Mostrando postagens com marcador Fliporto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fliporto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Fliporto comemora crescimento e confirma que fica em Olinda em 2012

Fliporto comemora crescimento e confirma que continua em Olinda (Beto Figueiroa/Divulgação)



A Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto) teve, em 2011, um público 33% maior do que o do ano anterior: foram 80 mil pessoas, contra 60 mil registradas em 2010. O evento movimentou R$ 10 milhões nos cinco dias, sobretudo nos setores hoteleiro, gastronômico e editorial - em 2010 foram R$ 7 milhões. Os números foram divulgados nesta terça-feira (15) pelos organizadores do evento.
A Fliporto, que começou em Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, se mudou para Olinda no ano passado, consolidando-se no calendário cultura do Estado. De acordo com o curador geral da festa, Antônio Campos, o Sítio Histórico será, novamente, a cidade das letras em 2013. "A Fliporto acontecerá em novembro e o tema será um diálogo entre artes, não mais entre culturas, como esta edição. Assim como o tema, o homenageado também vai ser divulgado em fevereiro do ano que vem", afirmou.
Sobre os convidados - ao todo, foram 20 painéis e mais de 40 autores e personalidades - , Campos não confirmou nenhum nome, apenas disse alguns que “paquera” há anos, como Woody Allen, Paulo Coelho, Isabel Allende e Mario Vargas Llosa. O curador comentou, ainda, que a quantidade e duração dos painéis do congresso literário devem ser reduzidos na próxima edição. “Também vamos diminuir as palestras realizadas pela manhã, concentrando mais na tarde e noite. Um ponto positivo é que este ano a qualidade dos mediadores aumentou", disse.
De acordo com a secretária de Cultura de Olinda, Márcia Souto, este ano, a cidade se preparou melhor para receber a Fliporto. “Os restaurantes se planejaram melhor para atender o público, assim como os hotéis. Além disso, no aspecto cultural, a festa está ajudando a aproximar as pessoas dos escritores locais, o que é ótimo”, falou.
Livro e baobá
A Feira do Livro, que faz parte do evento, vendeu mais de 15 mil exemplares, quatro mil a mais do que a na edição anterior. Na Ecofliporto, braço ambiental da festa, foram plantadas 400 mudas de baobá. Para 2013, Antonio Campos adiantou que o tema ecológico lançará um olhar para os rios.

Fonte: G1

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Erro pode ter dado recorde a escritor Ryoki Inoue, que lança livro em Olinda


O escritor Ryoki Inoue, recorde no Guiness Book como autor mais prolífico do mundo, participou, neste domingo (13), de uma sessão de autógrafos na 2ª Feira de Livros, que faz parte da programação da 7ª Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), em Olinda.
Ryoki Inoue (Foto: Vanessa Bahé/G1)Com 1.104 livros publicados, o escritor conta que um erro de planejamento o fez escrever até três romances por dia. "Assumi três contratos muito perto um do outro e tinha que escrever para cumprir o prazo, ou pagava multa. Me matei durante três meses e escrevi. Por isso, no começo tinha uma produção tão farta", explica.

Atualmente, o escritor conta que diminuiu o ritmo. "Minha rotina é muito mais 'light'. Hoje faço uma média de quatro romances por ano, mas já fiz três por dia", conta. Ryoki Inoue admite que gosta mais de livros de suspense. "Todos os meus livros têm um pouco de suspense, que pode tender para o lado policial ou espionagem", diz.

O escritor disse que a publicação de "O fruto do ventre - Eles querem clonar Jesus", que veio lançar na Fliporto, lhe valeu ameaça de excomunhão da Igreja Católica. O livro conta a história de três padres do Vaticano que resolveram trazer Cristo de volta, clonando o Santo Sudário.
Ryoki Inoue (Foto: Vanessa Bahé/G1)
Inoue diz que a mudança de profissão - ele atuou como médico por 16 anos - se deu por dois fatores: sempre gostou de escrever e a medicina não estava mais trazendo satisfação nem profissional nem material. "E também foi simplesmente uma opção de mudança, porque desde criança gosto de escrever", afirma.

