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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Projeto quer prevenir bullyng, evasão escolar e violência nas escolas de Petrolina


A escola padre Manoel Cassiano, no bairro Loteamento Recife, zona leste de Petrolina, recebeu na manhã dessa quarta (16), a visita do juiz da Vara da Infância e Juventude do município Marco Bacelar. A iniciativa faz parte do programa Justiça e Cidadania, que tem o objetivo de promover uma maior interação entre crianças, jovens, família, escola e instituições que são guardiãs dos direitos de criança e adolescente. Uma das propostas do Justiça e Cidadania é promover ações que possam contribuir para a diminuição dos casos de bullyng, evasão escolar e violência nas escolas.
Ainda neste bairro, a Vara da Infância e Juventude promoverá ações no abrigo Anjo da Guarda. Audiências serão feitas no sentido de devolver as crianças abrigadas aos seus responsáveis legais ou encaminhando-as para o acolhimento de famílias substitutas. O programa Justiça e Cidadania conta com as parcerias de Ministério Público de Pernambuco, prefeitura municipal, Conselho Tutelar, Defensoria Pública, polícias Civil e Militar. “Com essa ação tentamos estreitar os laços entre justiça, escola e pais para prevenir a vitimização no ambiente escolar. Já no abrigo, buscamos atender todas as necessidades das crianças abrigadas para que possamos abreviar seu tempo na instituição”, enfatizou o juiz Marcos Bacelar.









Fonte:NE10

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Curso para formação de arte-educadores está com inscrições abertas em Petrolina


Começa no próximo dia 19 de maio em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, o projeto 'Contando história sobre fazeres e fazeres', desenvolvido através de uma parceria entre a Fundação de Cultura de Pernambuco e a prefeitura do município. A iniciativa prevê a formação de 50 pessoas- através de oficinas – como contadores de história. Uma vez habilitados, os participantes poderão atuar como arte-educadores. Professores, agentes de saúde, servidores da rede de ensino do município integram o público-alvo do projeto.
O curso tem duração de 80 horas e vai agregar os trabalhos de disciplinas como Técnicas de contação de história, Patrimônio Imaterial; Entonação de Voz; Expressão Corporal; dentre outras. As aulas serão ministradas para duas turmas de 25 pessoas, aos sábados, na Biblioteca Cid Carvalho, área central da cidade.
As pessoas interessadas em participar do curso podem se inscrever no prédio do Museu do Sertão, das 8h às 17h, ou através do e-mail secultpetrolina@gmail.com.





NE10





sexta-feira, 20 de abril de 2012

Audiência pública puxada por Odacy sobre Enem/Univasf aconteceu nessa quinta


O plenário da Câmara de Vereadores de Petrolina foi palco nesta quinta-feira (19/4) de uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O objetivo do evento foi debater com a sociedade o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como ferramenta de acesso à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).
A audiência pública é um instrumento parlamentar que oferece à sociedade a oportunidade de discutir com os seus representantes assuntos de interesse da sociedade. O auditório estava lotado, principalmente com alunos dos cursinhos pré-vestibulares da cidade e também de vários professores tanto da rede pública como privada.
A sugestão da Alepe debater com a comunidade petrolinense a melhor forma de acesso dos estudantes à Univasf foi do Deputado Estadual Odacy Amorim (PT), que presidiu todo o debate, e contou com a participação da Deputada Isabel Cristina (PT) e do Deputado Adalberto Cavalcante (PHS).
Além dos deputados presentes, compuseram a mesa o vereador e professor Nilson Barbosa, presidente da Câmara de Vereadores de Juazeiro, a estudante Estéfani Vilela, presidente da União dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco, o professor Télio Nobre, vice-reitor da Univasf, o secretário municipal Geraldo Junior, representando a prefeitura e a professora Socorro Ribeiro, Diretora da UPE/Campus Petrolina.
Estiveram também presentes os vereadores Pérsio Antunes, Zé Nildo, Cristina Costa e Osinaldo Souza. Contou-se ainda com a presença de Horácio, Ícaro, Rigel e Guilherme representante dos alunos da Univasf, além da professora e jornalista Vera Lúcia e do professor Rinaldo Remígio, Diretor da Facape.
O intenso debate serviu para que, tanto os estudantes, como os professores e políticos expusessem seus pontos de vistas sobre a melhor maneira de acesso dos estudantes à Univasf.
Na presidência dos trabalhos Odacy Amorim enfatizou que para discutir o assunto era preciso agir com bom senso e serenidade. O deputado disse também que não tinha vergonha em defender mecanismos que possam garantir o acesso de estudantes da região aos cursos da Univasf, principalmente o de medicina e lembrou que a carência de médicos em nossa cidade é muito grande.
Em suas palavras os representantes estudantes, com dados em mãos, externaram suas preocupações tanto com o acesso como também com a permanência dos ingressos na Universidade. “A Univasf não tem pais, ela é de toda a sociedade” disse um dos representantes. “É preciso mais investimento na educação” reinvidicou outro.
Isabel Cristina enfatizou que o prefeito do munícipio ao invês de enviar carta para o Ministério da Educação sem discutir com a sociedade, deveria estar presente para debater o assunto. A deputada também questionou a venda de prédios públicos em Petrolina quando poderia aproveitá-los por exemplo para criar uma residencia estudantil a exemplo de outras cidades.
Em sua apresentação o Vice-reitor da Univasf apresentou números demonstrando que 96% dos alunos são da região nordeste, e boa parte do polo Petrolina e Juazeiro. Segundo o professor Télio o único curso que tem dificuldade de acesso à região é medicina. Ele se comprometeu a levar o conteúdo das discussões da Audiência Pública para o Conselho Universitário que é quem autonomia de decidir sobre a questão.
A audiência terminou por volta das 23h e boa parte da pláteia ficou até ao final demonstrando interesse pelos assuntos tratados.





