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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Lucro do Itaú em 2011 é o maior da história dos bancos do país

O lucro do Itaú Unibanco (ITUB4) em 2011 é o maior da história dos bancos brasileiros, segundo a consultoria Economatica. Com um lucro líquido de R$ 14,62 bilhões, o banco teve uma alta de 9,7% em relação ao ano anterior (quando lucrou R$ 13,32 bi).


Na terceira colocação entre os maiores lucros de bancos ficou o Banco do Brasil, com o resultado de 2010 (quando teve ganhos de R$ 11,296 bi).
O Bradesco, mesmo com uma alta de 10% em relação ao ano anterior, teve lucro de R$ 11,028 bi em 2011, ocupando a quarta colocação.
Entre os dez maiores lucros anuais da historia dos bancos brasileiros, quatro são Itaú Unibanco. Bradesco e Banco do Brasil têm três cada um.

Lucro do Itaú tem queda no 4º tri

O Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 3,68 bilhões no quarto trimestre, queda de 5,4% em relação ao resultado obtido um ano antes, afetado por aumento de despesas com empréstimos de difícil recuperação e inadimplência maior.     

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Economia brasileira vai crescer 5% em 2012, diz Dilma


A presidente da República, Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira (16) que a economia brasileira vai crescer 5% em 2012. Ela falou sobre o assunto em uma confraternização com jornalistas no Palácio do Planalto.

Além do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de 5%, a presidente prevê inflação controlada.

Ela disse estar “otimista” porque, segundo ela, neste ano seu governo teve o “cuidado de tomar medidas de precaução diante de uma conjuntura [de crise] que não estava muito claro como seria”.

De acordo com estimativa do mercado financeiro presente no boletim Focus, do Banco Central, divulgado na segunda-feira (12), a economia brasileira deverá crescer 3,40% em 2012. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), entidade de representação do empresariado, também estima que o PIB terá um crescimento menor do que o previsto pela presidente, de 3%.

Dilma afirmou que o Brasil “deu um salto no crédito”, apesar de rumores de que o país “teria problema” nessa área.

De acordo com dados apresentados por ela, os bancos concederam R$ 1,94 trilhão de crédito em 2011 sem precisar recorrer ao Orçamento, uma vez que o Brasil mantém uma alta reserva de compulsórios dos bancos (contribuição obrigatória das instituições bancárias depositada no Banco Central).

“A questão que me permite dizer que sou otimista é que temos recursos públicos para enfrentar [a crise].”

A presidente declarou ainda que o país vai “atingir sem nenhum problema” o superávit primário de R$ 91,7 bilhões e que terá “bom fôlego e grande capacidade de manobra”.

Disse também que o Brasil fez uma “antecipação cautelosa” em relação à crise econômica dos países europeus e que o país “aprendeu muito com a crise de 2009”. Para Dilma, atualmente a economia brasileira desperta confiança no restante do mundo.

Em relação à crise europeia, disse que o Brasil já passou por “ajuste fiscal sem luz no fim do túnel e sabemos onde vai dar”. Ela afirmou que a crise deve ser vista como “oportunidade”. “Quanto mais a economia esta crescendo, é que nem andar de bicicleta. Parou, caiu.”

Fonte: G1

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Estudo do Ipea mostra que 59% das famílias acreditam em melhora da economia no curto prazo


O otimismo das famílias brasileiras com relação à situação socioeconômica do País voltou a subir em outubro após registrar em setembro o menor patamar em quatro meses. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Índice de Expectativa das Famílias (IEF) fechou o mês em 64,7 pontos ante o resultado de 63,1 pontos verificado no mês anterior.
Ainda de acordo com o estudo, a expectativa quanto à situação econômica do país no curto prazo aponta que no mês de outubro, 58,9% das famílias acreditam que o Brasil passará por melhores momentos nos próximos 12 meses, com alta de 1,6 pontos percentuais em relação ao mês anterior (57,3%).
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Segundo o Ipea, a melhora do indicador em outubro foi movida pelo aumento da confiança nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, sendo superior às ligeiras quedas apresentadas nas regiões Sul e Sudeste. A região Norte apresentou um crescimento de quase 3 pontos de setembro (57,1) para outubro (60). A região Nordeste registrou crescimento de 2,8 pontos, apresentando em outubro uma expectativa de 66,4 pontos. Ambas as regiões retomam o crescimento das expectativas, em relação à queda verificada de agosto para setembro.
A região Centro-Oeste continua como a mais otimista do País, com leve alta no mês de outubro, para 75,5 pontos.
A pesquisa do Ipea apontra ainda que as regiões Sul e Sudeste apresentaram queda do otimismo. A região Sul teve uma queda considerável de 3 pontos, caindo de 63,9 pontos, em setembro, para 60,9 em

