Mostrando postagens com marcador Eduar Salles. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eduar Salles. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2011

Eduardo Salles briga pessoalmente para conquistar os grandes eventos da agropecuária para a Bahia


A Bahia tem conseguido atrair diversos eventos de renome nacional e internacional do setor agropecuário. Na última quinta-feira, foi emplacada, em Santa Catarina, a vinda da Aquapesca Brasil, feira internacional Aqüicultura e Pesca, um dos mais importantes eventos do mundo neste setor. O secretário Eduardo Salles briga pessoalmente para conquistar os grandes eventos da agropecuária para a Bahia. Há um mês, em Paris, em companhia do governador Jaques Wagner, carimbou a realização na Bahia, em 2012, do Salon Du Chocolat; na semana passada, em Santa Catarina, garantiu a Aquapesca, e na próxima quarta-feira, vai a Maceió com a missão de trazer o Congresso Nacional de Mandioca. Para o próximo ano já está garantido o Congresso Nacional de Defesa Agropecuária. Este ano, a Bahia sediou os congressos de mamão papaya, de banana, de pupunha, de apicultura e o internacional de fibras naturais. Todos realizados com grande sucesso.

13 de novembro 2011
Josalto Alves – DRT-Ba

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Um dos maiores eventos da aqüicultura e pesca do mundo será realizado na Bahia em 2012


(Itajaí – Santa Catarina) - Maior encontro do setor na América Latina, a Feira Internacional de Pesca e Aqüicultura, (Aquapescabrasil) será realizada na Bahia em 2012. O Anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira, (9), no Centro de Convenções de Itajaí, Santa Catarina, durante a abertura oficial da Aquapescabrasil 2011, pelo presidente do Sindicato de Armadores e da Indústria Pesqueira, (Sindipi), Geovani Genázio Monteiro. “A Bahia tem grande potencial e está pronta para receber um evento desta envergadura”, disse Geovani, destacando que o objetivo do evento é agregar os estados produtores. O ministro da Pesca e Aqüicultura, Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira, aplaudiu a decisão e afirmou que a Bahia pode se tornar referência para outros estados.
Representando o governador Jaques Wagner na abertura do evento, o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, agradeceu a oportunidade que está sendo dada ao Estado, e aproveitou para convidar os empresários do setor para conhecer o potencial da pesca e aqüicultura e investir na Bahia. O secretário disse que o Estado possui dimensões continentais e a maior costa litorânea do País, com cerca de 1.200 quilômetros de extensão, ocupa a terceira posição no ranking nacional de pescados, produzindo 10% de todo pescado nacional, 121 mil toneladas/ano. “Santa Catarina é um grande professor na área da pesca e aqüicultura e nós, aprendendo com os catarinenses, faremos tudo para termos um grande evento em 2012 na Bahia”, finalizou.
Para o ministro da Pesca e Aqüicultura, Luiz Sérgio Nóbrega, a realização do evento na Bahia será de grande importância porque o Nordeste brasileiro tem imenso potencial pesqueiro e o Estado é grande produtor de peixe em cativeiro. “A Bahia está dando grandes passos no sentido de se tornar um dos maiores nessa atividade, pode ser referência e difundir tecnologias para outros Estados”, disse o ministro.
O presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli, que fará palestra sobre as políticas públicas da Bahia no setor da pesca, analisou que a realização da Aquapescabrasil 2012 “representa para a Bahia o início da virada, da inserção do Estado nos projetos de pesca e aqüicultura de maior porte”. Ele lembrou que com a construção de dois terminais pesqueiros, que estão em curso em Salvador e em Ilhéus, “a tendência é atrairmos grandes investimentos para o Estado”.
Prosseguindo até sexta-feira, (11) a Aquapescabrasil 2011 promove produtos, serviços, tecnologias e equipamentos, além de fomentar pautas de suma importância para a política e desenvolvimento da esfera pesqueira.  O evento acontece com apoio do Ministério da Pesca e Aqüicultura.

A abertura do evento contou, além do secretário Eduardo Salles e do ministro Luiz Sérgio Nobre, com as presenças do governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo; prefeito de Itajaí, Jandir Bellini, secretários de agriculturas de municípios vizinhos e centenas de empresários do setor.

