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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Greve de policiais militares é ilegal, afirma ministro do Supremo


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou nesta quarta-feira (8) que é ilegal a greve de policiais militares, como os da Bahia, que fazem paralisação desde o dia 31 de janeiro.
O movimento por reajustes salariais tem sido marcado por conflitos entre grevistas e o Exército e pelo aumento da criminalidade da capital do estado, Salvador.
"A greve é um tema social. Mas, neste caso, ela é inconstitucional, é ilegal. Se viesse uma lei legitimando o direito de greve de militares, ela fatalmente cairia no STF, seria julgada inconstitucional", disse Mello. O artigo 142 da Constituição estabelece que ao militar são proibidas a sindicalização e a greve.
Em 2009, ao julgar uma ação que questionou a greve de policiais civis em São Paulo, o Supremo afirmou que os servidores públicos têm direito à greve. Mas o tribunal afirmou que esse direito não vale para serviços públicos realizados por grupos armados, como os policiais civis e os policiais militares.

Para pernambucanos, transposição só emprega gente de fora do estado


Pensada para beneficiar os moradores do Nordeste brasileiro, a transposição do Rio São Francisco já causa impacto na região: moradores de locais vizinhos à obra ficaram desolados por não conseguir vagas de trabalho e alguns se queixam de problemas com indenização.

“Ninguém aqui teve oportunidade porque chegou as empresas e pegou a obra aqui e acabou empregando só o pessoal de fora. A gente até tentou, tentou muito, até a obra parar, mas aí a gente não teve oportunidade de entrar”, conta o agricultor Cícero João.

Há cinco anos, os agricultores foram contactados por técnicos do Ministério e negociaram terras, casas, benfeitorias que ficavam no caminho do canal. Alguns tiveram problemas com a indenização. “A indenização que eles queriam pagar à gente não bate com a realidade da nossa localidade. O preço do solo, o preço das cercas, da algaroba, nem sequer tá batendo com a tabela do próprio Ministério”, conta o agricultor Márcio Parente. Ele diz que está sem poder plantar e sem condições de sobreviver.

Em dezembro, a paisagem da fazenda Sanharó mudou com a chegada de equipamentos. O lugar virou ponto de encontro de quem procura serviço. Agenor Gonçalves conseguiu um contrato de vigia das caçambas. “Toda hora, é: ‘Agenor, chegou alguma pessoa da empresa?’ Não, por hora não tem. Porque eles marcaram pro dia 2, depois pro dia 4 e até hoje eles ainda não chegaram”, relata.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Lucro do Itaú em 2011 é o maior da história dos bancos do país

O lucro do Itaú Unibanco (ITUB4) em 2011 é o maior da história dos bancos brasileiros, segundo a consultoria Economatica. Com um lucro líquido de R$ 14,62 bilhões, o banco teve uma alta de 9,7% em relação ao ano anterior (quando lucrou R$ 13,32 bi).


Na terceira colocação entre os maiores lucros de bancos ficou o Banco do Brasil, com o resultado de 2010 (quando teve ganhos de R$ 11,296 bi).
O Bradesco, mesmo com uma alta de 10% em relação ao ano anterior, teve lucro de R$ 11,028 bi em 2011, ocupando a quarta colocação.
Entre os dez maiores lucros anuais da historia dos bancos brasileiros, quatro são Itaú Unibanco. Bradesco e Banco do Brasil têm três cada um.

Lucro do Itaú tem queda no 4º tri

O Itaú Unibanco teve lucro líquido de R$ 3,68 bilhões no quarto trimestre, queda de 5,4% em relação ao resultado obtido um ano antes, afetado por aumento de despesas com empréstimos de difícil recuperação e inadimplência maior.     

Padre Antonio satisfeito com as manchetes do Brasil em jornais da Europa


ALEGRIA E COMPROMISSO DOS BRASILEIROS


 O que seria, normalmente, um vôo de duas horas, transformou-se em uma viagem de 12 horas, de Roma a Hamburgo, Alemanha. O vôo de Lyon a Hamburgo fora cancelado, tendo que pegar e despachar a bagagem mais uma vez em Lyon, esperar um vôo para Munique e de Monique a Hamburgo. Ao chegar a Munique, trocaram-me o cartão de embarque para Hamburgo, pois o vôo das 19:30h já estava lotado. Tive que esperar o vôo das 21:30h. Cheguei as 23:00h em Hamburgo.