outubro. Já a região Sudeste apresentou uma ligeira queda de 1,3 pontos, ficanco em 62,5 pontos no mês passado.

O índice foi apurado através de pesquisa domiciliar realizada em 3.810 domicílios de 214 municípios, em todos os 27 Estados do País.
Apesar dos sinais de desaquecimento da economia, no geral as famílias brasileiras ainda demonstram otimismo com relação ao desempenho do País, seja para o período de um ano, ou para um intervalo de tempo maior, de até cinco anos, segundo os dados do Ipea.
Na escala de pontuação do IEF, entre 60 e 80 pontos a avaliação é otimista, enquanto de 40 a 60 a situação é de moderação e abaixo de 40 pontos a expectativa é considerada pessimista.

Índice de Expectativa das Famílias

Desempenho mensal do indicador

Ainda de acordo com o estudo, em relação à faixa salarial, a expectativa de melhores momentos para a economia do País é progressiva com o aumento da renda, com a exceção daqueles que recebem mais de dez salários mínimos.
Quanto à escolaridade, os menos otimistas são aqueles com ensino fundamental incompleto (52,3%), sem escolaridade (55,7%) e com ensino superior ou com pós-graduação (59,8%). Entre as pessoas com o nível de ensino de fundamental completo e superior incompleto a expectativa positiva ficou acima de 60%.
Situação financeira e consumo 
De acordo com o levantamento do IPea, em outubro 72,1% das famílias brasileiras pesquisadas indicaram que estão em melhor situação financeira hoje do que um ano atrás, percentual ligeiramente superior ao apresentado no mês anterior (71,9%).
A região Centro-Oeste registrou o índice de otimismo mais alto, com 84,6%, seguido pelo Sudeste (75,1%), Nordeste (71,0%) e Norte (70,0%). A região Sul é a menos otimista, com 60,4% das famílias acreditando em melhorias financeiras, em comparação com outubro do ano passado.
Com relação à expectativa das famílias para o consumo, o Ipea mostra que 54,5% das famílias acreditam que agora é um bom momento para comprar bens duráveis, resultado cerca de 1% acima do registrado em setembro. Já 40,9% das famílias afirmam não ser um momento ideal para consumir bens da maior valor. Esse resultado é ligeiramente inferior ao verificado em setembro (41,1%).
A região Nordeste é a mais otimista quanto ao momento para adquirir bens de consumo, com 66%, seguida da região Centro-Oeste (61,1%) e Sudeste (56,6%), ficando estas três com o otimismo maior que o pessimismo. As regiões Norte (62,3%) e Sul (59,8%), não acreditam, em sua maioria, que este seja um bom momento para o consumo.
Mercado de trabalho
O IEF constatou também que as expectativas das famílias com relação ao comportamento do mercado de trabalho e ocupação em outubro se mantiveram semelhantes aos resultados verificados em julho, agosto e setembro. Cerca de 80% dos responsáveis pelos domicílios no País sentem-se seguros em seu emprego atual.
Os dados do Ipea mostram que os entrevistados em todas as regiões encontram-se mais seguros com relação à ocupação do chefe da família, com exceção da região Nordeste (70,3%). As regiões em que os responsáveis pelo domicílio se sentem mais seguros são a região Norte (93,3%), seguido do Sul (86,4%) e Centro-Oeste (85,6%).
Na região Sudeste, os responsáveis pelo domicílio se sentem seguros, com uma taxa de 81,1%, diferença maior do que 10% se comparado com a região Nordeste, com menor segurança.