Na Fliporto, Gonçalo Tavares define livro como 'máquina de fazer pensar'

Gonçalo M Tavares, Nelson de Oliveira e Fernando Baéz discutem os porquês de ser escritor (Foto: Katherine Coutinho / G1)


O ofício de ser escritor foi o tema da conversa entre o escritor português Gonçalo M. Tavares e o autor venezuelano Fernando Baéz, no painel "Como e por que sou escritor", mediado por Nelson de Oliveira - o primeiro deste domingo (13), na Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto). As experiências de vida e as concepções sobre o que é a literatura, seu papel no mundo e também a destruição dos livros fizeram parte da discussão, que abordou tanto o lado ocidental como o oriental desses temas.



"Literatura não é apenas contar histórias, ou as histórias que nossos avós contavam seriam livros", acredita Tavares. Para ele, o escritor é aquele que consegue transformar a realidade em algo mais, ir além. "É incrível como nos emocionamos com traços", afirma Tavares, referindo-se tanto a desenhos quando aos traços que formam as letras.

Para os autores, a literatura é capaz de fazer pequenos detalhes virem à tona, coisas que parecem ser insignificantes. "A literatura tem esse poder de melhorar o mundo", concorda Oliveira. "Uma das palavras fundamentais de um escritor é responsabilidade", acredita Baéz, que traduz livros árabes e a temática também aparace em seu romance de estréia, "O tradutor de Cambridge".

Esse papel transformador do livro levou à destruição deles ao longo dos séculos, em ditaduras e regimes opressivos. "Muitas vezes, por preconceito e por medo, os livros eram destruídos", acrescenta Oliveira. "Os livros são destruídos por seus conteúdos, porque são memórias. [...] Ao destruir a memória, você impõe uma outra. Quem impõe a memória, manda", justifica Baéz.

Porém, em algumas culturas, os livros são de fatos sagrados. "Em algumas sinagogas, existem espécies de cemitérios de livro. Eles não se atrevem a jogar fora essas escrituras, são sagradas", conta o venezuelano. "Livros são como igrejas. Você abaixa o tom de voz quando entra numa igreja e também quando entra em uma biblioteca", defende Tavares.

Os escritores concordam, no entanto, que não se pode endeusar os livros: é preciso estar atento também para o papel negativo que eles podem ter. "Os livros nazistas preparam para a entrada do mal sem limites. Temos que ter cuidado ao ver o livro como algo que não é discutido, porque ele está na base da humanidade", alerta Tavares, lembrando das sentenças de morte e de processos que foram transformados em livros.
 A chamada Primavera Árabe também fez parte da conversa, assim como o papel do escritor diante de um movimento como esse. "A Primavera Árabe é uma reação parecida com o que está acontecendo nos Estados Unidos, com o Occupy Wall Street, e na Europa, é a ira popular. Nós escritores não podemos deixar de pensar que somos responsáveis em convocar, em manter viva a atenção sobre esses temas", defende Baéz, lembrando que é papel do escritor ajudar a vencer a censura.

Discutindo se um livro é um provocador, que pode ir mudando pouco a pouco o leitor, o português Gonçalo Tavares afirma que uma obra, sozinha, pode não causar uma revolta, mas muitos livros sim. "Ainda acredito na força dos livros. É muito interessante, não é uma máquina de fazer agir, é uma máquina de fazer pensar", defende, lembrando que a música e a imagem têm forças muito maior que um livro. "Uma imagem forte faz as pessoas agirem, mas elas só vão agir se tiverem lido", acrescenta.

"Nós somos a única espécie no mundo que escreve", lembra Baéz, ressaltando a transcedência do livro. "Tranformamos palavras em livros e livros em pensamentos. É importante perceber isso para se dar conta da trascedência do livro", conta, lembrando que existem livros nas 192 nações reconhecidas pela Organização das Nações Unidas. "Isso nunca aconteceu antes", exulta.

As mudanças no mercado editorial foi outro tema abordado no encontro. Para Baéz, o que está acontecendo é uma mudança, os livros estão migrando para plataformas digitais, mas de forma alguma isso significa a extinção deles como os conhecemos. "É uma evolução, como evoluímos dos papiros", afirma o escritor venezuelano.

