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O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil apresentou, nesta quarta-feira (07), Edeivison Adriano Rodrigues dos Santos (foto 1), suspeito de envolvimento com tráfico de drogas e homicídios no bairro de Santo Amaro, área central do Recife. Segundo o delegado Joselito Amaral, gestor do DHPP, ele é investigado em 12 inquéritos de homicídio e em outros dois de tentativa de homicídio.De acordo com a Polícia Civil, ele foi preso na noite da última terça (06), durante operação na Cidade Tabajara, em Olinda; desde dezembro de 2010, o suspeito é foragido da Penitenciária Agroindustrial São João, em Itamaracá, onde cumpria pena por homicídio.A polícia informa ainda que uma disputa territorial teria motivado os crimes pelos quais o suspeito é acusado. "Ele era considerado um dos alvos prioritarios do Estado, pela sua forma contumaz de atuação no tráfico e na prática de homicídios. Ele era comparsa de Júnior Box, um traficante que atualmente está preso em Catanduvas [PR]. Com a saída de Júnior Box de circulação, ele tenta assumir o narcotráfico, eliminando os antigos comparsas", explicou o delegado.A investigação aponta que a atuação dele aconteceria em quase toda a capital, mas prioritariamente nos bairros de Santo Amaro, Recife Antigo, Coque e Joana Bezerra.Antes de ser encaminhado para o Centro de Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, ele vai ser ouvido por causa dos inquéritos nos quais está sendo investigado. "A prisão dele foi um duro golpe no tráfico de drogas. Essa forma de combate à venda de entorpecentes, de maneira transversal, relacionando também à redução dos homicídios na capital, fez com que ele figurasse como um dos mais procurados do Estado", reforçou o delegado Amaral.Outro ponto que a Polícia Civil vai investigar diz respeito ao documento de identidade (foto 2) que foi apreendido com o suspeito no momento em que ele foi preso. O delegado informou que o RG - em nome de Fernando Gomes da Silva - tem carimbo de verdadeiro, dado por um cartório do Grande Recife. A polícia quer apurar a participação de funcionários desse cartório na autenticação de um documento falso pertencente a um suspeito de crimes.Fonte:PE360graus
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