Não sei baseado em que o articulista afirma que “nem os
próprios partidários históricos do PT se animam com o projeto de candidatura
própria”. Ele deve ser míope ou está criando factóides, pois o que se viu no
evento referido foi a legítima, democrática e espontânea participação dos
filiados ao PT, de simpatizantes da candidatura proposta e muito mais da
população petrolinense que deu o aval ao projeto político discutido naquele
momento.
A candidatura de Odacy nasce de baixo para cima, como
qualquer planta que se semeia e se cuida com zelo e carinho. Ela não vem de
oligarquias e muito menos de imposições articuladas em gabinetes sem a
participação efetiva do povo, sem ouvi-lo, sem perguntar se o melhor seria o
candidato A, B ou C. Qualquer projeto, seja ele político ou não, que surge de
cima para baixo, tem muita probabilidade de não decolar ou decolar com
turbulência, o que seria desastroso para todos os “passageiros e tripulação”.
Quanto a presença de nomes de “peso” naquele palanque,
tão comentado pelo articulista, vale salientar que o maior peso dessa
candidatura consiste no apoio do povo, que é quem tem voto, elege ou destitui
do cargo qualquer governante ou parlamentar. O palanque do PT é formado de
povo, pois o partido nasceu da vontade popular que se aliou aos sonhos do
presidente LULA e de tantos outros que assim como ele, alimentavam a esperança
de melhores dias para os menos favorecidos, os discriminados, os expurgados da
sociedade, e que viram o sonho se transformar em realidade em dois mandatos consecutivos
de LULA e agora no da presidenta DILMA.
A Estrela do PT, na bandeira do partido, é quem nos guia
no caminho certo, o seu brilho o seu fulgor nos ajuda a transpor caminhos
tortuosos e obscuros. No PT todos são “estrelas”, todos são de “peso”. Solitária
mesmo só a Estrela.
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