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domingo, 22 de abril de 2012
Deputado Acelino “Popó” Freitas vai participar de encontro do PRB em Juazeiro
segunda-feira, 26 de março de 2012
Balanço das ações de fiscalização no comércio de carne em Juazeiro
A Adab apreendeu 450 quilos de carne caprina transportada de forma inadequada nas estradas da região. Já a Vigilância Sanitária de Juazeiro recolheu cerca de 800 quilos, apenas no mercado varejista da cidade, entre carne de diversas espécies como bovina, caprina, suína, ovina e aves.
As fiscalizações começaram na última segunda-feira (19) nos estabelecimentos comerciais da cidade. Como as apreensões ocorreram dentro do município, a Vigilância Sanitária de Juazeiro foi responsável pelo preenchimento dos autos e encaminhamento das carnes para a Adab incinerar o produto. Nove pessoas foram presas e conduzidas à Delegacia de Polícia pela Promotoria de Justiça. Um inquérito policial foi instaurado e os infratores responderão em juízo, pagando fiança estipulada em torno de 10 a 20 salários mínimos.
“As ações terão continuidade na Coordenadoria Regional da Adab de Juazeiro, visando salvaguardar a saúde pública da comunidade juazeirense”, informou o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres, lembrando que todo o material estava fora das determinações legais da Portaria 304, que define as condições corretas para o armazenamento e transporte de alimentos.
O diretor de Inspeção da Adab, Adriano Bouzas, ressalta que o comércio de carne clandestina traz sérios riscos à saúde da população e somente uma ação conjunta pode coibir as infrações. “E ao apreender esse material, estamos prestando um serviço ao consumidor, impedindo que um produto em desacordo com a legislação sanitária chegue à sua mesa”, ressalta.
Na avaliação do coordenador Regional da Adab de Juazeiro, Carlos Kleber, a população também pode ajudar no combate à clandestinidade. “O consumidor precisa exigir a nota fiscal que atesta a origem do produto, verificar a existência dos carimbos com os selos de Inspeção Estadual ou Federal e denunciar os locais de fabricação de produtos de origem animal clandestinos”, finaliza. Para isto a Adab dispõe de escritórios e gerências locais em diversos municípios da cidade. Vale ressaltar que as denúncias podem ser anônimas.
Ascom Adab
quarta-feira, 21 de março de 2012
Órgãos públicos fiscalizam comércio de carne em Juazeiro
Como as apreensões ocorreram dentro do município, a Vigilância Sanitária de Juazeiro foi a responsável pelo preenchimento dos autos e encaminhamento das carnes para a Adab incinerar o produto. As polícias Militar e Civil prenderam três pessoas durante as fiscalizações do primeiro dia de operação e os infratores só serão liberados após pagamento de fiança, determinada pelo Ministério Público, no valor de R$ 12 mil reais.
“Todo esse material estava fora das determinações legais da Portaria 304 que define as condições corretas para o armazenamento e transporte de alimentos”, explica o gerente técnico da Adab em Juazeiro, Fábio Cedraz. “O comércio de carne dessa forma pode trazer sérios riscos à saúde da população e somente uma ação conjunta pode coibir as infrações”, comenta. As carnes de frango, de caprinos e de bovinos apreendidas no primeiro dia de atividade estavam sem nota fiscal e sem o carimbo do Serviço de Inspeção Estadual (S.I.E) e Federal (S.I.F), ou seja, sem a comprovação de que os animais foram abatidos em frigoríficos inspecionados.
“Ao apreender esse material estamos prestando um serviço ao consumidor, impedindo que um produto em desacordo com a legislação sanitária chegue à sua mesa”, ressalta o diretor geral da Adab, Paulo Emílio Torres. As operações de fiscalização vão continuar acontecendo em Juazeiro e municípios vizinhos por tempo indeterminado.
Ascom Adab 21.03.12
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Governo busca soluções para as dívidas dos perímetros irrigados da Região de Juazeiro
As dívidas foram geradas, ao longo dos anos, por um conjunto de motivos, principalmente, pela perda da plantação de goiaba, atacada pela praga nematóide-das-galhas, que levou à erradicação das goiabeiras, causando graves prejuízos aos produtores e a falta de mercado para o coco. Os quatro projetos do perímetro irrigado da Região de Juazeiro têm grande importância econômica e social para os municípios e para o Estado. No total, são 700 famílias, pioneiras na exploração da fruticultura irrigada no Vale do Sub-médio São Francisco, e que por questões alheias às suas vontades, estão pagando hoje um elevado preço por conta desses percalços. Os lotes ocupados pelas famílias geram cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos, e produzem uva, limão, acerola, coco, laranja, pinha, manga e goiaba, dentre outras fruteiras.
Endividados e sem recursos para investir, os produtores trabalham hoje com meeiros, que acabam ficando com a maior parte dos resultados obtidos. “Nós queremos pagar nossas dívidas, mas precisamos de condições para isso. Não podemos perder nossos lotes, que são fruto do trabalho de uma vida inteira”, disse o produtor Joseval Nascimento Pereira, pleiteando meios para sair do impasse.
