
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Lagoa Grande sai na frente e garante o Garantia Safra para os agricultores familiares do município

segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Vídeo: Cristália no Globo Rural
Leia a matéria na íntegra:
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Secretário da Agricultura visita Itapicuru, Inhambupe, Olindina, e Alagoinhas
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Secretários e ministro do MDA discutem questões importantes da agricultura familiar
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Unidade de Observação de Morro do Chapéu já produz primeiras uvas
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Chapada Diamantina pode se transformar em um dos maiores produtores de vinhos finos do mundo
( Mucugê – BA)
- Com solo e clima semelhantes aos das regiões produtoras da França e
aos do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, a Chapada Diamantina
pode ter sua realidade mudada com a produção de uvas especiais e se
transformar em uma das maiores produtoras de vinhos finos do mundo. Foi o
que disse o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, ao
assinar, no município de Mucugê, protocolo de intenções com o Sindicato
Rural de Mucugê para a instalação de uma unidade de observação de uvas
viníferas para produção de vinhos finos em parceria da Seagri/EBDA e a
Embrapa.
“A
unidade de Mucugê é a segunda que vamos implantar”, disse ele,
lembrando que a primeira, instalada em Morro do Chapéu, há cerca de oito
meses, está apresentando excelente comportamento, antecipando
resultados promissores com as variedades de uvas viníferas, como
Cabernet Sauvignon e Chardonnay. De acordo com o secretário, uma
terceira unidade de observação também será instalada no município de Rio
de Contas. O ato de assinatura do protocolo de intenções contou com as
presenças dos prefeitos dos municípios de Mucugê, Fernando Medrado; de
Andaraí, Wilson Cardoso, e de Itaetê, Ademar Souza, e do superintendente
de Atração de Investimentos da Seagri, Jairo Vaz, dentre outras
lideranças.quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Secretário da agricultura debate agroindustrialização no Agenda Bahia

O secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, participa na manhã desta quarta-feira, (14), às 11:30h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, (Fieb), no Stiep, do debate “Estratégias para a industrialização vitoriosa”. O evento faz parte da programação do Agenda Bahia, promovido pelo grupo Rede Bahia, em parceria com a Fieb.
O secretário vai falar sobre as ações do Estado para agroindustrializar a Bahia, que, entre outras iniciativas vitoriosas, já está recebendo uma unidade da Casa Valduga, em Juazeiro, para produzir sucos, geléias e posteriormente espumantes, e uma unidade do grupo chinês Chongqing para esmagar soja em Barreiras. Salles vai abordar também a possibilidade de uma nova onda de migração gaúcha para investir em pequenas vinícolas no Vale do São Francisco, e discutir a questão da compra de terras por estrangeiros. “O Brasil está perdendo diariamente milhões de dólares e a oportunidade de gerar milhares de empregos por causa da proibição de aquisição de terras por estrangeiros”, afirma.
O secretário da Agricultura defende que os empresários que desejam investir no Brasil devem ter o direito de adquirir terras suficientes para produzir 50% da capacidade instalada de processamento. O debate faz parte da programação do Seminário Agronegócio- Economia Climática e Industrialização, que vai reunir dirigentes de empresas e instituições e especialistas para discutir e apontar diretrizes.
Ascom Seagri- 14 de setembro de 2011
Tatiana Ribeiro DRT-Ba 3800 - 3115.2794 2737 2767
3115-2737/2767
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Agricultores familiares de Juazeiro aumentam renda com horta comunitária

Os agricultores familiares dos bairros João Paulo II e Pau Preto, que plantaram legumes e hortaliças de forma comunitária já estão colhendo os frutos da atividade. A produção de alface, coentro, cebolinha, rúcula, pimentão, espinafre, couve-flor dessas hortas são comercializadas em feiras livres de Juazeiro, a ação faz parte do projeto de fomento da agricultura familiar da Secretaria da Agricultura (Seagri), através da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), em parceria com a Prefeitura Municipal de Juazeiro.
