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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Petrolina com risco médio para epidemia de dengue


Petrolina apresenta risco médio para uma epidemia de dengue, pelo menos é o que aponta o resultado do último Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), feito na semana passada, neste município sertanejo. Nos bairros onde o índice de infestação estão mais elevados - a exemplo do Antônio Cassimiro, Terras do Sul e Pedra Linda, todos na zona leste - as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue serão intensificados.
"A partir do LIRAa, diagnosticamos as regiões onde precisamos trabalhar de forma mais intensa para reduzir o problema da dengue. O mais importante é não descuidar, nem mesmo das áreas onde apareceram os menores índices", destaca o gerente de Endemias da prefeitura de Petrolina, Jailson Araujo.
Além dos trabalhos técnicos desenvolvidos pelos agentes de combate a endemias, a Secretaria de Saúde também realiza um trabalho de envolvimento e conscientização junto à população, dando dicas de como evitar os criadouros do mosquito transmissor da dengue.



Fonte:NE10

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Petrolina intensifica combate à dengue


Até sexta- feira (04), 114 profissionais de combate a endemias- entre supervisores, técnicos de laboratório e agentes realizam em Petrolina, Sertão de Pernambuco, mais um Levantamento do Indice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa). A ideia é reforçar ou modificar as iniciativas que têm sido desenvolvidas no sentido de combater o mosquito transmissor da dengue. Na última pesquisa, Petrolina ficou com o índice de infestação predial em 1%, o que para o Ministério da Saúde aponta um risco médio de epidemia da doença.
Além do levantamento, a equipe de Endemias da Secretaria de Saúde de Petrolina realiza ainda um trabalho educativo com a população, através de palestras e distribuição de folders. A comunidade também pode ajudar encaminhando denúncias de criatórios ou tirando dúvidas através do e-mail denguepetrolina@gmail.com. 
“Continuamos combatendo o Aedes aegypti porque esse é um trabalho que não cessa. Para manter o município com um baixo risco de infestação, precisamos ser eternamente vigilantes. Neste trabalho, contamos com o apoio das secretarias de Infraestrutura, Educação e Ordem Pública, que colaboram, em suas respectivas áreas de atuação, para reduzir cada vez mais o número de casos da doença e manter o nosso índice num patamar de baixo risco para epidemia”, frisa a secretária de Saúde de Petrolina, Lucia Giesta

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Municípios de PE receberão R$ 5,3 milhões para combater a dengue




Um total de R$ 5,3 milhões será repassado aos municípios de Pernambuco para financiar o combate à dengue. A verba é do Ministério da Saúde e, para ter acesso a ela, os gestores precisam apresentar, até o dia 15 de dezembro, um plano de contingência contra a doença. O valor total a ser gasto no país chega a R$ 90 milhões – a medida foi anunciada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Entre as metas deve estar o número de agentes de controle responsáveis pelas visitas domiciliares, o levantamento de infestação das larvas do mosquito (LIRA), adoção de mecanismos para a melhoria do trabalho de campo, adequação da rede primária para atender os casos em sua área de atuação e notificação dos casos graves suspeitos.

Em todo o Brasil, 989 municípios devem ser contemplados. As ações precisam ser aprovadas pela comissão que reúne representantes do estado e dos municípios. Atualmente há 90 mil agentes de vigilância em saúde atuando no país.

Secretarias de saúde estaduais e municipais devem prestar apoio técnico para execução do plano. Os planos de contingência e termos de compromisso serão analisados pelo Ministério.

Fonte: G1

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Agentes comunitários de saúde intensificam combate à dengue em Petrolina


Até a próxima quinta-feira (27), agentes comunitários de saúde de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, devem intensificar as ações de combate ao mosquito transmissor da Dengue, nos distritos de Nova Descoberta, Rajada e Pau Ferro.
Inspeção de domicílios, dicas educativas, eliminação de depósitos e criadouros são algumas das iniciativas que devem ser desenvolvidas junto à população. Entre agentes e supervisores de campo, a equipe deve contar com cerca de 50 profissionais.
"Hoje o Ministério da Saúde comprova que a maioria dos criadouros estão dentro das casas e justamente por isso temos que conscientizar a população que o combate à dengue é um dever de todos. Com ações simples, que levam poucos minutos, podemos ajudar a eliminar o mosquito transmissor da doença e nas nossas atividades passamos essas dicas e informações para a comunidade", enfatiza o gerente de Endemias de Petrolina, Jailson Araújo.

A iniciativa de combater o Aedes aegypti pode contar com o apoio da população. Além de ter evitar acumular em casa itens que possam se transformar em criadouros do mosquito, o cidadão que quiser tirar dúvidas ou fazer denúncias pode ligar para o Disk-Dengue através do número (87) 3864.0645 ou enviar e-mail para denguepetrolina@hotmail.com.













Fonte:NE10

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Secretaria de Saúde confirma nona morte por dengue na Paraíba

 

Novo caso foi registrado no boletim epidemiológico de 2 a 8 de outubro.
Apesar de morte, índice de cura é de 99%, segundo Estado.