A Bahia participa do evento com um estande institucional da Seagri/Bahia Pesca, onde está sendo realizada até sexta-feira uma cozinha chefe, com a realização de oficina de Tilápia. O estande é um dos mais bonitos e atraentes da feira, e já no primeiro dia do evento atraiu centenas de visitantes, que receberam fitinhas do senhor do Bonfim e um folheto em formato de barco, com a inscrição “Bahia 2012 – A Aquapescabrasil do ano que vem já tem destino certo”.

Ascom Seagri/Bahia Pesca – 9 de novembro de 2011

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Bahia avança para alcançar status de livre da aftosa sem vacinação


A Bahia, que nos últimos anos vem batendo recordes na cobertura vacinação contra a febre aftosa e está há 14 anos sem registrar nenhum caso de aftosa, (última ocorrência foi em 1997), deu nesta terça-feira, (1º de novembro), um importante passo para alcançar o status de livre da febre aftosa sem vacinação. Demonstrando a importância do extremo sul para a pecuária baiana, o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, e o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), médico veterinário Paulo Emílio Torres, fizeram o lançamento simultâneo, nos municípios de Itanhém, Itamaraju e Guaratinga, da segunda etapa da Campanha de Vacinação Contra a Febre Aftosa, que vai imunizar apenas os animais com idade até 24 meses.
 A campanha vai até o dia 30 de novembro e, além de vacinar, os pecuaristas devem fazer a declaração nas agências da Adab. O município de Itamaraju tem o maior rebanho bovino do estado, com 177 mil cabeças, seguido por Itanhém, com 155 mil e Guaratinga, com 147 mil. Os prefeitos dos três municípios e os de Lajedão, Prado, e Jucuruçu, vereadores, centenas de produtores e líderes sindicais participaram dos eventos, que em Guaratinga contou com a presença do chefe regional do Mapa em Eunapólis, Gilberto Pedreira, representando a Superintendência Federal do Ministério da Agricultura na Bahia.
 A Bahia é detentora do maior rebanho bovino da região Nordeste, com cerca de 11 milhões de cabeças, e tem apresentado, nos últimos anos, estabilidade sanitária referenciada nacionalmente. A redução da faixa etária vacinal nesta etapa de vacinação atende a aproximadamente 265 mil pecuaristas em 409 municípios baianos. No total, cerca de 6,5 milhões de animais adultos deixarão de ser vacinados, representando economia da ordem de cerca de R$ 11 milhões para os pecuaristas baianos. Nos oito municípios componentes da Zona de Proteção, (Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia, Mansidão, Remanso, Buritirama, Casa Nova, Pilão Arcado e Campo Alegre de Lourdes), os pecuaristas deverão continuar vacinando todos os animais, jovens e adultos, para manter o rebanho livre da doença, pois fazem divisa com estados caracterizados com status sanitário de médio risco.
 Lembrando que na última campanha o índice de vacinação bateu novo recorde e alcançou a marca de 98,01% do rebanho, o secretário disse que a autorização do Ministério da Agricultura, (Mapa), para que a partir de agora a segunda etapa da vacinação seja apenas para os animais de até 24 meses “é uma conquista de todos nós, do governo do Estado e dos pecuaristas que com muita responsabilidade fazem seu papel, e é também fruto da importante parceria com o Mapa”.  Salles enfatizou que “vamos continuar trabalhando com afinco com o objetivo de realizarmos uma só vacinação, visando alcançarmos a meta do governo que é ter a Bahia declarada estado livre da febre aftosa sem vacinação”.
 Destaque nacional
 "Nossa atuação, juntamente com a participação dos pecuaristas, e o apoio da Federação da Agricultura do Estado da Bahia, (Faeb), dos sindicatos e associações, resulta no sucesso das ações de defesa e nos coloca em posição de destaque no cenário nacional", disse o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres, destacando ainda o empenho dos técnicos da Adab. Para Rui Leal, diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab "essa é mais uma conquista decorrente das ações permanentes de vigilância veterinária, dos índices crescentes de vacinação dos animais e da eficiência na fiscalização do trânsito".  
Evolução do Controle Contra Febre Aftosa na Bahia
A estratégia de vacinar apenas os animais com idade até 24 meses é o resultado de um intenso trabalho do governo do Estado através da Seagri/ Agência de Defesa Agropecuária da Bahia. O parecer favorável do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), com apoio da Superintendência Federal da Agricultura na Bahia (SFA), divulgado em julho deste ano, alcança aproximadamente 265 mil pecuaristas em 409 municípios baianos. Com a medida, cerca de 6,5 milhões de animais adultos deixarão de ser vacinados, representando economia da ordem de R$ 11 milhões para os criadores do Estado. Esse montante poderá ser investido na qualificando do rebanho, consolidando a atividade pecuária em todo o território baiano.
“O Estado da Bahia, ao longo dos anos, tem demonstrado uma forte vocação agropecuária, refletida nos crescentes indicadores de produtividade, diversificação e comercialização de produtos e serviços gerados no agronegócio, e pelo avanço no processo de agroindustrialização”, destaca o secretário Eduardo Salles. Ele lembrou que a agropecuária representa 24% do PIB, gera 30% dos empregos no Estado e 42% das exportações. 