Fonte: G1

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Vai para a Fliporto? Então conheça os roteiros turísticos que Olinda oferece



Caixa d´água e elevador panorâmico no Alto da Sé. Imagem: Prefeitura de Olinda / DivulgaçãoO Sítio Histórico de Olinda vai ′respirar` leitura entre os dias 11 e 15 de novembro com a 7ª edição da Festa Literária Internacional de Pernambuco – Fliporto. Uma programação especial - com oficinas, palestras e debates foi montada para quem visitar a Praça do Carmo e o Sítio de Seu Reis, locais que vão abrigar a feira, que este ano terá como tema, questões relacionadas à identidade do Oriente. Mas Olinda vai muito além dos livros e debates. O Sítio Histórico, que recentemente ganhou cara nova, tem bem mais a oferecer.

Confira programação completa da Fliporto

Eventos paralelos foram montados para receber os visitantes e turistas da festa literária. Os eventos incluem gastronomia, turismo e cultura. Tudo pensado para `seduzir` quem resolver dar uma passada na Cidade Patrimônio. Inspirados na obra de Gilberto Freyre, grande homenageado da Fliporto, onze restaurantes da cidade montaram pratos exclusivos para degustar o paladar do oriente ao ocidente. O chef André Saburó, da Quina do Futuro, por exemplo, é convidado do chef César Santos, da Oficina do Sabor, para apresentar o prato Camarão Açúcar, flambados na manteiga e molho agridoce ao perfume de gengibre. O prato surgiu a partir do livro Açúcar, no qual Gilberto Freyre reúne receitas de bolos e doces guardadas por tradicionais famílias nordestinas. (Confira abaixo lista completa dos restaurantes participantes). 

Com aspecto assustador, a casa secular de número 95 da Rua de São Francisco, bem perto do Alto da Sé, vai servir de cenário para a peça Assombrações do Recife Velho, inspirado no livro homônimo do escritor homenageado. Personagens como o papa-figo, Velho Suassuna e o Boca - de – ouro estarão presentes no enredo da peça, que será encenada nos cômodos e jardins do casarão durante todos os dias da Fliporto, sempre em duas sessões: às 18h30 e às 20h30. Para quem não conseguir assistir ao espetáculo durante a feira, a temporada se estenderá no período de 18,19, 25 e 26 de novembro e 2 e 3 de dezembro. Os ingressos poderão ser adquiridos no Estande da Fundação que está localizado na ilha dos estandes da Fliporto e na Fundação Gilberto Freyre.Os ingressos custam R$ 25.

Seguindo pela cidade alta, a sugestão de passeio pelo Alto da Sé nunca é demais. O elevador panorâmico, que foi instalado no local, leva os visitantes a um passeio de 20 metros de altura, oferecendo uma visão provilegiada de 360 graus das cidades de Olinda e Recife. O terraço e as áreas internas do prédio também foram reformados e vão abrigar exposições e outros atrativos. O prédio é a primeira construção em estilo moderno do país, com a ornamentação de `cobogós`. Se a pedida é comprar algum produto local, o Mercado do Artesanato é o ponto ideal. Os artesãos que antes ficavam instalados na lateral da caixa d`água, agora ocupam uma área própria no novo espaço, localizado na Rua Bispo Coutinho de Baixo. A vista, como não poderia deixar de ser, parece ter saído dos mais belos cenários de filme. 

Saindo do Alto da Sé, vale ainda passar no Mercado da Ribeira, que foi construído no final do século XVII e traz características do Brasil colonial. Possui piso em tijolaria e batente em pedra portuguesa. No local, funcionam várias galerias de artesanatos, oficinas de entalhadores, gravuras e pinturas. Aos sábados são realizadas aulas gratuitas de frevo, sempre às 16h. 

Arte também é que não falta. Não é novidade que Olinda é um verdadeiro celeiro de artistas. Tanto que existem 71 ateliês espalhados no Sítio Histórico. Nomes como João Câmara, Tereza Costa Rego, Guita Charifker e outros anônimos, também são opção de um roteiro cultural.

Confira lista do Circuito Gastronômico da Fliporto

1) Beijupirá Olinda
Rua Saldanha Marinho, s/n, Cidade Alta, Olinda, fone 81. 3439-6691 ou 9734-1144

Chef Adriana Didier
Prato: BeijuMada (cozinha brasileira e indiana)
Resumo: filé de peixe passado no curry com especiarias, acompanhado com chutney de pitanga, arroz de capim santo e legumes crocantes
Preço: R$ 48,00 (1 pessoa);

Obs: Mada era o apelido, para os íntimos, de Dona Magdalena, esposa de Gilberto Freyre, ela que comandava a cozinha do Solar de Santo Antônio de Apipucos, atual Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre.