No primeiro semestre a EBDA realizou dias de campo nessas localidades, assim como atividades de assistência técnica e extensão rural (Ater) em comunidades dos 10 municípios que compõem o Território do Sertão do São Francisco, o que gerou uma produção, a priori, de consumo interno. Com a ratificação das hortas, os agricultores familiares decidiram aumentar a produção e comercializar o excedente. É o caso do agricultor Bartolomeu Dias (54), que teve um acréscimo de 20% em sua renda familiar somente com a venda desses produtos.
“Com as dicas da EBDA aprendi a plantar, juntamente com todos da minha comunidade. Hoje tenho a minha própria horta e com a venda das hortaliças pude juntar um dinheirinho e comprar uma televisão de LCD. Ganho, em média, R$ 600,00 fazendo frete e com a produção da horta consigo aumentar até R$ 200,00 por semana na minha renda. Minha família cuida da horta e eu vendo nas feiras livres”, afirmou o agricultor.
Para Edmundo Ribeiro, engenheiro agrônomo da empresa, a horta tem um papel fundamental nas comunidades, pois servem como fonte de alimentos saudáveis e de renda para as famílias do território. A EBDA fornece os insumos da horta, que é manejada com técnicas agroecológicas. “Quanto ao lucro, toda a comunidade é beneficiada, principalmente, com qualidade de vida através de uma boa alimentação, a comercialização do excedente e os recursos arrecadados são revertidos para a própria comunidade”, esclareceu Ribeiro.
Segundo Osvaldo Lopes, gerente regional da EBDA em Juazeiro, o objetivo deste trabalho é ratificar as hortas comunitárias no território do Sertão do São Francisco, onde elas devem produzir hortaliças com qualidade e em quantidade. Faz parte das ações de Ater: cursos sobre melhoramento do solo com adubação orgânica, utilização racional da água, construção de canteiros, e compostagem.
A expectativa é incluir esses produtos na merenda escolar estadual e municipal, através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), já que existe uma determinação governamental assegurando que 30% da merenda escolar seja adquirida de agricultores familiares. “O ganho é geral com esse processo: o estado e os municípios fomentando a agricultura local, os agricultores remunerados com preços justos, e as crianças, que passam a consumir produtos de boa qualidade, sem agrotóxicos”, completou Lopes.
EBDA/Assimp - 12/09/2011
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011
EBDA capacita técnicos para atuar no Programa Brasil Sem Miséria em Irecê
Agricultores familiares que vivem em situação de extrema pobreza no Território Irecê serão prioridade nas ações desenvolvidas pelo Programa Brasil Sem Miséria, do Governo Federal, executado pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A (EBDA). Com esse intuito, a Empresa, vinculada à Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), realiza, entre os dias 12 e 17 de setembro, no Centro de Formação de Agricultores Familiares de Irecê (Centrefértil), uma capacitação para cerca de 50 técnicos que deverão atuar através do programa no Território.
O evento, que será conduzido por técnicos do Ministério do Desenvolvimento Agrário, capacitará profissionais para atender a Chamada Pública 001/2011 do Programa Brasil Sem Miséria. Os técnicos capacitados, das áreas de ciências agrárias, saúde e educação, atuarão como agentes multiplicadores e também como interlocutores entre as políticas públicas e as famílias assistidas.
O Gerente Regional da EBDA em Irecê, Joelson Matos, explica que no Território são cerca de 4.800 famílias vivendo em extrema pobreza, e que com a contratação de uma equipe multidisciplinar, a gerência pretende reduzir ao máximo esse indicativo. “Estamos fazendo um trabalho diferenciado para atender os agricultores familiares. O Nordeste é a região mais afetada pela pobreza e o Território Irecê lidera na Bahia: precisamos reverter esse quadro”, afirma Matos.
Mais produção e renda
Por meio das Chamadas Públicas, o Governo Federal atenderá individualmente as famílias rurais em extrema pobreza, fornecendo assistência técnica e extensão rural específicos. O atendimento, que está previsto para iniciar ainda em Setembro, será feito ao longo de 17 meses, quando as equipes multidisciplinares realizarão um Diagnóstico da Unidade de Produção Familiar (UPF), utilizando modelos de formulários fornecidos pelo próprio MDA e pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Além de encaminhar o acesso de agricultores familiares às políticas públicas, os dados permitirão a elaboração do Projeto de Estruturação Produtiva e Social Familiar.