Entre as ações que contribuíram para o parecer favorável à Bahia, a Superintendência Federal da Agricultura, (SFA), na Bahia destacou também a adequação da estrutura de atenção veterinária, atualização e qualificação dos servidores, bem como as taxas de cobertura vacinal sempre acima dos 95% nos últimos cinco anos, alcançadas em etapas semestrais de vacinação. O documento da SFA destacou que a Bahia tem atendido às exigências sanitárias não só do Ministério, mas também dos organismos internacionais, apresentando condições técnicas e estruturais para a modificação da estratégia de vacinação.
Com a alteração da estratégia de vacinação contra a febre aftosa no Estado, o rebanho da Bahia passa a ter as mesmas condições sanitárias dos rebanhos dos estados de RS, PR, SP, MG, ES, MS, GO, TO, MT e RO. “Essa é mais uma conquista decorrente das ações permanentes de vigilância veterinária, dos índices crescentes de vacinação dos animais e da eficiência na fiscalização do trânsito”, pontuou o diretor geral da Adab, Paulo Emílio Torres, salientando que o planejamento da Defesa Agropecuária baiana está alinhado com as diretrizes do Mapa dentro do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA).
Para o diretor de Defesa Sanitária Animal, Rui Leal, outro aspecto positivo para a redução da faixa etária de vacinação dos animais foi a “colaboração da iniciativa privada para o alcance dos índices exigidos, a consolidação do cadastro de propriedades rurais e os investimentos do governo do Estado em tecnologia para a defesa agropecuária”. Leal destacou a implantação da Guia de Trânsito Animal (GTA) Eletrônica, a aquisição do Sistema de Integração Agropecuária (Siapec) e a implantação do Sistema de Monitoramento Via Satélite (AdabSat) como fatores para garantia da qualidade das atividades dos técnicos da Adab no campo.
“O fortalecimento da Defesa Agropecuária tem sido um dos alicerces do desenvolvimento do setor, principalmente a partir da criação da Adab que se tornou uma referência exitosa na consecução de metas importantes para assegurar a qualidade do patrimônio pecuário baiano”, afirmou o presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia, João Martins.
Histórico Contra a Febre Aftosa
A Bahia foi um dos estados pioneiros na implantação do programa contra a febre aftosa em 1968 através do Grupo Executivo para Erradicação da Febre Aftosa na Bahia (Gerfab). Até 1992, após a criação dos circuitos pecuários, a participação efetiva do Estado, produtores, setor privado e sob a orientação do Mapa, as ações tomaram novas perspectivas. “Impulsionadas pelos reconhecimentos nacional e internacional, os trabalhos de combate a esta enfermidade adquiriram importância técnica administrativa e econômica, registrando o último foco em território baiano no ano de 1997. Desde então não houve episódio sanitário desta doença no Estado”, lembra Valentim Fidalgo, médico veterinário e ex-diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, que coordenou o programa contra aftosa em nível estadual durante 25 anos.
Sempre em conformidade com as determinações do Mapa, a Seagri, através da Adab, adotou medidas padronizadas e uniformes, contribuindo decisivamente para a evolução do Programa, garantindo a efetividade das ações até conseguir a chancela da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) com a Certificação Internacional, conferindo à Bahia o Estado Livre de Febre Aftosa com Vacinação em maio de 2001.
Considerando a posição de vanguarda no status sanitário baiano, com reflexos diretos no trânsito, comercialização dos rebanhos e produtos agropecuários, o governo do Estado iniciou um intenso trabalho para extinguir a Zona Tampão, área composta por oito municípios com 10 mil criadores e um rebanho de 255 mil animais, impedidos de comercializar com as demais regiões baianas por fazer divisa com PI e PE, classificados à época, como risco desconhecido para a febre aftosa.
A campanha pela extinção da referida área, tornando o negócio pecuário baiano mais igualitário, transformou-se então numa das metas deste governo da Bahia por entender que a atividade estimula o desenvolvimento de outros setores econômicos no Brasil e no mundo, melhorando sobremaneira a qualidade de vida do homem do campo.
O marco histórico para a mudança do perfil do agronegócio baiano, de apoio à agricultura familiar, foi então consolidado no dia 28 de dezembro de 2010 através da Instrução Normativa nº 45 do Mapa, extinguindo a Zona Tampão e ratificando o comprometimento das iniciativas pública e privada em prol da agropecuária baiana.
“A homologação da Zona de Proteção, em maio de 2011 pela OIE, constituiu mais uma conquista desse governo rumo à meta de tornar o Estado livre da febre aftosa sem vacinação”, lembrou o coordenador do Programa Contra a Febre Aftosa na Bahia, Antonio Maia, destacando o trabalho dos técnicos e fiscais agropecuários da Adab em campo como outro fator para o sucesso das atividades contra a enfermidade.
“Avançamos muito nos resultados porque conseguimos a união entre os entes que compõem a atividade. As conquistas alcançadas nos últimos anos são emblemáticas por representar o sucesso da parceria entre governo, produtores e iniciativa privada, todos unidos em busca de um objetivo único. Após a redução da faixa etária vacinal dos bovinos e bubalinos para até 24 meses, vamos seguir superando outros desafios. Ganha a pecuária baiana, cada vez mais forte, e a sociedade, com o aquecimento da economia e a geração de emprego e renda”, finalizou o diretor geral da Adab.
Ascom Adab / Seagri – 1º de novembro de 2011
Ivana Ramacioti   - Josalto Alves