Em meio ao cansaço de um dia em avião e aeroportos, experimentei momento de grande contentamento. De Lyon a Monique, peguei o Le Monde para ler alguma coisa. Qual foi minha surpresa, o Brasil ocupava uma página inteira na secção Planète, com a seguinte manchete “AU BRÉSIL, PETROBRAS PROMET LES RETOMBÉES DE L’OR NOIR AUX POPULATIONS CÔTIÈRES”. No Brasil, a Petrobras promete o impacto do ouro preto para a população do litoral.

Qual a razão de minha satisfação? Simplesmente por ver meu país em manchete de um jornal da Europa com matéria de uma pagina inteira sobre a descoberta de petróleo na costa brasileira. Há alguns anos, era difícil ler em jornais da Europa ou assistir a noticiário de TV matéria sobre o Brasil, a não ser para veicular aspectos negativos de nosso país. Agora o Brasil merece uma página inteira para veicular matéria de importância econômica como esta: La compagnie doit s’instaler dans un milieu protégé pour exploiter les reserves en eaux profondes. A empresa deve se estabelecer em um ambiente protegido para explorar reservas em águas profundas.

O Brasil é um país emergente, ocupando, se não estou enganado, a sexta economia do mundo. Isso nos alegra, eleva auto-estima dos brasileiros, mas ao mesmo tempo exige de todos nós um esforço hercúleo para enfrentar os grandes desafios no mundo da educação, da moralidade pública e da desigualdade social, ainda grande em nosso país. Por isso, alegremo-nos e ajudemos o País a caminhar a passos mais largos para se tornar uma grande Nação, não só uma grande economia, mas um grande povo, uma pátria onde todos seus cidadãos possam viver em paz e felizes. Um sonho! Uma esperança! Um compromisso! Uma realidade que pende de cada um de nós.





Pe. Antonio

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Brasil é o 2º país com mais casos de hanseníase no mundo


O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (26), que o número de casos de hanseníase no país caiu 15% entre 2010 e 2011. No entanto, o país ainda é o segundo no mundo com a maior quantidade de casos da doença, segundo o secretário de vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa. No ano passado foram registrados 30.298 da doença conhecida como lepra. O Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase será no próximo domingo (29). 
As regiões brasileiras mais afetadas pela hanseníase são Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Mato Grosso é o Estado com a maior incidência em 2011, com 77,89 novos casos para cada 100 mil habitantes, seguido do Tocantins, com 72,14 e de Rondônia, com 52,55. 
A hanseníase é uma doença infecciosa que é transmitida pelo contato direto e constante com alguém que tenha a doença. O principal sintoma, que pode demorar até cinco anos para se manifestar, é o surgimento de uma mancha avermelhada ou esbranquiçada que não coça, mas causa sensação de dormência na pele. A doença atinge a pele, os nervos, os braços, as mãos, as pernas, o rosto e as orelhas e, se não tratada, pode provocar ferimentos graves e até a deformação dessas partes. 
No entanto, o Ministério da Saúde destaca que a taxa de cura é de 80% para quem se submete ao tratamento, disponível no SUS (Sistema Único de Saúde), com o coquetel de medicamentos chamado de poliquimioterapia, que dura de seis meses a um ano. Após esse período, o paciente não transmite mais a doença. 
Atualmente, há 23.660 pessoas em tratamento em todo o país e nem todas são curadas porque interrompem o uso dos medicamentos antes de receber alta, segundo o ministério. 
A meta do governo, de acordo com o secretário Jarbas Barbosa, é que até 2015 haja somente uma pessoa com hanseníase para cada grupo de 10 mil habitantes no país. Para isso, os agentes de saúde têm ido atrás de quem convive com os pacientes diagnosticados. 
- Geralmente a criança é diagnosticada primeiro e por meio dela descobrimos os familiares que já têm a doença não detectada. Então, para cada paciente, examinamos cinco pessoas que têm contato constante com ela. 
Para isso, o Ministério da Saúde anunciou que vai destinar ainda este mês R$ 16 milhões para os 245 municípios brasileiros com o maior número de casos de hanseníase detectados. Nesses locais, a taxa de detecção da doença conhecida como lepra chega a 80 por cada 100 mil habitantes por ano. 


