento foi o crescimento na margem de lucro dos proprietários de postos de combustíveis do Ceará nos últimos 30 dias

CARLOS EUGÊNIOREPÓRTER












Fonte:Diário do Nordeste

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Postos de gasolina são proibidos de comercializar ÁGUA MINERAL


Estas regras já são existentes, mais como quase tudo neste pais falta fiscalização pelos órgãos competentes, basta andarmos pelo centro da cidade que iremos ver galões de água mineral circulando em motos sem a mínima proteção do sol e poeiras os caminhões que fazem o transporte de água na maioria da vezes circulam sem lona que seria o mínimo de proteção possivel, nos postos de gasolina ficam exposta a luz e até mesmo ao sol, junto as bombas e ETC. nos consumidores não queremos nada demais so queremos que a lei seja obedecida para tenhamos a nosso dispor um produto com a qualidade e higienização na qual a RDC 173 normatiza.

Regras para fabricação e comércio do produto

Água mineral com saúde e qualidade Agência Nacional de Vigilância Sanitária edita regras para fabricação e comércio do produto

No Brasil são consumidos cinco bilhões de litros de água mineral todos os anos, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam). Para assegurar a qualidade do produto e a saúde do consumidor, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) lançou uma resolução (RDC número 173) que regulamenta boas práticas para a industrialização e o comércio de água mineral. As empresas têm 180 dias para se adaptarem às novas regras, contados a partir da data da publicação da RDC - 15 de setembro.

Armazenamento - A resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária não trata apenas da industrialização da água mineral. O texto prevê regras para o transporte e o comércio. Os veículos de transporte devem estar limpos e cobertos para evitar a luz ou a umidade da chuva. Também não é permitido transportar a água junto a outros materiais, como bujões de gás, que possam comprometer a qualidade do produto.

Os locais reservados para armazenamento e comércio da água mineral têm de estar limpos, secos e ventilados, com temperatura adequada e protegidos da incidência da luz, principalmente solar. A luz solar contribui para a excessiva proliferação de algas na água. Em excesso, esses organismos podem alterar a cor e o gosto do líquido e, até mesmo, causar problemas de saúde.

Uma das principais novidades da Resolução número 173 é que a água mineral agora só pode ser vendida em estabelecimentos comerciais de alimentos. Os postos de gasolina, por exemplo, onde se costumava a encontrar o produto, ficam proibidos de comercializá-lo. Apenas as lojas de conveniência dos postos, nas quais existem condições apropriadas para armazenamento e comércio de produtos alimentícios, poderão vender o produto. Segundo a ANVISA, nos postos de gasolina é comum o manuseio incorreto das embalagens pelos frentistas. "Muitos consumidores reclamaram de um gosto forte de gasolina na água quando o produto é adquirido nos postos de gasolina e, nesses locais, o produto fica sujeito à contaminação externa", explica Denise Oliveira.





Fonte: Leitor do Blog 

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