Fonte:Economia

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Gasolina mais cara nas bombas




O consumidor não deverá passar incólume pelo aumento de 10% da gasolina anunciado pela Petrobras para as distribuidoras, em vigor desde o dia 1º deste mês. Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Pernambuco (Sindicombustíveis-PE), Frederico Aguiar, a redução determinada pelo governo federal para a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) não foi suficiente para amortizar o reajuste. A expectativa é de que o litro do combustível suba pelo menos R$ 0,04 nas próximas semanas.

“Pernambuco está em guerra, é uma questão de mercado. Há anos não havia um reajuste desses. Quem quiser repassar logo, vai repassar”, comentou Aguiar. Segundo ele, o preço médio da gasolina, hoje, é de R$ 2,69 nos 580 postos que o sindicato congrega no estado. O levantamento mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estima que o preço do combustível no Recife, na última semana de outubro, variava de R$ 2,379 a R$ 2,799.
De acordo com o decreto publicado no dia 31 de outubro no Diário Oficial da União, até 30 de junho de 2012 a alíquota da Cide para a gasolina será de R$ 0,091 por litro. Até então, era de R$ 0,192. Já a alíquota do óleo diesel – cujo aumento da Petrobras foi de 2% – baixou de R$ 0,07 para R$ 0,047 por litro. Mas o mercado reclama que a redução do tributo sobre a gasolina só teria ajudado a diminuir o impacto de outra decisão recente do governo: a de reduzir de 25% para 20% o percentual da mistura do etanol anidro à gasolina. Desde o dia 1º de outubro que o combustível chega às bombas nessas novas proporções.
Fonte: Diario de Pernambuco

domingo, 30 de outubro de 2011

Petrolina segundo centro vinícola do País


O levantamento da revista apontou, ainda, as cidades que mais avançaram na economia. Entre as 31 que se destacaram, em Pernambuco aparecem Caruaru, vista como o maior polo de confecção do Nordeste; Jaboatão, pela aproximação com Suape; Olinda, pelo crescimento no turismo e, por fim, Petrolina, segundo centro vinícola do País. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Dilma: ''Brasil não é mais presa fácil da crise internacional''


A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem, em Manaus, que a crise econômica nos países ricos tem uma face perversa, que é o desemprego de milhões de pessoas, mas que o Brasil, segunda ela, “não é mais presa fácil da crise internacional”, informa a Folhapress. Dilma disse que o País vive um momento diferente na economia porque lançou programas de distribuição de renda, combate à miséria, oferta de empregos, acesso ao crédito, iniciativas que diminuíram as desigualdades sociais. “É isso que faz com que este país, quando cresce, quando investe, quando consome, quando faz politica social, não seja presa fácil da crise internacional”, disse.  Na capital amazonense, Dilma lançou o programa Brasil sem Miséria na região Norte, com a presença dos governadores dos Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O programa prevê retirar da miséria 16,2 milhões de pessoas no país. 


Fonte:blogmagnomartins

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Governo reduz alíquota da Cide para a gasolina



O governo publicou nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União decreto que reduz a alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que incide na importação e comercialização da gasolina.
Pelo decreto, o valor da Cide sobre a gasolina caiu de R$ 0,23 por litro (R$ 230 por metro cúbico) para R$ 0,19 o litro (R$ 192,60 por metro cúbico).
O Ministério da Fazenda deve se pronunciar ainda hoje para detalhar os efeitos dessa medida sobre o preço da gasolina.

A cobrança da Cide é feita ao produtor, formulador e o importador da gasolina.
No passado, o governo federal utilizou reduções na Cide como forma de evitar que mudanças para cima no preço da gasolina nas refinarias da Petrobras fossem repassadas para o varejo.
A partir de sábado (1º), a parcela de etanol na gasolina vai cair de 25% para 20%. A mudança foi anunciada no final de agosto pelo governo por conta da escalada no preço do etanol, que estava impactando também no valor da gasolina.