A Secretaria de Saúde da Paraíba confirmou na terça-feira (18) a nona morte por dengue este ano no estado. De acordo com o boletim epidemiológico, os casos foram registrados Guarabira, Catolé do Rocha, Campina Grande, Caturité, João Pessoa, São José de Piranhas e Cajazeiras. Apesar do número ter aumentado, a secretaria afirma que o percentual de cura da dengue no estado é de 99,9% e apenas 0,1% dos casos teria evoluído para óbito.
O boletim divulgado na terça-feira (18) traz dados da semana epidemiológica número 40, que compreende o período de 2 a 8 de outubro. O mais recente levantamento revela que, além dos óbitos na primeira semana do mês, foram notificados 21 casos suspeitos de dengue nos municípios de Cabedelo (cinco), João Pessoa (15 casos) e Pitimbu (um).
Nesse período, foram confirmados 92 casos de dengue clássica e um caso de dengue com complicações, todos notificados em períodos anteriores e que foram encerrados na semana 40.








Fonte: G1

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Em Pernambuco e no Piauí, sujeira em hospitais aumenta número de casos de infecções


TERESINA e RECIFE - 

O bancário aposentado Antônio Carlos Lustosa, de 70 anos, foi internado num hospital de Teresina, em abril deste ano, com sintomas de dengue. A doença evoluiu para uma pneumonia e, após a internação, Lustosa sofreu um infarto com quadro de edema pulmonar. No terceiro dia, entrou em coma e foi internado na UTI com apenas 10% de chances de sobreviver, garantiam os médicos. Mas o bancário aposentado se recuperou e, sete dias depois, deixou a UTI. Sua filha, Zenaide Lustosa, conta que o pai passou a receber visitas e iniciou a fisioterapia.


- Seu estado era de melhora. Ele requeria cuidados, mas partindo para a recuperação - recorda Zenaide.

Ela conta que, repentinamente, o quadro de saúde de Lustosa se agravou por causa de uma infecção generalizada provocada por uma bactéria.

- A causa de sua morte foi provocada por infecção hospitalar. Naquele momento, o sofrimento é tão grande que não se pensa em responsabilizar o hospital - diz Zenaide, que testemunhou a unidade onde o pai estava internado sendo invadida pela água da chuva durante uma enchente, chegando próxima à UTI.

Zenaide recorda que a infecção generalizada atingiu de forma tão forte seu pai, que os medicamentos ministrados não davam mais resultado. Os casos de morte por infecção hospitalar nos hospitais do Piauí, quase sempre lotados, são cada vez mais comuns. De acordo com a diretora de Vigilância à Atenção Básica de Saúde do Piauí, Telma Evangelista, a Secretaria estadual de Saúde não tem uma comissão para centralizar as ocorrências. Cada hospital possui seu próprio grupo para cuidar da doença.

- A taxa de infecção ainda é muito alta, nem sempre os cuidados para se ter uma situação asséptica necessária para um hospital são tomadas. Além disso, há um uso indiscriminado de antibióticos que faz com que as pessoas não adquiram resistência aos micro-organismos. Isso é um fator importante que contribui para as infecções.

Já em Pernambuco, a Secretaria estadual de Saúde contabilizou 146 casos de infecção hospitalar provocada pela bactéria Klebsiella pneumoniae (KPC), entre outubro de 2010 e julho de 2011, período em que foram registradas 41 mortes possivelmente relacionadas ao micro-organismo. No entanto, só dois óbitos tiveram confirmação oficial de terem sido provocados pela KPC. O surto da infecção atingiu 29 hospitais da região metropolitana de Recife, segundo a coordenadora estadual de Controle da Infecção Hospitalar, Marilene da Silveira Barros.


Fonte:oglobo

domingo, 11 de setembro de 2011

Pesquisa da Fiocruz/Imip vai investigar ocorrência de dengue em bebês.


Quase não existem informações que ajudem a identificar a dengue em crianças menores de um ano. Os sintomas fazem a doença ser confundida com viroses e infecções. Para acabar com a dúvida, uma pesquisa inédita no país está sendo feita pela Fiocruz Pernambuco em parceria com o Instituto de Medicina Integral (Imip). A pesquisa deve terminar em janeiro de 2013.

Até janeiro de 2012, 400 bebês e suas respectivas mães passarão a ser acompanhados de perto. Primeiro, elas precisam fazer um exame para saber se tiveram dengue ou não. Já os bebês serão separados em grupos: em um, aqueles que estiverem no 2º, 6º e 10º mês de vida. Em outro, os que têm quatro, oito e doze meses de nascido.

Para todos, o mesmo procedimento: coleta de sangue para saber quem teve dengue, quando isso aconteceu e durante quanto tempo o anticorpo transmitido pela mãe, que é responsável pela defesa natural contra a doença, agiu no corpo do bebê. Outro detalhe: quem tiver febre deverá ser examinado, no menor tempo possível, pela equipe médica.

Para a pediatra responsável pela pesquisa, Cynthia Braga
, assim vai ser possível identificar qual a frequência da dengue, como ela se manifesta e se os anticorpos das mães que já tiveram a doença podem agravar ou não a situação dos bebês com dengue. “Muitas vezes a doença não é reconhecida pelo clínico. Não se sabe qual a freqüência de infecção nessa faixa etária. Esse estudo traria algumas informações que seriam importantes tanto para as autoridades quanto para os profissionais de saúde”, diz Cynthia Braga.


Fonte: pe360graus

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