Em Irecê, os profissionais contratados pela EBDA vão monitorar a produção e a renda dos agricultores assistidos, com o objetivo de promover a estruturação produtiva e social das unidades familiares. Além disso, a equipe realizará também um mapeamento das carências das famílias, como documentação, acesso a benefícios sociais, alfabetização, casa, água, luz e estrada, encaminhando as demandas aos órgãos responsáveis na estrutura administrativa local. Com essas ações, a EBDA pretende estruturar a produção para o consumo das próprias famílias, e também para comercialização do excedente em mercados locais.
EBDA/Assimp, 09/09/2011
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Secretário da Agricultura participa do lançamento do Projeto Renorbio
O secretário da Agricultura, Eduardo Salles, participa amanhã (9), às 9 da manhã, no auditório Hélio Reis de Oliveira, do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), no município de Ilhéus, do lançamento do projeto Renorbio, que envolve os aspectos relacionados a revitalização da cacauicultura e dinamização da cacauicultura nacional.
A pesquisa foi estruturada para contemplar abordagem de combate à doença – causada pelo fungo “Moniliophtora perniciosa”-, que reduziu a produção brasileira de cacau de 400 mil toneladas, ao final da década de 1980, para menos de 100 mil toneladas em uma década.
O superintendente da Ceplac na Bahia, Antonio Zózimo de Matos Costa destaca que o Cepec vem desenvolvendo pesquisas cientificas de combate ao fungo, desde o primeiro ataque da praga vassoura-de-bruxa, em 1989, na Região Cacaueira baiana. Além de ter produzido 39 clones com genes tolerantes e resistentes à doença, os pesquisadores da Ceplac também desenvolveram tecnologias que integram o manejo integrado da vassoura-de-bruxa com controles cultural, biológico, genético e químico.
O projeto obteve recursos de R$ 6 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), e do próprio Ministério da Agricultura. O fundo tem R$ 4 milhões do MCT e contrapartida de R$ 2 milhões do Mapa, através da Ceplac. Além da Ceplac, o projeto envolve a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Recursos Genéticos e Biotecnologia (Embrapa/Cenargen).
O controle da vassoura-de-bruxa no cacau será pelos fatores: desenvolvimento de novas variedades para plantio comercial, com adequada qualidade de produto, boas características gerais e maior durabilidade de resistência, a partir da acumulação de genes de resistência e utilização de variedades com diferentes conjuntos de genes associados a este caráter.
Além disso, a identificação de novos genes de resistência à vassoura-de-bruxa e marcadores ligados a estes, visa dar suporte à obtenção de variedades de cacaueiro com resistência durável, através da associação de diferentes genes de resistência. Ainda, a produção de fungicida à base de moléculas de RNAs homólogas a genes essenciais aos processos de infecção, crescimento, obtenção de nutrientes, reprodução ou outros aspectos da patogenicidade do agente causal da vassoura-de-bruxa; e estabelecimento de bases para produção de plantas transgênicas de cacau, visando o controle da doença.
Cacau no território do Litoral Sul
Segundo dados do IBGE a produção de cacau no Litoral Sul, que abrange, dentre outros, os municípios de Ilhéus e Itabuna, é de 123.966 toneladas, numa área plantada de 430.099 e produtividade de 288 kg/ ha.
Ascom/ Seagri e Ceplac– 08 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Entrevista à imprensa anuncia retorno de José Tenório à presidência do STR.
