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domingo, 6 de novembro de 2011

FBC dá coletiva sobre transposição


Depois do blog do Magno constatar in loco a paralisação das obras da transposição do São Francisco, o ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, que chega amanhã de missão oficial a Israel, resolveu convocar uma entrevista coletiva para tratar do assunto.


Será às 9h30m no escritório da coordenadoria estadual do Dnocs em Pernambuco (Rua Cônego Barata, 999). Também estarão presentes o secretário de Infraestrutura Hídrica, Augusto Wagner, e o diretor de projetos estratégicos, Marcelo Borges.

O projeto tem 700 km de extensão e vai beneficiar 12 milhões de pessoas no semiárido nordestino. É dividido em 14 lotes de obras, e mais dois canais de aproximação, executados pelo Exército. O Eixo Leste, de 287 km, levará água a Pernambuco e Paraíba. O Eixo Norte, com 426 km de comprimento, beneficiará Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.















Fonte:MagnoMartins

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mortalidade por câncer de mama diminui no Sudeste e cresce no Nordeste

Quando as mulheres notam os nódulos, quase sempre o câncer já está em estado avançado
Um estudo realizado pela rede Goiana de Pesquisa em Mastologia traz uma boa notícia para residentes do Sudeste do país: a diminuição da mortalidade de mulheres com câncer de mama nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul no período de 1980 a 2009. Ns Estados do Paraná, de Santa Catarina e em Minas Gerais, o número segue estável. O levantamento, no entanto, alerta para a necessidade de cuidados nos Estados do Nordeste, como Piauí, Maranhão e Paraíba, que apresentam aumento da mortalidade pela doença.
 “O câncer de mama representa a principal causa de morte por câncer em mulheres no Brasil e no mundo. Sabe-se que o país apresenta importantes diferenças sociais e se faz necessário observar as questões das desigualdades espaciais, de renda e de oportunidades para refletir a realidade”, aponta Carolina Maciel Reis Gonzaga, fisioterapeuta do Programa de Mastologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás (UFC). Ele é responsável pelo levantamento, que teve a coordenação do médico mastologista Ruffo de Freitas Junior, também professor da UFC.
“Usamos a nossa expertise para analisar as tendências da mortalidade por câncer de mama feminino no Brasil, em suas macrorregiões e Unidades da Federação, de acordo com as faixas etárias de risco”, explicou Ruffo.  O trabalho ganhou o 3º lugar no Prêmio Roche em Câncer de Mama na última semana de outubro, durante o XVII Congresso Brasileiro de Oncologia Clínica, realizado em Gramado de 26 a 29 de outubro. Neste mês também é comemorado o “outubro rosa”, movimento mundial na luta do combate ao câncer de mama. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, internacionalmente, a luta contra o câncer de mama.
O estudo utilizou informações sobre óbitos de câncer de mama cadastradas no sistema de Informações em Mortalidade e os dados da população residente pelos censos do Instituto Brasileiro Geografia e estatística (IBGE). No período de 1980 a 2009 foram notificados 213.486 casos de óbitos por câncer de mama entre as mulheres brasileiras.  “Percebemos importantes diferenças regionais em seus índices de mortalidade por câncer de mama entre as mulheres, reproduzindo o que acontece no mundo”, diz Ruffo.
“Embora a região Sudeste, a mais desenvolvida do país, apresente as maiores taxas de mortalidade, quanto analisada a tendência temporal, observa-se um padrão de queda, como as tendências observadas em grande parte dos países desenvolvidos nos últimos 25 anos”, conta Gonzaga. “Por outro lado, o Nordeste, região de médio e baixo desenvolvimento, destaca-se uma tendência de aumento, como em países da África e Ásia”, acrescenta ela. “Tratar deste tema no Brasil significa observar sempre as questões geográficas, econômicas e sociais."
O estudo pretende fornecer subsídios científicos para as tomadas de decisões para regiões como o Nordeste. “Embora os Brasil deva ser visto como um todo - a prioridade de ações de prevenção deverá ser realizada para áreas menos desenvolvidas”, acredita Gonzaga.
Mamografia
Os estudiosos acreditam que os resultados estão muito ligados ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de desenvolvimento.  Para eles, a queda da mortalidade nos estados de SP, RJ e RS, se deve às campanhas de autoexame e ao diagnóstico precoce da doença, geralmente realizados nos Estados onde as mulheres têm mais acesso a mamografia.
“No meu Estado, Goiás,  existem 103 aparelhos de mamografia, sendo que 50% deles na capital, em Goiânia, e os outros em várias cidades. Tem mulheres que precisam se deslocar 400 km para fazer uma mamografia”, exemplifica Ruffo. “A mamografia deve ser descentralizada”, sugere o médico.
A mamografia, radiografia da mama, permite a detecção precoce do câncer, ao mostrar lesões na fase inicial (medindo milímetros). A mamografia é realizada por um aparelho chamado mamógrafo. Nele, a mama é comprimida de forma a obter melhores imagens e, portanto, ter mais capacidade de um diagnóstico precoce. A lei 11.663 de 2008, estabelece que todas as mulheres têm direito à mamografia a partir dos 40 anos.
A mamografia é considerada pelos médicos, o exame ideal de prevenção para o câncer de mama e também como um método de diagnóstico, quando já há a suspeita da existência de uma anomalia. “Isso sim impacta na mortalidade, ajudando a reduzir em 30%”, diz Rita Dardes, diretora médica do Instituto Avon e professora afiliada do Departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Isso não significa que as mulheres devam sair correndo para fazer a mamografia. É uma informação que serve de alerta para as mulheres ficarem atentas ao próprio corpo e solicitar do médico o exame de mamografia no tempo certo. Existe um fluxograma indicado pelo Ministério da Saúde que deve ser seguido, pois é baseado em pesquisas de rastreamento.
O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária sua incidência cresce progressivamente, principalmente após os 50 anos de idade. Por isso, a mamografia deve ser realizada nas mulheres a cada 2 anos quando se atinge os 50 anos. Isso quando a paciente não é considerada de alto risco, que são aquelas mulheres que tiveram históricos de casos de câncer de mama ou nos ovários em familiares de 1º grau, como mãe, irmã ou filha, câncer de mama em homens da família ou uma lesão precursora do câncer de mama, denominada de hiperplasia atípica das mamas, que pode ser notado em exames de rotina. Nestes casos, a mamografia deve ser feita anualmente nas mulheres a partir dos 35 anos.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais freqüente em todo mundo e é mais comum nas mulheres. A cada ano, surgem 22% de novos casos. No Brasil o número de mortes pela doença ainda é considerado elevado, muito provavelmente porque a doença é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.
