O secretário de vigilância em saúde destaca que o maior empecilho à eliminação da doença no Brasil é o preconceito.

- Historicamente essa doença sempre teve uma carga de estigma muito grande. Por isso criamos mecanismos de apoio social para que essas pessoas façam tratamento e não tenham vergonha de dizer que têm esse problema.
















R7

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Governo espera que Brasil cresça 4,5% este ano, diz ministro da Fazenda


O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou nesta segunda-feira (23) esperar que o Brasil cresça 4,5% este ano, o que ficaria acima dos 3% que o país deverá atingir em 2011. Para ele, o Brasil só deve crescer menos que China e Índia em 2012.

O ministro disse que uma taxa elevada de crescimento do PIB e distribuição de renda devem impulsionar a economia do país neste ano. Mas, se a crise internacional se agravar, o crescimento pode ficar em 4%.

Além disso, um dos "desafios" que o ministro coloca para o Brasil neste ano é o desempenho na área de comércio exterior, porque a economia mundial "estará pior que em 2011" e "talvez encolha ou cresça menos", afirmou.

A avaliação foi feita por Mantega depois da primeira reunião ministerial deste ano, da qual participaram 36 dos 38 ministros.

O ministro disse ainda que o corte de gastos do governo em 2012 pode superar o de 2011, que foi de R$ 50 bilhões. Ele negou, no entanto, que o contingenciamento já esteja definido em R$ 60 bilhões ou R$ 70 bilhões e afirmou que "não haverá contingenciamento de investimentos".

Segundo Mantega, o governo deve investir em áreas como infraestrutura, que inclui obras da Copa de 2014, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida 2. Isso, no entanto, "não quer dizer que o corte será menor [que em 2011]", disse.

Para garantir a redução de gastos, o ministro da Fazenda disse que os Ministérios deverão "continuar essa disciplina, economizando gastos de custeio". Ele não especificou se em 2012, ano de eleições, haverá maior corte nas emendas parlamentares -verba destinada para projetos de deputados e senadores. "Todo ano fazemos contingenciamento de emendas. Os parlamentares já sabem [disso]", afirmou o ministro.

Questionado sobre a expectativa de corte em R$ 60 bilhões ou R$ 70 bilhões, Mantega afirmou que esses valores devem ser "desconsiderados". Ele se disse surpreendido ao ler sobre esses montantes nos jornais. "Acho engraçado né porque quem define esse número somos nós [da equipe econômica do governo]. Vocês podem desconsiderar esse número".

Crédito

O foco da reunião ministerial, segundo Mantega, foi o "desenvolvimento sustentável". Ele disse que se falou sobre economia, programas sociais e meio ambiente.

O ministro falou em "expandir o crédito" no país de 15% a 17%, mas de modo a também "reduzir o custo financeiro". Ele disse que "várias medidas serão tomadas" para isso e criticou o spread bancário, que considera alto, indicando que pode ser um ponto visado pelo governo para mudanças.

Durante a reunião, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, também traçou um panorama da economia nacional para os ministros, afirmando que o crescimento do Produto Interno Bruto deve acelerar em 2012. A informação foi divulgada pelo porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann.

Segundo ele, em relação à inflação, Tombini disse que o índice deve continuar caindo e convergirá para o centro da meta (4,5%).









Uol

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Brasil cai uma posição em ranking de globalização


O Brasil caiu uma posição, para 47.º, no ranking de globalização feito pela empresa de consultoria Ernst & Young com as 60 maiores economias do mundo. Apesar da queda verificada no Índice de Globalização, divulgado hoje, o Brasil aumentou sua pontuação em 0,02 em relação ao estudo de 2010, atingindo 3,24 pontos. Segundo a consultoria, desde 1995 o Brasil caiu três posições no ranking, cuja liderança é ocupada por Hong Kong com 7,42 pontos. A pontuação média global ficou em 4,17 pontos.
 
Entre o grupo dos Brics, o Brasil está atrás da China (39º), mas à frente de Rússia (56º), Índia (55º) e África do Sul (54º). O Brasil está atrás ainda de Nigéria (46º), México (36º) e Chile (25º), mas melhor posicionado do que a Argentina (50º)e da Venezuela (58º).