O presidente licenciado do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolina, José Tenório dos Santos, concederá entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira (05), para anunciar seu retorno à presidência da entidade. A coletiva acontecerá às 9 horas, no auditório do STR Petrolina, localizado na Avenida das Nações, nº 280, 1º andar – Vila Mocó, em Petrolina. Além de Tenório, participarão da coletiva a Secretária de Finanças, Maria do Carmo Marinho Lopes (também licenciada) o vice-presidente Antonio Nilson do Nascimento, que assumiu interinamente a administração do sindicato por mais de dois meses e, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Estado de Pernambuco (FETAPE), Doriel Barros, que acompanhou todo processo através da Comissão Estadual de Ética Sindical da FETAPE, que contou também com a colaboração da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Retrospectiva: O presidente José Tenório do Santos e a Secretária de Finanças, Maria do Carmo Marinho Lopes, pediram licença de seus respectivos cargos no STR Petrolina, no dia 14 de junho de 2011, para que o Ministério Público do Trabalho apurasse as denúncias de irregularidades proferidas contra a administração da entidade. | |
| Lucilene Santos Ascom | |
sábado, 3 de setembro de 2011
Fogo atinge 10 hectares de fazenda de exportação de manga na Bahia

Dez hectares de uma fazenda de exportação de manga foi atingida pelo fogo na tarde deste sábado (3) na BA 210, estrada que liga Juazeiro a Curaçá. Centenas de árvores em produção foram queimadas e os sistemas de irrigação derreteram. O fogo foi controlado após duas horas do surgimento do primeiro foco.
Os funcionários da fazenda acreditam que o incêndio pode ter sido criminoso, já que está não foi a primeira vez que o fogo destruiu áreas da propriedade. Funcionários e o proprietário da fazenda avaliaram o prejuízo em cerca de R$ 100 mil. Segundo funcionários da fazenda, os prejuízos poderiam ter sido menores se o corpo de bombeiros da cidade tivesse estrutura básica para apagar incêndios. De acordo com os funcionários, os bombeiros chegaram rápido à fazenda, mas só iniciaram o serviço com a chegada de um caminhão pipa do corpo de bombeiros de Petrolina.
Fonte: G1 BA
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Agricultor britânico cultiva cebola do tamanho de uma cabeça.
O agricultor britânico Joe Atherton cultiva vegetais gigantes em sua propriedade em Mansfield, na Inglaterra. Entre os que chamam atenção estão um alho-poró, que mais parece uma palmeira, e uma cebola do tamanho de uma cabeça.
Citricultura baiana tem excursão técnica

Realizar uma excursão técnica interdisciplinar e interinstitucional visando avaliar aspectos técnicos da citricultura baiana no Litoral Norte (Rio Real - Faixa dos Tabuleiros Costeiros) e no Agreste de Alagoinhas (Inhambupe e Itapicuru). Com esta finalidade a EBDA, vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), em parceria com outros órgãos, une esforços na análise das necessidades de pesquisas prioritárias para a citricultura nessas regiões.
Com início hoje (1º) no município de Inhambupe, a excursão segue até amanhã (2) com visitas em propriedades agrícolas, assentamentos e áreas experimentais. “Por se tratar de regiões de transição climática, onde está concentrada cerca de 70% da citricultura da Bahia, este trabalho resultará no desenvolvimento de estudos técnico-científicos, de acordo com as demandas identificadas”, explicou Nilton Caldas, engenheiro agrônomo da EBDA e coordenador das ações para os citros.
A atividade será encerrada com uma reunião no Auditório Rokuro Shibata, localizado na Fazenda Lagoa do Coco, no município de Rio Real, para formalizar as principais ações a serem realizadas, para a citricultura, no estado da Bahia e Sergipe.
Coordenada pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), a excursão conta, além da EBDA, com a participação da Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical; da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab); das Secretarias de Agricultura de Rio Real, Itapicuru, Inhambupe e Castro Alves; Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia); Secretaria de Estado da Agricultura, do Abastecimento e da Irrigação de Sergipe (Seagri-SE), por meio da Empresa de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Emdagro); Embrapa Tabuleiros Costeiros; Associação dos EngenheirosAgrônomos de Sergipe (Aease); Banco do Nordeste (BNB), dentre outros.