Fonte:UOL

sábado, 8 de outubro de 2011

Chegou a Brasília, com vassouras colocadas no Congresso Nacional, e agora passa o fim de semana na PB

Protesto contra corrupção finca vassouras na praia de Tambaú, em João Pessoa (PB) (Foto: Krystine Carneiro/G1 PB)

João Pessoa é a primeira capital do Nordeste a receber o movimento "Cada 'Não' Conta", um protesto contra a corrupção. A praia de Tambaú recebeu neste sábado (8) 594 vassouras recicláveis enfileiradas como forma de cobrar atitudes que combatam irregularidades praticadas com o dinheiro público. Em frente ao cenário montado, uma faixa diz: "Congresso Nacional, ajude a varrer a corrupção do país".
O movimento chegou a Brasília, com vassouras colocadas no gramado do Congresso  Nacional, e agora passa o fim de semana em João Pessoa. Na Paraíba, a manifestação é sendo organizada pelo Núcleo de Apoio aos Estagiários da OAB-PB, e conta com a colaboração da Associação Paraibana de Imprensa (API) e dos alunos do Centro Acadêmico de Direito da faculdade Fesp.

Os objetos posicionados na areia representam dos 513 deputados federais e 81 senadores do país. 

O movimento teve início na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro com organização da ONG Rio de Paz e apoio da Organização das Nações Unidas (ONU).
O presidente do NAE, Léo Vieira, falou sobre a importância da manifestação. "Queremos uma mudança da postura dos parlamentares frente aos indícios de corrupção na administração pública e no meio empresarial e cobrar maior atuação do Ministério Público frente às denuncias", explicou










Fonte:G1

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Brasil:Presos 15 de 3 famílias acusados morte de 95 pessoas


Uma operação policial desencadeada na terça-feira na região nordeste do Brasil prendeu até ao momento 15 membros de três famílias, acusados pelo assassínio de 95 pessoas, segundo informações da imprensa local.


A operação, denominada «Laços de Sangue», é realizada em conjunto pela polícia civil e polícia militar da Paraíba e do Rio Grande do Norte, ambas regiões do nordeste brasileiro.


Os detidos são acusados de execuções planeadas, todas motivadas por questões banais, ligadas a rixas familiares históricas, que terão tido início ainda na década de 1950.


Fonte:DiárioDigita

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Político volta a comparar PB e PE e aponta avanços e atrasos

Incluídos e excluídos: político de CG volta a comparar PB e PE e aponta avanços e atrasos nos dois EstadosPolítico volta a comparar PB e PE e aponta avanços e atrasos

O vereador campinense Olímpio Oliveira (PMDB) cobrou na manhã desta quarta-feira, (21), da classe política da Paraíba um engajamento maior em torno das obras do Projeto de Transposição das Águas do Rio São Francisco e disparou: “Nós temos na Região Nordeste outro Brasil, ou seja, temos o Nordeste dos incluídos e o Nordeste dos excluídos".