Fonte:G1

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Empresa investirá R$ 3 milhões em Petrolina.


O prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB), esteve reunido com representantes da rede de varejo Casas Bahia para conferir a apresentação do projeto de implantação de uma filial da rede na cidade. O projeto foi apresentado pelo Administrador e Procurador da empresa, Maurício Borges, o Engenheiro Civil,Hamilton Batista e a Arquiteta, Phana Neri.

Segundo Maurício Borges, a instalação da empresa no município terá um investimento na ordem de R$ 3 milhões, ocupando uma área de 1200 m² e deverá gerar cerca de 95 empregos diretos nesta fase. “A cidade de Petrolina vem se destacando economicamente e o nosso objetivo é contribuir gerando empregos e crescendo junto com o município”, afirmou.

Buscando atrair mais investidores para o município, o prefeito recebeu com muito entusiasmo o projeto. “É uma grande satisfação poder contar com mais um investimento chegando. Petrolina tem crescido em grandes proporções devido a esses empreendimentos, que geram emprego e renda, movimentando a economia, por isso estamos permanentemente buscando novos investimentos, atraindo novas empresas para a nossa cidade”, assegurou o prefeito.

Fonte: Blog Magno Martins

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Nova cédula de R$ 100 já é a mais falsificada




Lançadas no fim do ano passado, as novas cédulas de R$ 100 foram cuidadosamente desenvolvidas por anos pelo Banco Central e pela Casa da Moeda com um único objetivo: atrapalhar a ação de falsificadores. Mas, ao contrário dos planos das autoridades, as novas cédulas são proporcionalmente mais falsificadas do que as antigas, que estão nas carteiras dos brasileiros desde 1994.
Números do próprio Banco Central revelam que a cédula mais falsificada no Brasil atualmente é a nova de R$ 100. De janeiro a julho deste ano, foi apreendida uma nota falsa dessas para cada 4.446 originais em circulação. A possibilidade de encontrar esta nota falsa é mais que o dobro do registrado entre as antigas de R$ 100: uma ruim para cada 8.983 boas.
Ou seja: pelos números, quem recebe uma nota nova de R$ 100 tem duas vezes mais probabilidade de receber uma falsa que o sujeito que receber os mesmos R$ 100 com uma das antigas. Em fenômeno idêntico, proporcionalmente é mais fácil encontrar uma nova nota falsa de R$ 50 do que entre as antigas.
Desde o lançamento das novas cédulas, o Banco Central tem se esforçado em ensinar como reconhecer o dinheiro: as cédulas novas têm tamanhos diferentes, faixa holográfica, imagens que se completam na contraluz e marcas d’água com o valor da cédula e o desenho do animal impresso – no caso dos R$ 100, uma garoupa.
Fonte: R7

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mega-Sena acumulada deve pagar R$ 24 milhões nesta quarta-feira




A Mega-Sena, acumulada há três concursos, pode pagar nesta quarta-feira (17) um prêmio de R$ 24 milhões, segundo a Caixa Econômica Federal. A previsão é de que o sorteio do concurso número 1.311 seja realizado após as 20h pelo Caminhão da Sorte, em Luziânia (GO).

Caso apenas uma pessoa acerte as dezenas da Mega-Sena, ela poderá comprar mais de 960 carros populares ou ainda 4,8 mil motos de 125 cilindradas, segundo a Caixa. Aplicado na poupança, os R$ 24 milhões podem render, mensalmente, quase R$ 150 mil - cerca de R$ 5 mil por dia.

Se investir no mercado imobiliário, o possível vencedor da Mega-Sena pode comprar um edifício inteiro, com 20 andares e com quatro apartamentos por andar, cada um avaliado em cerca de R$ 300 mil.

Outra possibilidade seria sacar R$ 50 mil mensalmente, sem fazer nenhum tipo de investimento, o que levaria 40 anos para consumir todo o prêmio.

A aposta mínima custa R$ 2 e pode ser feita até as 19h em qualquer lotérica.

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