O secretário Eduardo Salles, ao final da reunião, sugeriu aos presentes o envio de um ofício assinado pelos secretários da Agricultura e da Relações Institucionais e encaminhado à Presidência do BNB e ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, solicitando a suspensão, por pelo menos 120 dias, dos processos de execução dos lotes dos produtores endividados, tempo que se julga suficiente para a reedição de medidas legais e o restabelecimento dos processos de liquidação e renegociação das dívidas.
Iniciado o processo de cobrança judicial das dívidas, intensificado em 2011, foram efetuadas algumas tentativas para estimular a adesão dos agricultores aos benefício da Lei 12.249, não aproveitados pela grande maioria deles, sob a alegação de falta de condições financeiras para a quitação das suas dívidas, mesmo com a redução do valor. Em paralelo, a bancada baiana na Câmara dos Deputados será mobilizada pela Serin, com o objetivo de agilizar a votação da proposta de reedição da lei.
Caso a lei seja reeditada, os líderes dos produtores, por sua vez, se comprometem a mobilizar todos os produtores endividados para que legalizem sua situação rapidamente, evitando problemas como este no futuro.
Conforme explicou o secretário Eduardo Salles, a Lei 12.249 permitiu a remissão das dívidas até R$ 10 mil, e os valores superiores a esse teto tiveram rebates de até 80%. A redução foi significativa, mas como a renegociação implicava em pagamento total, os produtores não tiveram liquidez e centenas deles ficaram de fora desta medida. “Reedição implica em aperfeiçoamento, e é preciso que se estabeleça o prazo de pelo menos um ano para que os produtores possam realizar o pagamento”, analisa o superintendente do BNB, Nilo Meira.
Para o sub-secretário da Serin, Pedro Alcântara, o potencial da agricultura é muito grande na Região de Juazeiro. “Percebemos um momento diferenciado na região. Os produtores não podem perder seus lotes e ficar sem alternativa de vida”, disse afirmando que o governo fará todo esforço necessário para que a Lei 12.249 seja reeditada.
O secretário Eduardo Salles destacou também que as transformações sociais e econômicas que estão acontecendo na região, com a instalação de agroindústrias, sem dúvida, darão sustentabilidade à fruticultura do Vale. “A Casa Valduga está, em parceria com a Special Fruit, se instalando no município para produzir sucos de frutas e vai demandar a produção da região. Da mesma forma, a Ducoco vai montar uma indústria de água de coco, utilizando a produção local, fato que entre outras vantagens vai estimular a ampliação da área plantada na região”.
Veja na íntegra o ofício enviado ao BNB e ao MI
Ascom Seagri/ 9 de fevereiro de 2012
Josalto Alves/ DRT-Ba 931 e Gustavo Rozario/ DRT-Ba 2827
71.9975.2354 - 3115.2794
Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)Assessoria de Imprensa
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Juazeirense anuncia amistoso contra o Itabaiana-SE
A diretoria do Juazeirense confirmou na manhã desta quinta-feira (12) mais um amistoso. O adversário será o Itabaiana -SE, no domingo (15), no Estádio Presidente Médici. Na última partida preparatória para o Campeonato Baiano, o Cancão de Fogo enfrentou o Petrolina, mas o duelo terminou na metade do segundo tempo, após uma confusão generalizada.
Para o treinador Paulo Salles, o confronto contra o time sergipano será um ótimo teste para sua equipe.
-O Itabaiana é uma equipe forte, que sempre entra para ganhar títulos. Será uma partida altamente proveitosa, para que eu possa avaliar meu time. A única preocupação é a viagem que é um pouco longa, mas será um bom teste – disse o treinador ao Bahia Notícias.
O Juazeirense estreia no certame no dia 18 de janeiro, contra o Fluminense de Feira, no Joia da Princesa
Fonte:BNEsporte
domingo, 8 de janeiro de 2012
Amistoso entre Petrolina e Juazeirense termina em confusão
Era para ser mais um teste para o Petrolina e Juazeirense, que estão em reta final de preparação para a temporada 2012. Mas o amistoso realizado neste domingo (8), no Estádio Paulo Coelho, entre as duas equipes, terminou na metade do segundo tempo, em meio a muita confusão.
Tudo começou quando o meia-atacante Cicinho foi agredido fora do lance por um defensor do Petrolina. O árbitro da partida não marcou falta. Logo em seguida todo o time em campo já estavam envolvidos na confusão. O jogo acabou cancelado com o placar de 2 a 1 para os pernambucanos.
Pedro Manta, técnico da Fera Sertaneja, disse que não viu a agressão ao adversário. Só o bate-boca. “Não vi nada disso [agressão]. Apenas discussões. O jogo estava quente, marcação muito forte e provocações de ambos os lados. A rivalidade é muito grande, além disso o juiz estava deixando o jogo rolar. O jogo servia de preparação para as duas equipes, e terminou com uma discussão generalizada. Lamento que tenha terminado assim”, declarou ao Bahia Notícias.
Já Paulo Salles, treinador do Cancão de Fogo, confirmou a agressão ao seu atleta. “O jogo estava truncado no segundo tempo. O zagueiro do Petrolina pegou o Cicinho sem bola. O bandeirinha chegou a levantar a bandeira e depois abaixou. O goleiro deles ainda agrediu o nosso atacante [Da Silva]. Depois disso, foi uma confusão generalizada.
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