Na parte do Nordeste incluído, Olímpio disse que estão os estados de Pernambuco, Ceará e Bahia e nos excluídos os demais estados nordestinos. "É chegada a hora de erradicar de vez essas diferenças. "Precisamos levantar nossa voz, afinal nós somos Nordeste também. Esses estados já receberam demais, temos que acabar com as desigualdades regionais e para isso precisamos do empenho dos políticos", disse.

O vereador esteve visitando as obras do Rio São Francisco no final do ano passado e constatou que estavam paradas e que até hoje os trabalhos naquela área continuam na mesma letargia. Ele destacou que as obras em Pernambuco estão quase concluídas e que já existem, no curso do canal, empreendimentos do Japão e França se instalando para alavancar a economia do vizinho estado de PE.

“Posso afirmar com convicção que do lado de Pernambuco as obras tem andado bem, o canal está praticamente pronto, as estações elevatórias também. Vi e tenho fotos de lá e estão praticamente prontas, inclusive chegando empreendimentos do Japão e França e aqui o que se ver é essa letargia que lamentavelmente nos preocupa será que nós não precisamos de fato dessa água?”, desabafou.

Olímpio disse estar sem entender até agora por que a classe política da Paraíba não está fazendo nada para cobrar dos governos estadual e federal as obras de Transposição das Águas do Rio São Francisco. “Não sei quais são as conveniências e as circunstâncias que nós não presenciamos uma luta mais aguerrida para que esse projeto seja concluído. Não sei por que a classe política de Campina Grande não está fazendo nada. Não entendo porque nossos deputados estaduais, federais, senadores e o próprio governador não se preocupam na medida em que deveriam se preocupar com este tema”, frisou.

O vereador destacou também que até o presente momento, o único Projeto apresentado pelo governo do Estado foi o do Canal Litorâneo, que ocorre com a saída das águas do Açude Epitácio Pessoa para o Acauã e que vai para as terras mais ricas da Paraíba. “Isso é um absurdo, uma água que era para irrigar o semiárido, o único projeto que a PB tem é para irrigar a área litorânea, então não posso ficar calado diante disso”, ponderou.

Olímpio disse ainda que Campina Grande perdeu muito espaço no seu parque industrial por falta de uma segurança hídrica e citou exemplo como a Betonita, que saí da cidade de Boa Vista, passa por Campina para ser beneficiada em João Pessoa ou em Natal. “As indústrias que eram instaladas na Rainha da Borborema foram transferidas para a capital porque não existe segurança hídrica na nossa cidade”, pontuou.

“Temos mais de 50% das cidades paraibanas com déficit hídrico e as obras da Transposição na Paraíba continuam paradas no Lote 12, compreendidos entre as cidades de Sertânia e Monteiro. Repito não entendo porque a classe política não está se mobilizando para cobrar dos governos estadual e federal”, finalizou.

O espaço abaixo está reservado para seus comentários em prol dessa luta, aproveitem!!!


 Fotos obras da Transposição das Águas do Rio São Francisco, correspondente ao Lote 09, localizado no município de Floresta-PE













Simone Duarte (@sireporter)

PB Agora

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Prática de 'briga de galo' é proibida pela Justiça na Paraíba.


A prática das brigas de galo na Paraíba foi proibida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) por unanimidade na manhã desta quinta-feira (1º). Quem deverá fiscalizar as possíveis práticas de maus tratos será a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).


A briga de galo, sob todos os ângulos, se constitui em ato de crueldade para com os animais"
Marcos William, juiz
A decisão modificou a sentença da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital, que havia concedido a segurança, reconhecendo o direito da Associação dos Criadores e Expositores de Raças Combatentes do Estado da Paraíba, para continuar a praticar o esporte Galismo, popularmente conhecido como “rinha de galo”. Havia sido determinado, ainda, que a Sudema se abstivesse de proibir o livre exercício do “esporte”, e de aplicar multas, além suspender qualquer multa já aplicada.


A Sudema, por sua vez, pediu que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) fosse intimado para compor o processo e fiscalizar a prática, já que o órgão não se considera competente para proceder esse tipo de fiscalização e autuação.


Segundo o relator, tal atividade é proibida por lei. “O denominado 'evento esportivo', nada mais é que um acontecimento de extrema crueldade contra as aves concorrentes”, afirmou o juiz Marcos William. O magistrado citou, também, o parecer ministerial que destacou “ainda que os denominados galistas entendam a prática como esporte, a briga de galo, sob todos os ângulos, se constitui em ato de crueldade para com os animais, isto porque os galos, quando levados à rinha, brigam até que um deles caia prostrado ao chão e mortalmente ferido”.

Fonte: G1 PB

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