2) Don Francesco Trattoria
Rua Prudente de Morais, 358, Carmo, Olinda, fone 81.3429-3852

Chef Francesco Carreta
Prato: Tagliatelle a Sobrados e Mucambos (cozinha italiana)
Resumo: Talharim,, preparado a mão, com perfume de trufas européias com funghi porcini. Um prato chiquérrimo com trufas raríssimas.
Preço: R$ 39,50 (1 pessoa);

Obs: Sobrados e Mucambos é um dos livros mais conhecidos de Gilberto Greyre, editado em 1936 e considerado uma continuação de Casa Grande & Senzala. Alguns críticos o consideram sua obra prima.

3) Patuá Delícias do Mar
Rua Bernardo Vieira de Melo, 79, Ribeira, Olinda, fone: 81.3055-0833

Chef Alcindo Queiroz
Prato: Peixada a Magdalena Freyre (cozinha brasileira)
Resumo: Peixe cozido acompanhado de legumes e pirão mole feito na hora
Preço: R$ 50,90 (2 pessoas)
Obs: O prato de Alcindo Queiroz é a tradicional peixada pernambucana que Dona Magdalena preparava com maestria para Gilberto Freyre na Vivenda de Santo Antônio de Apipucos, onde moravam com os filhos Sonia e Fernando.

Chef convidado: Yoshi Matsumoto (Sushi Yoshi, Recife)
Prato: Camarão a Sonia Freyre (cozinha asiática)
Resumo: Camarões grelhados com molho asiático. Acompanha arroz japonês.
Preço: R$ 44,90

4) Estação Café
Rua Prudente de Morais, 440, Carmo, Olinda, fone 81.3429-7575

Chef convidado: Claudia Freyre (Engarrafados Bar, Olinda)
Prato: Comidinhas gilbertianas (cozinha brasileira)
Resumo: Pot pourri de salgadinhos e docinhos que Gilberto Freyre amava
Preço: R$ 24,50

Obs: Claudia Freyre é sobrinha-neta de Gilberto Freyre, chefe internacional de cozinha formada (1999) pela “The Culinary Institute of América”, convênio Senac, Águas de São Pedro, SP. Claudia é co-proprietária do Bar Engarrafados, Olinda (antigo Due).

5) Tribuna Sabores Ibéricos
Rua de São Bento, 210, Varadouro, Olinda, fone 81.3439-1577

Chef Jaime Alves
Prato: Dobradinha a Fernando Freyre (cozinha portuguesa)
Resumo: Bucho de boi cozido e cortado em grandes pedaços, com lingüiça portuguesa. Acompanha arroz branco;
Preço: R$ 24,90 (1 pessoa)

Obs: Dobradinha de bucho cortado em pedaços grandes, prato preferido por Fernando Freyre, filho de Gilberto Freyre, conforme relata Sonia Freyre no capítulo “Em Santo Antônio de Apipucos” do livro “À Mesa com Gilberto Freyre” (Raul Lody, Senac, 2.ed., 2009).

6) Restaurante (Pousada) Quatro Cantos

Rua Prudente de Morais, 441 Carmo, Olinda, fone: 81.3429-0220

Chef : Maria das Graças Reis
Prato: Moqueca de Peixe a Solar do Carrapicho (cozinha brasileira)
Resumo: Peixe cozido com suave molho de dendê. Acompanha arroz.
Preço: R$ 29,50 (1 pessoa)

Obs: Solar do Carrapicho foi o local onde Gilberto Freyre morou na década de 1930 e onde concluiu o livro “Casa Grande & Senzala”. O endereço se situava na Estrada do Encanamento, Casa Forte, Recife. O imóvel não existe mais, tendo sido demolido a décadas.

7) Flor de Côco
Rua do Amparo, 199, Amparo, Olinda, fone 81.3429-6889

Chef : Ângela Castelo Branco
Prato: Pato a Gilberto Freyre Neto (cozinha chinesa e indiana)
Preço: R$ 42,00 (1 pessoa)
Resumo: Magret de pato com condimentos do Oriente, acompanha arroz de pimentões vermelhos, chutney de manga e legumes com molho de gengibre.