De acordo com o estudo, o Brasil apresentou uma grande queda na categoria "capital", provocada pela saída de Investimento Estrangeiro Direto (IED), que passou de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 para -0,6% no ano seguinte. "Deve-se notar que os dados de saídas de IED em 2011 foram distorcidos pela repatriação excepcional de empréstimos por empresas brasileiras relacionadas a investimentos feitos em anos anteriores, tornando negativos os dados líquidos de saída desses investimentos", afirma o documento.


Na categoria "tecnologia", o País ganhou pontos por conta do aumento das assinaturas de banda larga, que passaram de 7,4 para cada 100 pessoas em 2010 para 8,8 em 2011, e do total de assinantes de internet, que avançou de 32,3 em cada 100 habitantes para 36,1, no mesmo período.

Nas outras três categorias analisadas - "comércio", "trabalho" e "cultura" - a pontuação continuou inalterada. "O País ainda aparece acima da média nos indicadores "facilidade de negociação transnacional", "restrições de conta corrente", "política governamental para o investimento estrangeiro" e "abertura da cultura nacional à influência estrangeira", consta no relatório.

O estudo, que está na sua terceira edição, é feito a partir de três parâmetros: o Índice de Globalização da Ernst & Young, de uma pesquisa com 1.000 executivos em todo o mundo realizada no final de 2011 e da projeção de crescimento do PIB global e regional ao longo dos próximos quatro anos.

Onda protecionista

No relatório, a empresa afirma que a globalização continuará avançando até 2015, mas mostra preocupação com medidas protecionistas. "Noventa por cento dos executivos consultados esperam ver um aumento nas medidas protecionistas, se a economia global entrar em nova recessão após uma ligeira recuperação", afirma o relatório. Reino Unido e Estados Unidos são os únicos mercados analisados em que o índice prevê globalização ligeiramente em declínio nos próximos três anos, devido às regras para a entrada de imigrantes.

Ainda de acordo com o estudo, o crescimento dos países emergentes deverá compensar o lento avanço das economias desenvolvidas em 2012. A empresa calcula que o PIB combinado desses mercados crescerá 5,3% neste ano. "O PIB dos mercados emergentes (medido com base na paridade do poder de compra) pode superar o das economias desenvolvidas já em 2014, com cerca de 70% do crescimento mundial total nos próximos anos vindo dessas economias, dos quais mais da metade virá de China e Índia."

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Brasil é o segundo país mais desigual do G20



O Brasil é o segundo país do G20 que apresenta maiores desigualdades económicas e sociais. À sua frente, só a África do Sul. A conclusão é de um estudo realizado pela Oxfam, entidade de combate à pobreza e injustiça social, intitulado Deixados para trás pelo G20?
A conclusão generalista é a de que as maiores desigualdades se encontram nas economias mais emergentes: para além do Brasil e da África do Sul, a China, a Rússia, o México, a Argentina e a Turquia foram os países que registaram piores resultados.

Pelo contrário, as nações que primam por uma maior igualdade são as economias desenvolvidas com rendimentos maiores: a França (que lidera a generalidade dos resultados), a Alemanha, o Canadá, a Itália e a Austrália.

De acordo com a BBC, que apresenta os resultados da investigação, um dos critérios analisados foi o rendimento nacional com base no Produto Interno Bruto. Como meio de comparação, o Oxfam analisou também, para além do rendimento per capita da totalidade dos países que compõem o G20, o dos 12 países mais pobres segundo dados do Banco Mundial.

No entanto, mesmo estando o Brasil no fundo da tabela, o estudo não ignora o facto de ser um dos países com maior eficácia no combate à pobreza nos últimos anos. Seguindo as previsões do FMI, se o Brasil continuar a crescer como tem vindo a fazer, em 2020 poderá conseguir afastar cerca de 5 milhões de pessoas da linha da pobreza.
Mas também aí há uma ressalva: o possível crescimento do PIB e os avanços no combate à pobreza não serão suficientes para retirar um número significativo de brasileiros da pobreza caso continue a aumentar a desigualdade, isto é, o fosso entre ricos e pobres.
Como forma de contornar o probelma, a Oxfam insiste na importância de o governo actuar ao nível das políticas de transferência de capital, para que o Estado possa melhorar a sua intervenção no sistema de distribuição de riqueza.