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Festival da Cachaça movimenta a economia de Abaíra e região da Chapada Diamantina


Secretário Eduardo Salles prestigiou neste final de semana a programação do evento, que atraiu milhares de visitantes. Meta da Seagri é estabelecer uma parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para organizar as cadeias produtivas da cachaça e do café

Com o objetivo de organizar as cadeias produtivas do café e da cachaça, o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, visitou neste final de semana a cidade de Abaíra, localizada na Chapada Diamantina, onde prestigiou a 13ª. edição do Festival da Cachaça, que atraiu milhares de visitantes, impulsionando a economia da cidade e de toda a região.

Eduardo Salles acentua que uma das ações projetadas será a reforma de pequenos alambiques e unidades pós-colheita de café para modernizá-los e garantir uma maior produtividade com alto padrão de qualidade, e, também, a implantação de novas unidades processadoras de café com pequenos terreiros suspensos e despolpadeiras visando a produção de cafés de qualidade. O secretário cita que no caso da cana, uma medida será a implantação de unidades para a fabricação de açúcar mascavo, rapadura e álcool com utilização dos subprodutos para a alimentação animal e a geração de energia.

Conhecedor das dificuldades da cafeicultura baiana, já que presidiu por duas vezes a associação dos produtores antes de assumir a secretaria da Agricultura, Salles informa que o café produzido na região é prioridade da Seagri. “Queremos resolver alguns problemas pontuais enfrentados pelos agricultores familiares, que constituem praticamente a totalidade dos produtores. O café da região é reconhecido como de excelente qualidade, exportado para mercados exigentes, e tem recebido diversas premiações em concursos nacionais e internacionais”, argumenta o secretário da Agricultura.

A parceria com o MDA será fundamental para se avançar nestas metas e, por isso, já foi agendada uma reunião com o vice-governador Otto Alencar, o secretário Eduardo Salles, o ministro Afonso Florence, presidente e técnicos da EBDA, presidentes de associações e cooperativas de produtores para avançar nesse projeto.

Cachaça produz riqueza

O prefeito de Abaíra, João Hipólito, destaca que a visita do secretário e equipe de técnicos da Seagri vem somar-se aos esforços dos produtores e da Prefeitura em transformar a atividade da cadeia da cachaça em uma riqueza sólida para melhorar a qualidade de vida dos agricultores. “Temos mais de 1.700 pequenos agricultores familiares produzindo cana-de-açúcar e seus derivados, principalmente a cachaça, em mais de 500 alambiques da região. O atual cenário é bom, mas precisamos incentivar o aparelhamento das agroindústrias, além de melhorar a infra-estrutura, principalmente no tocante à energia”, afirma o prefeito de Abaíra. Ele destaca, também, o distrito de Catolés, onde se produz um café orgânico de excelente qualidade.

