domingo, 13 de novembro de 2011
Eduardo Salles briga pessoalmente para conquistar os grandes eventos da agropecuária para a Bahia
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Um dos maiores eventos da aqüicultura e pesca do mundo será realizado na Bahia em 2012
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Bahia avança para alcançar status de livre da aftosa sem vacinação
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Festival da Cachaça movimenta a economia de Abaíra e região da Chapada Diamantina

Secretário Eduardo Salles prestigiou neste final de semana a programação do evento, que atraiu milhares de visitantes. Meta da Seagri é estabelecer uma parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para organizar as cadeias produtivas da cachaça e do café
Com o objetivo de organizar as cadeias produtivas do café e da cachaça, o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, visitou neste final de semana a cidade de Abaíra, localizada na Chapada Diamantina, onde prestigiou a 13ª. edição do Festival da Cachaça, que atraiu milhares de visitantes, impulsionando a economia da cidade e de toda a região.
Eduardo Salles acentua que uma das ações projetadas será a reforma de pequenos alambiques e unidades pós-colheita de café para modernizá-los e garantir uma maior produtividade com alto padrão de qualidade, e, também, a implantação de novas unidades processadoras de café com pequenos terreiros suspensos e despolpadeiras visando a produção de cafés de qualidade. O secretário cita que no caso da cana, uma medida será a implantação de unidades para a fabricação de açúcar mascavo, rapadura e álcool com utilização dos subprodutos para a alimentação animal e a geração de energia.
Conhecedor das dificuldades da cafeicultura baiana, já que presidiu por duas vezes a associação dos produtores antes de assumir a secretaria da Agricultura, Salles informa que o café produzido na região é prioridade da Seagri. “Queremos resolver alguns problemas pontuais enfrentados pelos agricultores familiares, que constituem praticamente a totalidade dos produtores. O café da região é reconhecido como de excelente qualidade, exportado para mercados exigentes, e tem recebido diversas premiações em concursos nacionais e internacionais”, argumenta o secretário da Agricultura.
A parceria com o MDA será fundamental para se avançar nestas metas e, por isso, já foi agendada uma reunião com o vice-governador Otto Alencar, o secretário Eduardo Salles, o ministro Afonso Florence, presidente e técnicos da EBDA, presidentes de associações e cooperativas de produtores para avançar nesse projeto.
Cachaça produz riqueza
O prefeito de Abaíra, João Hipólito, destaca que a visita do secretário e equipe de técnicos da Seagri vem somar-se aos esforços dos produtores e da Prefeitura em transformar a atividade da cadeia da cachaça em uma riqueza sólida para melhorar a qualidade de vida dos agricultores. “Temos mais de 1.700 pequenos agricultores familiares produzindo cana-de-açúcar e seus derivados, principalmente a cachaça, em mais de 500 alambiques da região. O atual cenário é bom, mas precisamos incentivar o aparelhamento das agroindústrias, além de melhorar a infra-estrutura, principalmente no tocante à energia”, afirma o prefeito de Abaíra. Ele destaca, também, o distrito de Catolés, onde se produz um café orgânico de excelente qualidade.
O prefeito de Piatã, Alencar Julião, assegura que a sustentação econômica da microrregião composta pelos municípios de Abaíra, Piatã, Jussiape e Mucugê, basicamente, se deve à cana-de-açúcar e seus derivados, e ao café. “A cadeia da cana vem crescendo, os produtores estão sendo capacitados, e a visibilidade da cachaça dos quatro municípios da região – comercializada com a marca Abaíra - é cada vez maior devido a sua qualidade. Precisamos abrir novos nichos de mercado para que o produtor seja melhor remunerado”, defende Alencar Julião.
Festival da Cachaça
O chefe do escritório da EBDA de Abaíra e região, Nelson Luz Pereira, destaca que o festival da cachaça existe há 26 anos e contribui para a melhoria da qualidade de vida das famílias de agricultores envolvidas. Ele diz, também, que serve para chamar a atenção do poder público para a importância que a atividade representa para a economia da microrregião. “Mais de 60% da economia dos quatro municípios é movida pela cadeia produtiva da cana e seus derivados – rapadura, açúcar cristal e mascavo, vinagre e, especialmente, a cachaça”, diz Pereira. É o caso do agricultor familiar Wildes Moreira, que produz em uma área de 6 hectares cerca de 5 mil litros de cachaça por ano, o que lhe dá uma renda de R$ 10 mil.
Segundo ele, entre as ações a serem desenvolvidas, o primeiro passo é tecnificar a cachaça e organizar os produtores de forma gradativa e constante. “A novidade do festival este ano é o trabalho realizado pela EBDA com a Coopama, trazendo bovinos, suínos e aves que se alimentam exclusivamente com os resíduos gerados pela agroindústria. Além disso, temos o protótipo de uma coluna de álcool que está produzindo etanol também dos resíduos da produção de cachaça e pronto para ser utilizado com biocombustível. Tudo isso em função da agricultura familiar”, destaca Pereira.
Ele salienta que a importância do festival da cachaça é tão grande, que faz a população dobrar de 5 mil para 10 mil pessoas nos dias do festejo. “É um produto turístico da Chapada e deve entrar no calendário de eventos agropecuários da Seagri”, comemora.
