terça-feira, 8 de novembro de 2011
Asteroide chega perto da Terra na noite de hoje
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Cientistas conseguem reproduzir imagens armazenadas no cérebro
Cientistas utilizaram um scanner e um computador para decodificar e reconstruir imagens de um filme assistido previamente por três indivíduos, em um procedimento que poderá, no futuro, ajudar pessoas com dificuldades de comunicação, revela um estudo publicado nesta quinta-feira.Até o momento, a técnica que combina imagens por ressonância magnética (IRM) e padrões informáticos pôde apenas reconstituir extratos dos filmes assistidos pelos voluntários da experiência, mas o método abre caminho para uma tecnologia capaz de ler imagens no cérebro - como sonhos ou ′filmes` da memória -, destacaram os cientistas da Universidade da Califórnia em Berkeley.
"É um passo importante para a reconstrução de imagens no cérebro", disse o professor Jack Gallant, neurologista da Universidade e um dos autores do estudo, publicado na revista americana Current Biology.
"Abrimos uma janela aos `filmes` projetados em nossa mente".
No futuro, esta tecnologia poderá permitir uma melhor compreensão do que se passa na mente das vítimas de ataques cerebrais, de pessoas em coma ou de vítimas de doenças neurodegenerativas incapazes de se comunicar.
Também poderá facilitar a criação de uma máquina capaz de se comunicar diretamente com o cérebro, permitindo a pessoas sem capacidade motora comandar instrumentos apenas com a mente, segundo o professor Gallant.
Fonte:pernambuco.com
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Cientistas encontram gene ligado à dependência do álcool e da nicotina.

Num estudo publicado pela revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)”, os pesquisadores conseguiram criar camundongos sem o gene da proteína quinase C épsilon. Comparados aos animais que tinham o gene, eles consumiram uma solução de nicotina em quantidade menor.
Além disso, mantiveram a quantidade consumida num nível estável, ao contrário do outro grupo. Isso indica que o gene está relacionado à dependência química da nicotina. No passado, um procedimento semelhante mostrou que o mesmo gene está ligado ao alcoolismo.
“Isso pode significar que esses camundongos [os que não têm o gene] não têm o mesmo senso de recompensa da nicotina e do álcool”, afirmou Robert Messing, da Clínica e Centro de Pesquisa Ernest Gallo, ligado à Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos EUA. O sistema de recompensa é um setor do cérebro relacionado ao vício. Na visão do pesquisador, portanto, um medicamento que neutralizasse a ação desse gene poderia ser uma forma de tratar a dependência do álcool e do tabaco.
Fonte: G1
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Comer batatas reduz pressão arterial, diz estudo.

Um estudo científico apresentado nesta quarta-feira (31) nos Estados Unidos constata que o consumo moderado de batata reduz a pressão arterial e não produz aumento de peso. O trabalho, dirigido pelo pesquisador Joe Vinson da Universidade de Stranton da Pensilvânia, foi apresentado no Encontro Anual da Sociedade Química dos EUA (ACS, na sigla em inglês), realizado em Denver, estado de americano do Colorado.
- A batata, mais do que qualquer outro vegetal, tem uma desmerecida má reputação que levou muita gente que busca uma alimentação saudável a eliminá-la de sua dieta. Na realidade, quando se prepara sem fritar e sem manteiga, uma batata só tem 110 calorias e dezenas de saudáveis fitoquímicos e vitaminas. Nosso estudo espera ajudar a refazer a popular imagem nutricional da batata.
A pesquisa foi realizada com batatas preparadas no micro-ondas sem maionese nem ketchup, condimentos preferidos pelos consumidores, sobre 18 pacientes com sobrepeso e pressão alta, que comeram entre 6 e 8 batatas duas vezes por dia durante um mês.
Após esta dieta, a equipe de Vinson constatou que a pressão arterial média diastólica tinha caído 4,3% e a sistólica havia diminuído 3,5%. Além disso, nenhum dos participantes do estudo tinha ganhado peso.
