
O Parapan do México começou no último domingo com a participação de 1.500 atletas de 24 países. Desses, 222 são brasileiros. Eles tentarão ajudar o país a repetir o feito do Parapan de 2007, quando o Brasil terminou no primeiro lugar no quadro de medalhas. Para os pernambucanos, vale a pena ficar atento ao evento já que o estado está bem representando no torneio esportivo.
Uma das atletas que tem tudo para levar a bandeira de Pernambuco ao lugar mais alto do pódio éa tenista Natália Azevedo, de 17 anos. Há oito anos, ela mora no Distrito Federal, mas carrega no sangue o gene guerreiro do estado. A jovem disputará o Parapan na modalidade tênis em cadeira de rodas, que ainda não começou.
Natália precisou amputar as duas pernas quando era criança. Ela foi atropelada por um ônibus, mas o acidente não tirou a alegria de viver da pernambucana, que também já se aventurou na natação. Hoje, Natália não quer saber das piscinas, pois se encantou com o tênis.
- É o esporte mais emocionante e apaixonante. Você tem que pensar bastante e se sente mais dentro do esporte.
Uma das atletas que tem tudo para levar a bandeira de Pernambuco ao lugar mais alto do pódio éa tenista Natália Azevedo, de 17 anos. Há oito anos, ela mora no Distrito Federal, mas carrega no sangue o gene guerreiro do estado. A jovem disputará o Parapan na modalidade tênis em cadeira de rodas, que ainda não começou.
Natália precisou amputar as duas pernas quando era criança. Ela foi atropelada por um ônibus, mas o acidente não tirou a alegria de viver da pernambucana, que também já se aventurou na natação. Hoje, Natália não quer saber das piscinas, pois se encantou com o tênis.
- É o esporte mais emocionante e apaixonante. Você tem que pensar bastante e se sente mais dentro do esporte.
O primeiro bom resultado de Natália surgiu há dois anos. Em 2009, ela sagrou-se campeão individual e de dupla no Parapan juvenil da Colômbia. Agora, ela quer repetir o feito para atender um pedido da família.
- Quando eu tava vindo para cá minha mãe disse que sou uma guerreira e posso conseguir a medalha.
A aposta não apenas “corujice materna”. O treinador de Natália, Josimário Ferreira, garante que a pernambucana tem tudo para se dar bem no Parapan do México.
- Ela é uma menina apaixonante e a gente sabe que vale ouro.
- Quando eu tava vindo para cá minha mãe disse que sou uma guerreira e posso conseguir a medalha.
A aposta não apenas “corujice materna”. O treinador de Natália, Josimário Ferreira, garante que a pernambucana tem tudo para se dar bem no Parapan do México.
- Ela é uma menina apaixonante e a gente sabe que vale ouro.

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