A força do café
Michael Freitas de Alcântara, diretor de expansão econômica da secretaria de Agricultura de Piatã, diz que a região produz de 18 mil a 20 mil sacas de 60 quilos de café por ano. Cada uma é comercializada por R$ 525,00 e que 33% dessa quantia é composta por cafés especiais, com preços variando de R$ 600,00 a R$ 1 mil a saca.
“Piatã é conhecida mundialmente por seu café especial, exportado para mercados como Japão, Inglaterra, EUA, e Noruega. Tivemos épocas menos atrativas, mas atualmente os produtores vivem um bom momento devido à valorização dos preços dos cafés especiais, que estão com grande procura. Os estoques mundiais do produto estão baixos e algumas regiões produtoras no Brasil sofreram com geadas e secas. Nos próximos três anos a tendência do café é de alta e vamos aumentar nossa produção para 30 mil sacas anuais”, diz Alcântara.
O secretário de Agricultura de Piatã, João Paulo Rodrigues Pina, concorda e diz que o Banco do Brasil destinou R$ 1 milhão, via Pronaf, para atender aos pequenos agricultores familiares. “Além do café e cana-de-açúcar, temos a fruticultura – maçã, ameixa, pêra, goiaba, e morango -, e um pouco de pecuária como principais atividades econômicas”, elenca Pina.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Secretário da agricultura participa da XIII edição do Festival da Cachaça em Abaíra
O evento começou dia 13 e segue até 18 de setembro
O secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, visita neste sábado (17), a cidade de Abaíra, para o Festival da Cachaça, considerado um dos maiores eventos da Chapada Diamantina por atrair visitantes no mundo inteiro interessados em conhecer a qualidade da cachaça do município. Abaíra é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar da Bahia, com mais de 120 mil toneladas por ano.
O evento tem como objetivos principais a divulgação, qualificação, legalização, técnica de manejo e cultivo da cana-de-açúcar, aproveitamento do subproduto (bagaço da cana) na alimentação animal, adubação do solo e comercialização do produto nos mercados externos e internos, produzindo um produto de alta qualidade, gerando emprego e renda na região. A novidade este ano é a realização da I Feira da Agricultura familiar de Abaíra e um experimento que colocará um veículo para funcionar em plena praça pública com o etanol produzido na região.
Durante o evento ainda haverá a apresentação de uma maquete da cadeia produtiva da cana-de-açúcar e a utilização dos subprodutos da cana, uma vila rural com demonstração do processo de produção da rapadura, cachaça e álcool combustível, rodada de negócios, mesa redonda, palestras sobre abordando como produzir uma cachaça de qualidade e visita a Cooperativa dos Produtores de Cana e seus Derivados (COOPAMA).
Com mais de 200 anos de tradição, a cachaça de Abaíra é conhecida internacionalmente pela alta qualidade e já foi exportada para países da Europa. Na Bahia, 122 municípios são produtores de cachaça, tendo destaque para Abaíra, que contribui com mais de 10% de toda produção no Estado.
Ascom Seagri – 16 de setembro de 2011
Tatiana Ribeiro/DRT 3800
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Secretário da agricultura debate agroindustrialização no Agenda Bahia

O secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, participa na manhã desta quarta-feira, (14), às 11:30h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, (Fieb), no Stiep, do debate “Estratégias para a industrialização vitoriosa”. O evento faz parte da programação do Agenda Bahia, promovido pelo grupo Rede Bahia, em parceria com a Fieb.
O secretário vai falar sobre as ações do Estado para agroindustrializar a Bahia, que, entre outras iniciativas vitoriosas, já está recebendo uma unidade da Casa Valduga, em Juazeiro, para produzir sucos, geléias e posteriormente espumantes, e uma unidade do grupo chinês Chongqing para esmagar soja em Barreiras. Salles vai abordar também a possibilidade de uma nova onda de migração gaúcha para investir em pequenas vinícolas no Vale do São Francisco, e discutir a questão da compra de terras por estrangeiros. “O Brasil está perdendo diariamente milhões de dólares e a oportunidade de gerar milhares de empregos por causa da proibição de aquisição de terras por estrangeiros”, afirma.
O secretário da Agricultura defende que os empresários que desejam investir no Brasil devem ter o direito de adquirir terras suficientes para produzir 50% da capacidade instalada de processamento. O debate faz parte da programação do Seminário Agronegócio- Economia Climática e Industrialização, que vai reunir dirigentes de empresas e instituições e especialistas para discutir e apontar diretrizes.