Chef convidado: Biba Fernandes (Chiwake, Recife)
Prato: Polvo a Ordem e Progresso (cozinha nikkei- fusão de peruana e japonesa)
Resumo: polvo frito com salsa de pitanga e sakê mirim, numa cama de legumes.
Preço: R$ 49,00 (1 pessoa)

Obs: “Ordem e Progresso”, livro de Gilberto Freyre editado em 1957, forma uma trilogia sobre a sociedade patriarcal no Brasil. Os outros dois livros da trilogia são “Casa Grande e Senzala” (1933) e “Sobrados e Mucambos” (1936).

8) Oficina do Sabor
Rua do Amparo, 335, Amparo, Olinda, fone 81.3429-3331

Chef César Santos
Prato: Camarão a Gilberto Freyre (cozinha brasileira)
Resumo: camarão puxado no azeite, servido no jerimum com molho de pitanga e acompanhado com arroz de espinafre.
Preço: R$ 81,00 (2 pessoas).

Chef convidado: André Saburó (Quina do Futuro, Recife)
Prato: Camarão Açúcar (cozinha asiática)
Resumo: Camarões flambados na manteiga e molho agridoce ao perfume de gengibre. Acompanha arroz de espinafre com shimeji.
Preço: R$ 61,00 (1 pessoa)
Obs: No livro “Açúcar” (5ª ed, Global, 2007), Gilberto Freyre reúne, com uma erudição leve e saborosa, preciosas receitas de bolos e doces guardadas por tradicionais famílias nordestinas.

9) Bodega de Véio
Rua do Amparo, 212 Amparo, Olinda, fone: 81.3429-0185

Chef Taciana Aguiar
Prato: Sanduba do escritor
Resumo: Sanduíche com embutidos diversos .
Preço: R$ 8,00

10) Maison do Bonfim
Rua do Bonfim, 115, Carmo, Olinda, fone: 81.3429-1674

Chef Jeff Colas
Prato: Coelho a Casa Grande & Senzala (cozinha francesa)
Resumo: Coelho ao molho de ameixa. Acompanha batatas ao murro e arroz de castanha.
Preço: R$ 34,00 (1 pessoa)
Obs: Casa Grande & Senzala é o livro mais conhecido de Gilberto Freyre. A primeira edição foi lançada em 1933 e atualmente está em sua 48ª edição (2003). É um ensaio sobre a sociedade patriarcal no Brasil. O livro foi traduzido para dezenas de idiomas.

Chef convidado: Felipe Barreto (Munganga)
Prato: Penne oriental (cozinha asiática)
Resumo: Penne com camarão flambado no conhaque, com cebolinha, pimenta biquinho e gergelim torrado. Acrescente queijo ralado, se desejar.
Preço: R$ 39,90

11) Restaurante (Hotel) Costeiro
Av. Ministro Marcos Freire, 681, Bairro Novo, Olinda, fone 81.3429-4877

Chef convidado: Avir Mesel
Prato: Cozido a Vivenda de Apipucos (cozinha brasileira)
Resumo: Tradicional cozido pernambucano, com osso de tutano, carne de charque, paio e outras carnes cozidas. Acompanha banana, jerimum, outros legumes cozidos e pirão mole feito na hora.
Preço: R$ R$ 44,50 (2 pessoas)
Obs: O cozido pernambucano era servido todas as quintas-feiras quando Gilberto Freyre recebia os amigos na Vivenda de Santo Antônio de Apipucos, onde viveu as últimas décadas de sua vida. Atualmente o local abriga a Casa-Museu Magdalena e Gilberto Freyre e a Fundação que leva o nome do escritor homenageado da Fliporto 2011.

Chef convidado: Avir Mesel
Prato: Goulash a Moskovita (cozinha russa)
Resumo: Pedaços grandes de filet cozidos, com creme de leite fresco, leve toque de wodca russa. Acompanha arroz branco.

Por Elian BAlbino
Fonte: Pernambuco.com

Capa de Jornais

Seguidores

Eventos e Premiações

Leia mais...

Arte e Cultura

Leia mais...

Educação

Leia mais...

Polícia

Leia mais...

Transito

Leia mais...