O prefeito de Piatã, Alencar Julião, assegura que a sustentação econômica da microrregião composta pelos municípios de Abaíra, Piatã, Jussiape e Mucugê, basicamente, se deve à cana-de-açúcar e seus derivados, e ao café. “A cadeia da cana vem crescendo, os produtores estão sendo capacitados, e a visibilidade da cachaça dos quatro municípios da região – comercializada com a marca Abaíra - é cada vez maior devido a sua qualidade. Precisamos abrir novos nichos de mercado para que o produtor seja melhor remunerado”, defende Alencar Julião.

Festival da Cachaça

O chefe do escritório da EBDA de Abaíra e região, Nelson Luz Pereira, destaca que o festival da cachaça existe há 26 anos e contribui para a melhoria da qualidade de vida das famílias de agricultores envolvidas. Ele diz, também, que serve para chamar a atenção do poder público para a importância que a atividade representa para a economia da microrregião. “Mais de 60% da economia dos quatro municípios é movida pela cadeia produtiva da cana e seus derivados – rapadura, açúcar cristal e mascavo, vinagre e, especialmente, a cachaça”, diz Pereira. É o caso do agricultor familiar Wildes Moreira, que produz em uma área de 6 hectares cerca de 5 mil litros de cachaça por ano, o que lhe dá uma renda de R$ 10 mil.

Segundo ele, entre as ações a serem desenvolvidas, o primeiro passo é tecnificar a cachaça e organizar os produtores de forma gradativa e constante. “A novidade do festival este ano é o trabalho realizado pela EBDA com a Coopama, trazendo bovinos, suínos e aves que se alimentam exclusivamente com os resíduos gerados pela agroindústria. Além disso, temos o protótipo de uma coluna de álcool que está produzindo etanol também dos resíduos da produção de cachaça e pronto para ser utilizado com biocombustível. Tudo isso em função da agricultura familiar”, destaca Pereira.

Ele salienta que a importância do festival da cachaça é tão grande, que faz a população dobrar de 5 mil para 10 mil pessoas nos dias do festejo. “É um produto turístico da Chapada e deve entrar no calendário de eventos agropecuários da Seagri”, comemora.

A força do café

Michael Freitas de Alcântara, diretor de expansão econômica da secretaria de Agricultura de Piatã, diz que a região produz de 18 mil a 20 mil sacas de 60 quilos de café por ano. Cada uma é comercializada por R$ 525,00 e que 33% dessa quantia é composta por cafés especiais, com preços variando de R$ 600,00 a R$ 1 mil a saca.

“Piatã é conhecida mundialmente por seu café especial, exportado para mercados como Japão, Inglaterra, EUA, e Noruega. Tivemos épocas menos atrativas, mas atualmente os produtores vivem um bom momento devido à valorização dos preços dos cafés especiais, que estão com grande procura. Os estoques mundiais do produto estão baixos e algumas regiões produtoras no Brasil sofreram com geadas e secas. Nos próximos três anos a tendência do café é de alta e vamos aumentar nossa produção para 30 mil sacas anuais”, diz Alcântara.

O secretário de Agricultura de Piatã, João Paulo Rodrigues Pina, concorda e diz que o Banco do Brasil destinou R$ 1 milhão, via Pronaf, para atender aos pequenos agricultores familiares. “Além do café e cana-de-açúcar, temos a fruticultura – maçã, ameixa, pêra, goiaba, e morango -, e um pouco de pecuária como principais atividades econômicas”, elenca Pina.


Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)
Assessoria de Imprensa
Fones: (71) 3115-2737 / 2767 / 2794

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Secretário da agricultura participa da XIII edição do Festival da Cachaça em Abaíra

O evento começou dia 13 e segue até 18 de setembro

O secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, visita neste sábado (17), a cidade de Abaíra, para o Festival da Cachaça, considerado um dos maiores eventos da Chapada Diamantina por atrair visitantes no mundo inteiro interessados em conhecer a qualidade da cachaça do município. Abaíra é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar da Bahia, com mais de 120 mil toneladas por ano.