Fonte:SOL

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Brasil é o 7º lugar mais perigoso para jornalistas, diz relatório


Um relatório elaborado pelo Internacional News Safety Institute (Insi), divulgado nesta semana, colocou o Brasil como o sétimo lugar mais perigoso para jornalistas no mundo.
De acordo com o levantamento feito pela entidade, no ano passado, foram contabilizadas cinco mortes de profissionais da imprensa no País. Outros 124 jornalistas morreram durante o ano, em 40 países.
Em primeiro lugar aparecem Paquistão, México e Iraque, todos com 11 mortes, seguidos pela Líbia (10), Honduras (8) e Iêmen (7). O Brasil figura atrás das Filipinas (6), ao lado da Índia (5), e na frente da Somália (4).
Outro levantamento feito pela Sociedade Interamericana de Imprensa colocou o Brasil como o terceiro lugar mais perigoso para profissionais da comunicação trabalharem na América Latina. No entanto, eles não contabilizam a morte do cinegrafista da rede Bandeirantes Gelson Domingos, que morreu com um tiro de fuzil durante a cobertura de uma operação da Polícia Militar do Rio de Janeiro em novembro do ano passado.
A Primavera Árabe, nome dado aos movimentos populares que combateram os governos de países como Egito, Líbia, Iêmen, Bahrem e Tunísia foram apontados como a principal causa para o número de mortes de jornalistas em 2011, um dos maiores índices já registrados. Em 2010, foram 97 mortes.
No entanto, o ano mais fatal para os profissionais da imprensa foi o de 2009, quando 133 morreram, incluindo um massacre de 32 jornalistas nas Filipinas.






Fonte:Terra

sábado, 7 de janeiro de 2012

Descarte inadequado de pneus ainda representa grave problema ambiental no Brasil


O descarte inadequado de pneus ainda persiste como um grave problema ambiental no Brasil. Apesar de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obrigarem os fabricantes e importadores a dar uma destinação adequada para pneus que não servem mais, as regras não estão surtindo o efeito desejado. Essa é a conclusão do engenheiro mecânico Carlos Lagarinhos que defendeu uma tese de doutorado, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), sobre o assunto.
pneus
–No Brasil, as atividades de reutilização [de pneus] não são regulamentadas e não existem incentivos para a reciclagem ou utilização de matéria-prima de pneus inservíveis, que não servem mais para rodar em automóveis, ônibus e caminhões–, disse Lagarinhos à Agência Brasil.
Segundo Lagarinhos, de 2002 a abril de 2011, o descarte inadequado correspondeu a 2,1 milhões de toneladas do produto. Nesse período, os importadores de pneus novos cumpriram 97,03% das metas de descarte estabelecidas, os fabricantes, 47,3% e, os importadores de usados, 12,92%.
No país, é possível encontrar pneus jogados em lixões, rios, ruas e, até mesmo, no quintal das casas o que pode ocasionar problemas ambientais e, até mesmo, de saúde – o mosquito transmissor da dengue, por exemplo, se reproduz em água parada alojada, muitas vezes, em pneus velhos.
Lagarinhos observou que o alto custo da coleta e do transporte de pneus descartados é a principal dificuldade para a destinação correta desse material. Outro problema levantado pelo pesquisador é que há falta de conhecimento dos consumidores sobre o destino que deve ser dado aos pneus usados.
–Os fabricantes, importadores, revendas e distribuidores não divulgam programas de coleta e destinação dos pneus inservíveis para incentivar o descarte, após a troca, pela população–, disse Lagarinhos. Em São Paulo, por exemplo, ele cita que, apesar dos mais de 6,6 milhões de veículos licenciados, existem apenas quatro pontos de coleta de pneus.
Uma das saídas apontadas por Lagarinhos como solução para o problema seria o aproveitamento de pneus usados como componente para asfalto. “De 2001 a 2010, somente 4,9 mil quilômetros foram pavimentados com asfalto-borracha. Existe uma série de vantagens para a sua utilização como aumentar a vida útil do pavimento em 30%, retardar o aparecimento de trincas e selar as já existentes e aumentar o atrito entre o pneu e o asfalto, entre outros”, explicou.
–Falta incentivo por parte dos governos federal, estaduais e municipais para a utilização do asfalto-borracha na pavimentação de ruas, estradas e rodovias–, ressaltou o pesquisador.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Veja a relação dos participantes do Big Brother Brasil 12


A assistente comercial Kelly é mineira e tem 28 anos / Foto: Divulgação

A assistente comercial Kelly é mineira e tem 28 anos


Janeiro mal chegou e muitos brasileiros já estão a postos à espera da 12ª do Big Brother Brasil, que começa na próxima terça. E ontem à tarde, para aumentar ainda mais a expectativa do público, a Rede Globo divulgou a lista das 12 pessoas que serão confinadas no reality show.