Favorita dos americanos
A batata é o vegetal mais consumido pelos americanos, no entanto o estudo explicou que as batatas fritas, devido às altas temperaturas empregadas em sua preparação, destroem a maior parte das substâncias saudáveis. Vinson destacou que, segundo os resultados obtidos, a maneira mais saudável de preservar os nutrientes da batata é "cozida simplesmente no micro-ondas".
Fonte: R7 Notícias
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Espaço Ciência faz homenagem ao Ano Internacional da Química
Começa hoje, no Espaço Ciência a exposição A História Química da Humanidade. O evento acontece em homenagem ao Ano Internacional da Química e celebra os 100 anos do prêmio Nobel concebido a Marie Curie.
A mostra traz painéis e experimentos interativos e apresenta fatos que comprovam aspectos, mostrando o importante papel da química na história da humanidade desde o primeiro elemento químico formado no Universo à descoberta e utilização de moléculas da química medicinal.
O perfil didático da exposição permite que ele possa ser apreciado por crianças e adolescentes de todas as idades e também por adultos. Os interessados podem agendar visita gratuita no site www.espacociencia.pe.gov.br. A mostra foi concebida e dirigida pelo diretor do Espaço Ciência Antonio Carlos Pavão e coordenada pela professora de química da UFPE Silvana Calado.
O patrocínio é do CNPq e Ministério de Ciência e Tecnologia, com apoio da Associação Brasileira de Química. O Espaço Ciência funciona de segunda a sexta das 8h às 12h e das 13 ás 17h e nos finais de semana das 13h30 às 17h. Mais Informações pelo telefone (81) 3183-5531
sábado, 20 de agosto de 2011
Conselho de Administração da Bahia Pesca visita obras do Terminal Pesqueiro em Ilhéus
Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)Assessoria de ImprensaFones: (71) 3115-2737 / 2767 / 2794Site: www.seagri.ba.gov.brE-mail: imprensa@seagri.ba.gov.br
Estudo mostra que o ecstasy pode ser usado para tratar o câncer
Cientistas da Grã-Bretanha revelaram esta sexta-feira (19) que estão avaliando se o ecstasy, conhecido como a droga do amor e popularizado em festas de música eletrônica - as chamadas "raves" - pode ser eficaz no tratamento de cânceres no sangue.
Cientistas da Universidade de Birmingham, no centro da Inglaterra, afirmaram ter modificado formas da droga, intensificando em 100 vezes sua capacidade de destruir células cancerosas.
Há seis anos, os pesquisadores descobriram que os cânceres que afetam os glóbulos brancos do sangue parecem responder a certas drogas psicotrópicas. Entre elas estão pílulas de emagrecimento, antidepressivos da família do Prozac e derivados da anfetamina como o MDMA, conhecido popularmente como ecstasy.
Os cientistas afirmaram que as descobertas feitas desde então podem levar ao uso de derivados de MDMA em testes com humanos. Os derivados podem ser eficazes no tratamento de cânceres do sangue como leucemia, linfoma e mieloma.
"Este é um animador avanço no uso de uma forma modificada de MDMA para ajudar pessoas que sofrem de câncer no sangue", disse o professor John Gordon, da Escola de Imunologia e Infecção da universidade inglesa.
"Embora não queiramos dar às pessoas falsas esperanças, os resultados desta pesquisa demonstram o potencial para avanços nos tratamentos nos próximos anos", acrescentou.
A equipe de cientistas descobriu que a dose de MDMA requerida para tratar um tumor poderia ser fatal, portanto, trabalhou no isolamento das propriedades anticancerígenas da droga.
Agora, eles estão estudando formas de conseguir que moléculas de MDMA penetrem nas paredes das células cancerosas mais facilmente.
O doutor David Grant, diretor científico da instituição beneficente Pesquisa de Leucemia e Linfoma, que financiou parcialmente o estudo, disse: "a perspectiva de sermos capazes de atacar o câncer no sangue com uma droga derivada do ecstasy é uma proposta genuinamente excitante".
"Muitos tipos de linfoma permanecem difíceis de tratar e necessitamos desesperadamente de drogas não tóxicas que sejam eficazes e tenham poucos efeitos colaterais", acrescentou.
As descobertas foram publicadas na edição bimestral da revista "Investigational New Drugs".
Fonte: NE10