O evento tem como objetivos principais a divulgação, qualificação, legalização, técnica de manejo e cultivo da cana-de-açúcar, aproveitamento do subproduto (bagaço da cana) na alimentação animal, adubação do solo e comercialização do produto nos mercados externos e internos, produzindo um produto de alta qualidade, gerando emprego e renda na região. A novidade este ano é a realização da I Feira da Agricultura familiar de Abaíra e um experimento que colocará um veículo para funcionar em plena praça pública com o etanol produzido na região.


Durante o evento ainda haverá a apresentação de uma maquete da cadeia produtiva da cana-de-açúcar e a utilização dos subprodutos da cana, uma vila rural com demonstração do processo de produção da rapadura, cachaça e álcool combustível, rodada de negócios, mesa redonda, palestras sobre abordando como produzir uma cachaça de qualidade e visita a Cooperativa dos Produtores de Cana e seus Derivados (COOPAMA).


Com mais de 200 anos de tradição, a cachaça de Abaíra é conhecida internacionalmente pela alta qualidade e já foi exportada para países da Europa. Na Bahia, 122 municípios são produtores de cachaça, tendo destaque para Abaíra, que contribui com mais de 10% de toda produção no Estado.



Ascom Seagri – 16 de setembro de 2011

Tatiana Ribeiro/DRT 3800

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Secretário da agricultura debate agroindustrialização no Agenda Bahia

O secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, participa na manhã desta quarta-feira, (14), às 11:30h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, (Fieb), no Stiep, do debate “Estratégias para a industrialização vitoriosa”. O evento faz parte da programação do Agenda Bahia, promovido pelo grupo Rede Bahia, em parceria com a Fieb.

O secretário vai falar sobre as ações do Estado para agroindustrializar a Bahia, que, entre outras iniciativas vitoriosas, já está recebendo uma unidade da Casa Valduga, em Juazeiro, para produzir sucos, geléias e posteriormente espumantes, e uma unidade do grupo chinês Chongqing para esmagar soja em Barreiras. Salles vai abordar também a possibilidade de uma nova onda de migração gaúcha para investir em pequenas vinícolas no Vale do São Francisco, e discutir a questão da compra de terras por estrangeiros. “O Brasil está perdendo diariamente milhões de dólares e a oportunidade de gerar milhares de empregos por causa da proibição de aquisição de terras por estrangeiros”, afirma.

O secretário da Agricultura defende que os empresários que desejam investir no Brasil devem ter o direito de adquirir terras suficientes para produzir 50% da capacidade instalada de processamento. O debate faz parte da programação do Seminário Agronegócio- Economia Climática e Industrialização, que vai reunir dirigentes de empresas e instituições e especialistas para discutir e apontar diretrizes.

Ascom Seagri- 14 de setembro de 2011

Tatiana Ribeiro DRT-Ba 3800 - 3115.2794 2737 2767

3115-2737/2767

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PROJETO RENORBIO PESQUISA SOLUÇÕES PARA O CACAU

Secretário sugere que cacauicultores usem a união dos pesquisadores como exemplo para defender os interesses do cacau

Salles alerta para riscos da monilíase

Reunindo pesquisadores da Ceplac, Embrapa, Uesc, Unicamp, USP, e secretaria estadual da Agricultura através da EBDA e Adab, o Projeto Renorbio, que incorporou o Renorbio-Vassoura de Bruxa do Cacaueiro, (Renobruxa), foi lançado oficialmente na manhã desta sexta-feira, (9), na superintendência da Ceplac, na rodovia Ilhéus/Itabuna, marcando um novo tempo na pesquisa do cacau. A somatória de esforços de instituições de pesquisas, desenvolvimento e Inovação com o objetivo de encontrar as alternativas para o controle da vassoura de bruxa foi destacada pelo secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, como um exemplo a ser seguido por todos os elos da cacauicultura.

“Os produtores de cacau precisam abandonar as vaidades e diferenças e se unir por uma região melhor. É preciso quebrar o paradigma de que nessa região nunca haverá entendimento entre as várias correntes do cacau. A união dos pesquisadores, que estamos vendo aqui hoje no lançamento desse importante projeto, deve ser um exemplo para todos. Só assim superaremos a crise que já dura duas décadas, para entrar num ciclo de desenvolvimento sustentável”, ressaltou, destacando que o governo da Bahia não tem medido esforços para que o cacau e o Sul do Estado vivam um novo momento.

