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sábado, 19 de novembro de 2011

Ciro desafia Eduardo Campos



Ao anunciar, ontem, numa entrevista ao VOL, que pode, mais uma vez, disputar à Presidência da República, o ex-ministro Ciro Gomes acabou de vez com o sossego do governador Eduardo Campos, que até então voava no plano nacional em céu de brigadeiro.
Ciro se apresentou como mais preparado do que o seu concorrente dentro do PSB e passou a idéia de que, para se colocar como uma alternativa ao País é preciso, antes de qualquer coisa, conhecer as peculariedades desta grande nação tropical.
Na prática, ter mais estrada, na medida em que destaca o fato de já ter passado em 380 cidades mineiras, 200 municípios do Rio Grande do Sul, ou conhecer o que está se passando no Vale do Jequitinhonha ou saber de cor as saídas econômicas para o colapso do criatório de gado intensivo, além da competição desigual do arroz do Uruguai em relação ao arroz do Rio Grande do Sul.
Ciro fala com conhecimento de causa, é muito preparado, já disputou duas eleições presidenciais, foi o melhor prefeito de Fortaleza, liderou o ranking dos governadores do Datafolha quando governou o Ceará e fez sua marca como ministro da Fazenda.
Mas, se quiser tentar novo voo nacional terá que procurar outra legenda. No PSB, quem manda é Eduardo, que sonha acordado em ser presidente.
















Fonte:MagnoMartins

domingo, 30 de outubro de 2011

Eduardo é candidato a presidente, confidencia Guerra



 Historinha contada por Marisa Gibson, na coluna política do DP hoje:


Um amigo comum de Eduardo Campos (PSB) e de Sérgio Guerra (PSDB) revelou ao governador que o deputado tucano lhe assegurou que ele é candidato à Presidência da República em 2014. Eduardo deu um sorriso largo e mandou um recado de volta: “Diga a Sérgio, que eu imaginava que ele fosse meu amigo”. 

O teor desta conversa não é novidade - nem o comentário nem a resposta - mas dela se sobressaem duas evidências. A primeira é a de que a insistência em se colocar tão cedo em pauta uma possível candidatura de Eduardo a presidente pode funcionar como uma queimação. A segunda é a de que se o cavalo passar selado, Eduardo será, sim, candidato à Presidência da República, embora seu roteiro oficial seja o de apoiar a reeleição da presidente Dilma em 2014 e se preparar para 2018. Só que na política se age mais em função de oportunidades do que de prazos. Além disso, a estratégia que vem sendo colocada em prática por Eduardo, acumulando forças para seu projeto nacional, tem sido tão intensa e tão explícita que ninguém acredita que seus propósitos são mesmo para 2018.

















Fonte:MagnoMartins

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