EBDA/Assimp,
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Questões do cacau discutidas no Ministério da Agricultura
Com o objetivo de discutir assuntos importantes inerentes à cacauicultura, entre eles as questões das regras para as importação de cacau e das dívidas do cacau, uma comitiva baiana composta pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles; diretor geral da Ceplac, Jay Wallace; presidente da Associação de Produtores de Cacau (APC), Henrique Almeida; presidente da Câmara Setorial Nacional do Cacau, Durval Libânio; diretor de agropecuária da Seagri, Almeida Júnior; Guilherme Pinto, diretor da APC; José Meneses Lima Júnior, gerente executivo do BNB, e Delcy Andrade, gerente do BNB de Itabuna, reuniram-se nesta terça-feira, (30), em Brasília, com o assessor especial Gerardo Fontelles, na sala da assessoria do Ministério da Agricultura e Pesca (Mapa).
Dívida do Cacau - Pesa
Foi solicitado ao Mapa que o Banco do Nordeste do Brasil assuma as dívidas do Pesa, e a possibilidade de nova prorrogação do Artigo 7º da Lei 11.775, para julho de 2012, permitindo a renegociação das dívidas dos produtores de cacau que ainda não conseguiram renegociar.
Por orientação de Fontelles, o grupo vai preparar simulações e propostas, que deverão ser encaminhadas nos próximos dias para que possam ser estudadas pela diretoria do BNB.
Regras de importação
Participando de reuniões em Hanoi, Vietnã do Norte, o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do Ministério da Agricultura e Pesca (Mapa), Cosam Coutinho, conversou por telefone com o secretário Eduardo Salles, assegurando que nenhuma mudança nas regras de importação do cacau será feita sem que antes o assunto seja discutido com a Ceplac e com a Câmara Setorial do Cacau.
Maior produtor nacional de cacau, a Bahia exporta amêndoas especiais para países da Europa, mas importa cacau da Indonésia e da África.
Ascom Seagri - 31 de outubro de 2010
Josalto Alves – DRT-Ba 931
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Produção agrícola com respeito ao meio ambiente
Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) foi debatido hoje em seminário no auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB)
A parceria com agentes financeiros como Banco do Brasil (BB) e Banco do Nordeste do Brasil (BNB), entre outras instituições, foi apontada pelo secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, como de fundamental importância para o avanço doPrograma Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC) na Bahia.
O secretário afirmou que este programa apesar de ser importantíssimo para a agropecuária brasileira e ter sido lançado nacionalmente há cerca de um ano atrás, na sua opinião, ainda não decolou, e cabe a todos nós avaliarmos o porque disto. "Acredito que este seminário é o primeiro passo para mudarmos o rumo do Programa ABC ao menos aqui na Bahia, e para efetivarmos isto vamos depender da união de todos: agentes financeiros, governos federal, estadual, municipal, e agropecuaristas”, diz Eduardo Salles.
O secretário da Agricultura representou o governador Jaques Wagner na abertura do Seminário de Sensibilização e Difusão do Programa ABC no Estado da Bahia, que acontece hoje (25) no auditório da União dos Municípios da Bahia (UPB), no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Segundo ele, é fundamental a importância do financiamento - com recursos a juros interessantes e com prazo de carência - para produtos “linkados” com o meio ambiente, visando conseguir uma produção agrícola que respeite os compromissos ambientais.
O desafio proposto pelo secretário foi bem recebido por Nilo Meira Filho, superintendente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). “O BNB tem compromisso com esse programa, com destaque aos agricultores familiares cujo maior contingente está na Bahia. Temos uma carteira ativa de R$ 900 milhões e pretendemos superar a meta de R$ 1 bilhão ainda este ano”, informou Meira.
Já Paulo Hashimoto, superintendente do Banco do Brasil, informou que a meta é aprender mais sobre o Programa ABC, inclusive para poder destinar equipes para assessorar os agricultores familiares. “Temos 48 projetos na carteira e uma verba de R$ 10 milhões, que serão liberados até o dia 30 de setembro”, informou Hashimoto.
A superintendente federal do Ministério da Agricultura na Bahia, Maria Delian Gomes Sodré, afirmou que o Programa ABC, lançado pelo ministério em 2010, tem a emissão de baixo carbono como compromisso. “A nível mundial, foi firmado em 2009, em Copenhaguem, estabelecendo a meta de reduzir em 20% a emissão de carbono até 2015. O programa é uma das prioridades do Ministério da Agricultura, pois o mundo necessita cada vez mais de alimentos e, por isso, o Brasil precisa produzir muito e de forma sustentável. A Bahia constituiu um grupo gestor do programa e este seminário é a sua primeira e importante atividade”, destacou Maria Delian.