O projeto Renorbio-Vassoura de Bruxa tem (Renobruxa), visa a revitalização da cacauicultura baiana e dinamização da cacauicultura nacional, através do controle da doença, por meio do desenvolvimento de novas variedades para plantio, com adequada qualidade de produto, boas características gerais e maior durabilidade de resistência, a partir da acumulação de genes e utilização de variedades com diferentes conjuntos de genes associados a este caráter, conforme destacou Luis Antonio Barreto de Castro, ex-presidente do Fundo Setorial do Agronegócio do Ministério da Ciência e Tecnologia, um dos articuladores da Rede Renorbio.

Além disso, a identificação de novos genes de resistência à vassoura-de-bruxa e marcadores ligados a estes, visa dar suporte à obtenção de variedades do cacaueiro com resistência durável. Luis Antonio destacou ainda a produção de fungicida à base de moléculas de RNAs homólogas a genes essenciais aos processos de infecção, crescimento, obtenção de nutrientes, reprodução ou outros aspectos da patogenicidade do agente causal da vassoura-de-bruxa. Ele cita também o estabelecimento de bases para produção de plantas transgênicas de cacau.

O diretor da Ceplac, Jay Wallace da Silva e Mota, e o secretário Eduardo Salles destacaram o empenho do governador Jaques Wagner e da secretária Eva Chiavon, da Casa Civil, para a liberação de R$ 6 milhões da FINEP do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), e do Ministério da Agricultura, através do orçamento da Ceplac, para o projeto Renorbruxa

Desde o ataque da Vassoura da Bruxa, no final da década de 80, que reduziu a produção brasileira de 400 mil toneladas de cacau para menos de 100 mil toneladas, a Ceplac desenvolveu inúmeras pesquisas. Além de ter produzido 39 clones com genes tolerantes e resistentes à doença, os pesquisadores também desenvolveram tecnologias para o manejo integrado da vassoura-de-bruxa com controles cultural, biológico, genético e químico, e recebeu premiação internacional do Fundo Comum de Commodities (CFC) durante a celebração de seus 20 anos de fundação em reunião em Nairobi, Quênia, em setembro do ano passado.

MONILÍASE

O secretário Eduardo Salles alertou para o risco da monilíase do cacaueiro, chamando a atenção para a necessidade de ações efetivas de pesquisa para evitar que a praga, ainda ausente, atinja o Brasil e a Bahia. A doença já foi registrada no Peru, a 80 quilômetros da fronteira com o Acre. “Não podemos repetir o erro da vassoura-de-bruxa, quando tivemos que atuar como bombeiros. No caso da monilíase, devemos evitar o incêndio, já que a doença é altamente danosa para a lavoura”, disse, propondo um termo aditivo ao projeto Renorbio para pesquisas com a monilíase.

O secretário informou que o governo da Bahia, através da Agência de Defesa Agropecuária, (Adab), está em alerta. A Adab já desenvolveu um plano de contingenciamento, tem 40 técnicos treinados e mantém 70 postos de observação. A Seagri, Ceplac, Adab, EBDA, Uesc e Instituto Federal de Ciência e Tecnologia Baiano compõem o Comitê Estadual de Prevenção à Monilíase.

A coordenadora regional da Adab em Itabuna, Catarina Cotrim, lembrou que a agência tem promovido treinamentos para a detecção e prospecção da doença, com o objetivo de capacitar técnicos, agentes e agrônomos como multiplicadores de informação para evitar que a praga seja introduzida na cacauicultura baiana. “Esse treinamento integra o conjunto de ações preventivas para a proteção dos cacaueiros”, disse ela, lembrando que a presença da praga em países como Colômbia, Peru e Venezuela trouxe reflexos negativos nos aspectos social, econômico e ambiental.

Ascom Seagri/Ceplac – 9 de setembro de 2011

Josalto Alves – DRT-Ba 931, Luiz Conceição, e Daniel Thame DRT-Ba 224

71.3115.2737 9975.2354 – 73.88123483 73.9981.7482


Capa de Jornais

Seguidores

Eventos e Premiações

Leia mais...

Arte e Cultura

Leia mais...

Educação

Leia mais...

Polícia

Leia mais...

Transito

Leia mais...