Fonte: Blog do Francisco Evangelista

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Professores da Universidade Federal de Petrolina cruzam os braços nesta 4ª




Panfletagem no centro de Petrolina, apresentações culturais e assembleia. Estas são as atividades previstas para a paralisação dos professores da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), programada para esta quarta-feira (11).
A ideia é chamar a atenção da sociedade e dos representantes ligados, sobretudo, ao setor da Educação, para questões como reposição salarial e plano de carreira. A ação segue a movimentação nacional e deve contar ainda com mais duas paralisações, uma no dia 17 e outra no dia 25.

domingo, 1 de abril de 2012

Supercampeã' entra em Harvard e em mais 5 universidades americanas


A estudante paulista Tábata Amaral (Foto: TV Globo/Reprodução)Tábata Amaral durante entrevista para o Fantástico; no detalhe a Universidade de Harvard (Foto: TV Globo/Reprodução)
Há cinco anos, a estudante Tábata Cláudia Amaral de Pontes, de 18 anos, moradora de São Paulo, estabeleceu uma meta: estudar na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. De lá para cá, pegou firme nos estudos, foi destaque em olimpíadas estudantis dentro e fora do Brasil e aprendeu a falar inglês. O resultado oficial do esforço chegou na última quinta-feira (29), Tábata foi aceita em Harvard e em outras cinco universidades americanas. São elas: Caltech, Columbia, Princeton, Yale, e Pennsylvania.

Harvard é uma das universidades mais conceituadas do mundo e as outras cinco em que a brasileira foi aceita também seguem entre as mais bem colocadas em ranking mundial de reputação divulgado em 15 de março. A seleção é feita pelo Scholastic Assessment Test (SAT, Teste de Avaliação Escolar), uma espécie de 'Enem americano,' que também é aplicado no Brasil aos interessados em disputar vagas nos Estados Unidos. Para conquistar a vaga também é necessário fazer o teste de proficiência em inglês, o Toefl (Test of English as a Foreign Language).

"Quando soube [da aprovação em Harvard] comecei a chorar muito, perguntava se podia mudar o resultado. Eram duas da manhã, liguei para minha mãe, meu pai ficou super emocionado. Chorei duas horas seguidas", diz Tábata. O aviso foi feito via telefone por um representante da universidade, porém o resultado só foi oficializado na última quinta-feira.

A garota agradece ao fato de ter tido acesso ao resultado de Harvard antes do previsto. Três dias depois que soube da aprovação, o pai morreu. Se soubesse somente na última quinta-feira, não teria como ter contato a ele. "Foi muita sorte. Ele acreditou em mim e eu cumpri minha promessa. Ele ficou muito feliz, nem conseguiu mais dormir naquela noite. Que bom que deu tempo de falar, de qualquer forma ele saberia do céu, mas foi bom contar", afirma.


Tábata Amaral deu entrevista ao 'JN' em 2007 (no alto, à esq.), colecionou medalhas de olimpíadas estudantis e foi aprovada no último vestibular da Fuvest para o curso de física da USP (Foto: TV Globo/Reprodução/Divulgação)Tábata Amaral deu entrevista ao 'JN' em 2007 (no alto, à esq.), colecionou medalhas de olimpíadas estudantis e foi aprovada no último vestibular da Fuvest para o curso de física da USP (Foto: TV Globo/Reprodução/Divulgação)
A jovem foi aluna do Colégio Etapa, em São Paulo, como bolsista. Como sua mãe que trabalhava como vendedora de flores e o pai que era cobrador de ônibus não tinham como arcar com suas despesas de transporte e alimentação, o Etapa passou a custear um quarto em um hotel próximo à escola na Avenida Vergueiro, além de pagar as refeições da estudante. Atualmente, como já concluiu o ensino médio tornou-se funcionária do colégio: é professora de química e astronomia dos alunos que participam de olimpíadas.
Para estudar nos Estados Unidos também terá bolsa de estudos e ajuda de custo. Lá as bolsas são distribuídas de acordo com as condições socioecônomicas do estudante aceito e não por mérito, por isso a garota diz que não estar preocupada com a questão financeira.