Os participantes, que passaram sete meses para serem escolhidos, são dos mais variados perfils, e prometem agitar a casa mais espiada do Brasil. O grupo de mulheres é formado pela empresária carioca Fernanda, de 29 anos; a estudante de zootecnia, Jakeline, 22 anos, da Bahia; Laisa, de 23 anos, estudante de Medicina, do Rio Grande do Sul; Mayara, 23 anos, arte-educadora, de São Paulo; e as mineiras Renata, de 21 anos, estudante de Psicologia, e a assistente comercial Kelly, de 28.

Já o grupo de homens, traz o representante comercial João Carvalho (46) e o advogado Netinho (28) – ambos de Minas Gerais; João Mauricio, de 34 anos, pecuarista, de Goiás; Jonas, 25 anos, modelo, do Rio Grande do Sul; o projetista de iluminação, Rafa (35), do Rio; e Yuri (26), professor de Muay Thai, de Goiás.

O BBB 12 começa na próxima terça-feira, logo após a novela Fina Estampa, sob o comando do apresentador Pedro Bial. A premiação continua igual à do ano passado: R$ 1,5 milhão para o vencedor; R$ 150 mil e os R$ 50 mil para segundo e ao terceiro colocados, respectivamente. Agora é esperar para assistir e torcer.

























Fonte:JC

Brasil precisará de 3 hidrelétricas semelhantes a Itaipu até 2021


O Brasil precisará construir outras três hidrelétricas equivalentes a Itaipu para suprir a demanda prevista de energia em 2021, afirma um estudo divulgado nesta quarta-feira pela estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Segundo as previsões do organismo, o consumo de energia elétrica no País crescerá a uma taxa média de 4,5% por ano na próxima década, por isso saltará dos 472 mil gigawatts hora (GWh) em 2011 até 736 mil gigawatts hora em 2021.
Isso significa que a demanda de energia em 2021 será em 56% superior à do ano passado e que o Brasil terá que aumentar a energia gerada em 264 mil gigawatts hora nos próximos dez anos.
Esse volume equivale ao produzido por três hidrelétricas de Itaipu, a segunda maior hidrelétrica do mundo, compartilhada pelo Brasil e o Paraguai, e que no ano passado gerou uma média de 92.245 gigawatts por hora.
Parte da nova energia demandada em 2021 será atendida pelas três grandes hidrelétricas que o País está construindo na Amazônia e que entrarão em operação nos próximos anos: Belo Monte, Santo Antônio e Jirau.
Apenas Belo Monte, uma polêmica construção sobre o rio Xingu muito criticada por ecologistas e indígenas, oferecerá 39.360 gigawatts hora a partir de 2015.
Segundo o estudo da EPE, o crescimento do consumo anual de energia do Brasil (4,5% ao ano) ficará abaixo do crescimento econômico médio ao ano previsto para o período (4,7%).
O setor comercial será o que mais impulsionará o crescimento do consumo de energia no Brasil na próxima década, com um aumento de sua demanda de 5,8% ao ano, seguido pelo setor residencial (4,5%) e pela indústria (4,4%).
"Apesar do elevado aumento do consumo do setor de comércio e serviços, a indústria se manterá como o setor responsável por quase a metade do consumo total de eletricidade do País em 2021", segundo o estudo do organismo estatal.
O consumo da indústria saltará de 225 mil gigawatts hora em 2011 até 346 mil gigawatts hora em 2021.
Outros segmentos devem aumentar o consumo em 3,6%, passando de 61 mil GWh para 87 mil GWh.
A EPE ainda estima um expressivo aumento da autoprodução, em torno de 6,8% ao ano, em média, passando de 41,5 mil GWh estimados em 2011 para 79,8 mil GWh em 2021. "Com isso, a participação desta fatia da geração no consumo total de eletricidade do País crescerá dos cerca de 9% verificados nos últimos anos para 11%, aproximadamente, ao final do horizonte", disse a EPE em nota.









Fonte:Terra

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