Programa ABC
O programa tem o objetivo de aliar a produção de alimentos e bionergia com a redução dos gases de efeito estufa. Suas ações estão inseridas no Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 e prevêem aplicação, em todo o Brasil, de R$ 3,1 bilhões em técnicas que garantem eficiência no campo, com balanço positivo entre sequestro e emissão de dióxido de carbono (CO2).
Estão garantidos recursos a agricultores e cooperativas, com limite de financiamento de R$ 1 milhão por beneficiário. O crédito será financiado com taxa de juros de 5,5% ao ano e prazo de reembolso de 12 anos. Até 2020 a previsão é de recursos de R$ 150 bilhões.
Para difundir uma nova agricultura sustentável, que reduza o aquecimento global e a liberação de carbono na atmosfera, o Programa ABC incentiva seis iniciativas básicas com metas e resultados previstos até 2020: Plantio direto na palha, Recuperação de pastos degradados, Integração lavoura-pecuária-floresta, Plantio de florestas comerciais, Fixação biológica de nitrogênio, e Tratamento de resíduos animais.
A técnica do plantio direto na palha dispensa o revolvimento do solo e evita a erosão com a semeadura direta na palha da cultura anterior. A técnica protege o solo, reduz o uso de água, aumenta a produtividade da lavoura e diminui despesas com maquinário e combustível. O objetivo é ampliar os atuais 25 milhões de hectares para 33 milhões de hectares. Esse acréscimo permitirá a redução da emissão de 16 a 20 milhões de toneladas de CO2 equivalentes.
Recuperação de pastos degradados
O objetivo é transformar as terras desgastadas em áreas produtivas para a produção de alimentos, fibras, carne e florestas. A previsão é recuperar 15 milhões de hectares e reduzir entre 83 e 104 milhões de toneladas de CO2 equivalentes.
A integração lavoura-pecuária-floresta busca alternar pastagem com agricultura e floresta em uma mesma área. Isso recupera o solo, incrementa a renda e gera empregos. A meta é aumentar a utilização do sistema em 4 milhões de hectares e evitar que entre 18 e 22 milhões de toneladas de CO2 equivalentes sejam liberadas.
Já o plantio de eucalipto e de pinus proporciona uma renda futura para o produtor e reduz o carbono do ar através do oxigênio liberado pelas árvores. O foco é aumentar a área de seis milhões de hectares para nove milhões de hectares.
A técnica da fixação biológica de nitrogênio visa desenvolver microorganismos/bactérias para captar o nitrogênio existente no ar e transformá-lo em matéria orgânica para as culturas, o que permite a redução do custo de produção e melhora a fertilidade do solo. O ABC pretende incrementar o método na produção de 5,5 milhões de hectares e reduzir a emissão de 10 milhões de toneladas de CO2 equivalentes. A iniciativa de tratamento de resíduos animais aproveita os dejetos de suínos e de outros animais para a produção de energia (gás) e de composto orgânico. Outro benefício é a possibilidade de certificados de redução de emissão de gases, emitidos por mercados compradores. O objetivo é tratar 4,4 milhões de metros cúbicos de resíduos da suinocultura e outras atividades, deixando de lançar 6,9 milhões de toneladas de CO2 equivalentes na atmosfera.
Autoridades presentes
A mesa do seminário foi composta pelo secretário Eduardo Salles, Maria Delian, representante do Ministério da Agricultura; Eduardo Vasconcelos, prefeito de Brumado e tesoureiro da UPB; Nilo Meira Filho, superintendente do BNB; Paulo Hashimoto, gerente de mercado e agronegócios do BB; Aldo Vilar, representando a Embrapa; Adelaide Lima (Desenbahia); Mauro Silveira (OCEB); José Márcio Carozo (Faeb); Paulo Valente, da secretaria de Educação; e Sérgio Murilo, da Ceplac.
25 de agosto de 2011
ASCOM/Seagri
Pedro Rúbio – DRT 932
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