Ascom Seagri- 14 de setembro de 2011
Tatiana Ribeiro DRT-Ba 3800 - 3115.2794 2737 2767
3115-2737/2767
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
PROJETO RENORBIO PESQUISA SOLUÇÕES PARA O CACAU

Secretário sugere que cacauicultores usem a união dos pesquisadores como exemplo para defender os interesses do cacau
Salles alerta para riscos da monilíase
Reunindo pesquisadores da Ceplac, Embrapa, Uesc, Unicamp, USP, e secretaria estadual da Agricultura através da EBDA e Adab, o Projeto Renorbio, que incorporou o Renorbio-Vassoura de Bruxa do Cacaueiro, (Renobruxa), foi lançado oficialmente na manhã desta sexta-feira, (9), na superintendência da Ceplac, na rodovia Ilhéus/Itabuna, marcando um novo tempo na pesquisa do cacau. A somatória de esforços de instituições de pesquisas, desenvolvimento e Inovação com o objetivo de encontrar as alternativas para o controle da vassoura de bruxa foi destacada pelo secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, como um exemplo a ser seguido por todos os elos da cacauicultura.
“Os produtores de cacau precisam abandonar as vaidades e diferenças e se unir por uma região melhor. É preciso quebrar o paradigma de que nessa região nunca haverá entendimento entre as várias correntes do cacau. A união dos pesquisadores, que estamos vendo aqui hoje no lançamento desse importante projeto, deve ser um exemplo para todos. Só assim superaremos a crise que já dura duas décadas, para entrar num ciclo de desenvolvimento sustentável”, ressaltou, destacando que o governo da Bahia não tem medido esforços para que o cacau e o Sul do Estado vivam um novo momento.
O projeto Renorbio-Vassoura de Bruxa tem (Renobruxa), visa a revitalização da cacauicultura baiana e dinamização da cacauicultura nacional, através do controle da doença, por meio do desenvolvimento de novas variedades para plantio, com adequada qualidade de produto, boas características gerais e maior durabilidade de resistência, a partir da acumulação de genes e utilização de variedades com diferentes conjuntos de genes associados a este caráter, conforme destacou Luis Antonio Barreto de Castro, ex-presidente do Fundo Setorial do Agronegócio do Ministério da Ciência e Tecnologia, um dos articuladores da Rede Renorbio.
Além disso, a identificação de novos genes de resistência à vassoura-de-bruxa e marcadores ligados a estes, visa dar suporte à obtenção de variedades do cacaueiro com resistência durável. Luis Antonio destacou ainda a produção de fungicida à base de moléculas de RNAs homólogas a genes essenciais aos processos de infecção, crescimento, obtenção de nutrientes, reprodução ou outros aspectos da patogenicidade do agente causal da vassoura-de-bruxa. Ele cita também o estabelecimento de bases para produção de plantas transgênicas de cacau.
O diretor da Ceplac, Jay Wallace da Silva e Mota, e o secretário Eduardo Salles destacaram o empenho do governador Jaques Wagner e da secretária Eva Chiavon, da Casa Civil, para a liberação de R$ 6 milhões da FINEP do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), e do Ministério da Agricultura, através do orçamento da Ceplac, para o projeto Renorbruxa
Desde o ataque da Vassoura da Bruxa, no final da década de 80, que reduziu a produção brasileira de 400 mil toneladas de cacau para menos de 100 mil toneladas, a Ceplac desenvolveu inúmeras pesquisas. Além de ter produzido 39 clones com genes tolerantes e resistentes à doença, os pesquisadores também desenvolveram tecnologias para o manejo integrado da vassoura-de-bruxa com controles cultural, biológico, genético e químico, e recebeu premiação internacional do Fundo Comum de Commodities (CFC) durante a celebração de seus 20 anos de fundação em reunião em Nairobi, Quênia, em setembro do ano passado.
MONILÍASE
O secretário Eduardo Salles alertou para o risco da monilíase do cacaueiro, chamando a atenção para a necessidade de ações efetivas de pesquisa para evitar que a praga, ainda ausente, atinja o Brasil e a Bahia. A doença já foi registrada no Peru, a 80 quilômetros da fronteira com o Acre. “Não podemos repetir o erro da vassoura-de-bruxa, quando tivemos que atuar como bombeiros. No caso da monilíase, devemos evitar o incêndio, já que a doença é altamente danosa para a lavoura”, disse, propondo um termo aditivo ao projeto Renorbio para pesquisas com a monilíase.
O secretário informou que o governo da Bahia, através da Agência de Defesa Agropecuária, (Adab), está em alerta. A Adab já desenvolveu um plano de contingenciamento, tem 40 técnicos treinados e mantém 70 postos de observação. A Seagri, Ceplac, Adab, EBDA, Uesc e Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Baiano compõem o Comitê Estadual de Prevenção à Monilíase.
A coordenadora regional da Adab em Itabuna, Catarina Cotrim, lembrou que a agência tem promovido treinamentos para a detecção e prospecção da doença, com o objetivo de capacitar técnicos, agentes e agrônomos como multiplicadores de informação para evitar que a praga seja introduzida na cacauicultura baiana. “Esse treinamento integra o conjunto de ações preventivas para a proteção dos cacaueiros”, disse ela, lembrando que a presença da praga em países como Colômbia, Peru e Venezuela trouxe reflexos negativos nos aspectos social, econômico e ambiental.
Ascom Seagri/Ceplac – 9 de setembro de 2011
Josalto Alves – DRT-Ba 931, Luiz Conceição, e Daniel Thame DRT-Ba 224
71.3115.2737 9975.2354 – 73.88123483 73.9981.7482