Mostrando postagens com marcador Ministério da agricultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministério da agricultura. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2011

Vacinação contra aftosa começa nesta segunda-feira, em Pernambuco


A partir desta segunda-feira (14), tem início a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, para imunizar o rebanho bovino e bubalino do estado de Pernambuco. O objetivo da campanha é cumprir uma das metas estabelecidas em um protocolo assinado pelo Ministério da Agricultura com os estados de Pernambuco, Piauí, Maranhão e Pará. O objetivo do protocolo é certificar esses estados, futuramente, como áreas livres de febre aftosa com vacinação, rompendo barreiras comerciais.
De acordo com Ranilson Ramos, o secretário de Agricultura e Reforma Agrária de Pernambuco, a meta é que em maio de 2012, Pernambuco já seja território livre da aftosa. “Pernambuco e mais oito estados do Brasil ainda têm essa barreira da aftosa, que proíbe a comercialização de animais e derivados com o resto do país. Os estados considerados territórios livres de aftosa não podem receber nossos animais e nós não podemos receber os deles, a não ser que sejam submetidos a quarenta, o que traz um prejuízo muito grande”, explica.

Além da vacinação, o controle da circulação de animais nas fronteiras estaduais é uma das ações previstas para evitar a doença, de acordo com o secretário. “Iremos fechar as fronteiras, proibindo a entrada de animais da Paraíba para o Ceará, a partir do momento em que formos decretados ocmo área livre de aftosa”, afirma.

A divulgação da campanha está sendo realizada na 70ª Exposição Nordestina de Animais e Produtos Derivados, que segue até este domingo (13), no Parque de Exposições do Cordeiro, no Recife.

Os criadores devem adquirir a vacina em lojas de produtos agropecuários cadastradas na Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro). Cada dose da vacina custa, em média, R$ 1,50, e deve ser aplicada por um técnico, que assinará o certificado de vacinação. A imunidade do animal fica comprovada mediante a apresentação do certificado e da nota fiscal de compra da vacina.

O produtor que não vacinar o seu rebanho fica impedido de tirar a Guia de Transporte Animal (GTA), indispensável para o transporte legal de animais, e pagará multa no valor de R$ 138 por animal em situação irregular.

De acordo com a Secretaria de Agricultura, em 2011, o governo do estado investiu R$ 5,5 milhões na erradicação da doença. Na primeira etapa da campanha, foram vacinados 2,1 milhões de animais. Nesta segunda fase, a estimativa é que esse número suba para 2,2 milhões. Áreas consideradas de risco, como assentamentos, territórios quilombolas e regiões indígenas, receberam do Ministério da Agricultura 400 mil doses da vacina.











Fonte:G1

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

ProMusa apresenta novo livro da Embrapa sobre Sigatoka-negra


Durante o Simpósio Internacional do ProMusa-ISHS: Bananas e Plátanos, bananicultores de todo o país vão poder se atualizar quanto à Sigatoka-negra, a mais grave doença da cultura. Além da palestra “Fitopatologia – controle de doenças”, que será ministrada pelo pesquisador Zilton Cordeiro, a Embrapa Mandioca e Fruticultura, de Cruz das Almas, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), vai apresentar sua mais recente publicação sobre o assunto.
“Recomendações técnicas sobre a Sigatoka-negra da bananeira” é o nome do livro, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os pesquisadores Zilton Cordeiro e Aristóteles Matos são os editores técnicos, junto com Sebastião Silva, pesquisador aposentado da Embrapa e atualmente professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Também participam como autores os pesquisadores Janay Santos-Serejo e Maurício Coelho Filho, o analista Hermínio Rocha e a bolsista de pós-doutorado Lucymeire Lino.
A publicação traz oito capítulos ricamente ilustrados em que são abordados: Aspectos gerais sobre a bananicultura no país e a doença; O patógeno e sua distribuição geográfica; Danos e importância econômica; Desenvolvimento de sintomas e diagnose; Influência de variáveis climáticas no desenvolvimento da doença; Melhoramento genético da bananeira para resistência à Sigatoka-negra; Variedades de banana resistentes; e Controle integrado da doença.

A doença
A Sigatoka-negra tem como causador o fungo Mycosphaerella fijiensis, que ataca as folhas de bananas e plátanos de forma bastante agressiva. Reduzindo a área fotossintética, diminui o vigor da planta, o que resulta em perdas de até 100% da produção, a depender da cultivar, das condições ambientais e dos manejos culturais. A doença está presente nos principais países produtores dos continentes americano, africano e asiático. No Brasil, está nas principais regiões produtoras.
Recomendações
A adoção de cultivares resistentes, que dispensam o uso de agrotóxicos – prática de elevado custo e com implicações ambientais – é a estratégia da Embrapa Mandioca e Fruticultura no combate à Sigatoka-negra. Desde 1983, a Unidade investe num programa de melhoramento genético que visa obter cultivares resistentes, produtivas, com porte reduzido e menor ciclo de produção. “A caracterização e a avaliação do comportamento de novas cultivares, em diferentes condições, são essenciais ao programa e se constituem numa solução definitiva para o problema”, explica Sebastião Silva, que foi, por 20 anos, o melhorista responsável pelo programa, considerado o melhor do mundo.
A unidade já lançou e recomendou diversas variedades resistentes – Caipira, Thap Maeo, Fhia-18, Maravilha, Pacovan Ken, Japira, Vitória, Caprichosa e Garantida – que são citadas no livro. A publicação traz, ainda, dicas de diferenciar os sintomas da Sigatoka-negra e da Sigatoka-amarela, como escolher o sistema de irrigação adequado, como remover e descartar folhas contaminadas e como utilizar o manejo integrado. Além disso, os autores destacam a importância que a temperatura, a umidade relativa do ar, as chuvas e os ventos têm para o estabelecimento e a disseminação da doença.

Importância da banana
Embora o país não seja um grande exportador - apenas 3% de sua produção vai para o mercado externo - a bananicultura tem grande importância no agronegócio brasileiro: são sete milhões de toneladas anuais, o país é o quarto maior produtor mundial e a agricultura familiar é responsável pela maior parte da produção. “A banana tem enorme importância na geração de renda e na fixação do homem no campo”, afirma Zilton Cordeiro. É, também, uma das culturas preferidas em projetos públicos de irrigação, devido à amplitude do mercado e ao retorno rápido após o primeiro ciclo.
Jornalista: Léa Cunha
(DRT-BA1633)Embrapa Mandioca e Fruticultura
Telefone: (75) 3312-8076
Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)

Capa de Jornais

Seguidores

Eventos e Premiações

Leia mais...

Arte e Cultura

Leia mais...

Educação

Leia mais...

Polícia

Leia mais...

Transito

Leia mais...