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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lula não descarta voltar a disputar a Presidência

Dona Marisa e o ex-presidente Lula após raspar a barba e o bigode devido ao tratamento de cãncer nas laringe Foto: Ricardo Stuckert / Divulgação
"Assim como não tenho coragem de dizer que vou concorrer a alguma coisa em algum momento, não tenho coragem de dizer que não vou". A declaração foi dada pelo ex-presidente Lula numa reportagem publicada na edição desta semana da revista americana "The New Yorker". Na reportagem, sobre o governo Dilma, Lula, ao ser perguntado se consideraria voltar a disputar o cargo de presidente, não descarta a possibilidade.
"Não existe isso de ficar fora da política para sempre. Só a morte pode tirar um político da política para sempre. Olhe o Jimmy Carter: teve uma Presidência falha, e agora é o melhor ex-político na política. Eu o admiro. E Clinton - nunca vai perder sua importância. Então, o que vai acontecer no futuro? Eu não sei. Eu já cumpri meu papel no Brasil", diz Lula na reportagem.
Segundo o ex-presidente, "se Dilma quiser concorrer à reeleição, é o direito dela. Ninguém pode negá-lo. Só há um jeito de ela não concorrer à reeleição: se ela não quiser". Lula diz ainda que há hoje no país "muitos jovens que estão no lugar certo para concorrer à Presidência" - para afirmar, porém, em seguida, que continuará na política, e viajando por outros países. "Não nasci político. Estive fora da política até os 31 anos. Mas sei que vou morrer político. É minha vocação", disse Lula, que deu a entrevista no início de agosto, antes do diagnóstico de câncer.










Fonte:MagnoMartins

domingo, 30 de outubro de 2011

Eduardo é candidato a presidente, confidencia Guerra



 Historinha contada por Marisa Gibson, na coluna política do DP hoje:


Um amigo comum de Eduardo Campos (PSB) e de Sérgio Guerra (PSDB) revelou ao governador que o deputado tucano lhe assegurou que ele é candidato à Presidência da República em 2014. Eduardo deu um sorriso largo e mandou um recado de volta: “Diga a Sérgio, que eu imaginava que ele fosse meu amigo”. 

O teor desta conversa não é novidade - nem o comentário nem a resposta - mas dela se sobressaem duas evidências. A primeira é a de que a insistência em se colocar tão cedo em pauta uma possível candidatura de Eduardo a presidente pode funcionar como uma queimação. A segunda é a de que se o cavalo passar selado, Eduardo será, sim, candidato à Presidência da República, embora seu roteiro oficial seja o de apoiar a reeleição da presidente Dilma em 2014 e se preparar para 2018. Só que na política se age mais em função de oportunidades do que de prazos. Além disso, a estratégia que vem sendo colocada em prática por Eduardo, acumulando forças para seu projeto nacional, tem sido tão intensa e tão explícita que ninguém acredita que seus propósitos são mesmo para 2018.

















Fonte:MagnoMartins

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