Tábata estuda física na Universidade de São Paulo (USP). Como não sabia se seria aceita nos Estados Unidos, garantiu a vaga assim que foi aprovada no vestibular deste ano. Ainda não sabe por qual universidade americana vai substituir a USP, mas não esconde sua preferência por Harvard. Ela foi convidada por algumas universidades para uma visita e deve ir para os Estados Unidos na segunda quinzena de abril antes do período de matrículas. "É bem provável que escolha Harvard, mas quero pensar direitinho. Quero conhecer as universidades que me convidaram, visitar laboratórios, pensar na minha vida e digerir o que aconteceu. Na volta tomarei uma decisão bem tomada."

Astrofísica e socióloga
Apesar de ser craque nas ciências exatas, Tábata não dispensa a formação na área de humanas. A jovem quer mesclar os estudos entre astrofísica e ciências sociais. Ciência porque se diz apaixonada, e é por meio dela que consegue descobrir o mundo, e a sociologia porque quer trabalhar com educação, ajudar pessoas e retribuir as oportunidades que teve na vida.

Para isso, pensa em seguir carreira como pesquisadora, criar um centro de pesquisas de astrofísica e atender alunos de escolas públicas. Tábata afirma qualquer estudante pode chegar onde ela chegou. "Estabeleci um sonho 'meio grande' há cinco anos, e fiz de tudo para conseguir. Na verdade, no final não acreditava. Dá trabalho, mas não é impossível."

História com as olimpíadas
As cerca de 30 medalhas das olimpíadas conquistadas na vida de "atleta" estão guardadas na casa dos pais na Vila Missionário, Zona Sul de São Paulo, onde também estão os dois baús repletos de presentes que trocou com os participantes das olimpíadas na China, Turquia e Polônia, e em várias cidades brasileiras. Ela também coleciona moedas e notas em papel.

A primeira medalha foi uma de prata que veio aos 12 anos, em 2005, quando ela fez sua estreia nos torneios estudantis com a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). No ano seguinte, ganhou o ouro e bolsa de estudos da escola Etapa.

A vontade de aprender vem junto com a de ensinar. Há três anos, Tábata criou o Vontade Olímpica de Aprender (VOA), um projeto que visa incentivar estudantes de escolas públicas nas olimpíadas. As aulas ocorrem sempre aos domingos de manhã em uma escola pública na Vila Mariana. Atualmente são cerca de 180 alunos.

"O VOA é meu xodó e o projeto vai continuar sem mim. Quero convencer ex-alunos a se tornarem professores. E vou ajudar pela internet, não quero me desligar", diz.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Deputado Odacy Amorim defende segunda fase para a Univasf


O deputado Odacy Amorim, do PT, defendeu, nesta terça (27 de março), a realização de uma segunda fase do Enem na Universidade do Vale do São Francisco (Univasf), situada em cidades do Sertão pernambucano, baiano e piauiense. De acordo com o parlamentar, a medida pode beneficiar estudantes locais.

Ele acredita que, com a segunda etapa, alunos de outros Estados ficariam desestimulados a disputar as vagas. A maior procura é pelo curso de Medicina. Odacy sugeriu um debate conjunto entre a Comissão de Negócios Municipais, presidida pelo parlamentar, e a de Educação. Além disso, o deputado pediu o apoio do governador Eduardo Campos para solicitar audiência ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante, para discutir o tema.

O parlamentar ressaltou, ainda, que a Univasf foi uma grande conquista para a região, mudando o perfil socioeconômico das cidades sertanejas. Entretanto, Odacy argumenta que a unidade deve valorizar os alunos locais, com o objetivo de fixar os futuros profissionais no Sertão.

 “Estamos levantando esse debate e corrigir esta pequena distorção, para que o Enem na Univasf tenha ferramentas de proteção aos nativos da região. Esta segunda etapa é uma forma de blindar os alunos da terra na conquista das vagas da instituição”, argumentou Odacy

quinta-feira, 1 de março de 2012

Estado paga retroativo a janeiro novo base dos professores



O governo do Estado garantiu na tarde desta quinta-feira (1º) o pagamento do piso de R$ 1.451,94 para os professores, estabelecido pelo Ministério de Educação na segunda-feira (28). O pagamento será retroativo ao início do ano letivo. O base estava estabelecido em R$ 1.187.

O novo valor acarreta o custo a mais na folha de R$ 299,83 milhões. São cerca de 60 mil profissionais lotados na folha da rede pública estadual. O valor dos benefícios também será reajustado de acordo com o novo salário.





JC

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