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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Exército anda mais rápido que empreiteiras na obra da transposição


As obras da Transposição das águas do Rio São Francisco tinham o término previsto para este ano, mas estão atrasadas - em alguns lugares, os trabalhos estão paralisados. A obra começou em agosto de 2007, com investimento previsto de R$ 6,8 bilhões. São dois canais: o Eixo Leste - 71% concluído - vai ter 287 quilômetros, começando em Floresta, em Pernambuco, e indo até Monteiro, na Paraíba. O Eixo Norte parte de Cabrobó (PE), corta o Rio Grande do Norte e vai até o Ceará, com 426 quilômetros de extensão - nem a metade foi concluída (46%).

O projeto foi dividido em 14  lotes e a maior parte ficou com os consórcios das construtoras. Os trechos que ficaram sob a responsabilidade do Exército estão quase prontos. Neles, no ano passado, o avanço foi três vezes maior que o das empreiteiras no Eixo Norte e cinco vezes maior no Eixo Leste.

Em Cabrobó (PE), os soldados finalizam a barragem de Tucutu. Quando tudo estiver pronto, os militares vão terminar de retirar as plantas de uma área que tem o tamanho equivalente ao de 480 campos de futebol e será transformada em um imenso reservatório com capacidade para acumular quinze bilhões de litros de água. “Faltam apenas as obras em concreto, que são complementares,
elas devem ser concluídas no mês de abril de 2012”, explica o engenheiro do exército Aedson José. 

domingo, 30 de outubro de 2011

Facape terá concurso para professores e técnicos administrativos


Nesta sexta-feira (28), Dia do Servidor Público, o Prefeito Julio Lossio, juntamente com o Presidente da Autarquia Educacional do Vale do São Francisco (AEVSF), professor Rinaldo Remígio, na presença de servidores da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape)  anunciou a realização de concurso público para professores e técnicos administrativos para compor o quadro da instituição.

O prefeito assinou o Decreto que autoriza a FACAPE a realizar concurso para professor auxiliar e titular com especialização, técnicos administrativos de nível médio e superior nas funções de auxiliar administrativo, técnico em manutenção em informática, bibliotecário, administrador, contador, programador e secretário geral.

O diretor Executivo Romério Galvão, lembrou as conquistas ao longo deste ano, registrando também o Edital de publicação do apoio à qualificação. "Gostaria que todos vibrassem com essa conquista porque ao longo desses 35 anos nós buscamos a realização desse apoio que proporcionará aos docentes mestres e doutores que tenham mais um incentivo para a realização das suas pesquisas com total apoio da instituição", ressaltou. 
















Fonte:Ascom/PMP

sábado, 10 de setembro de 2011

Pulgão e clima prejudicam qualidade da acerola em Petrolina.

Os agricultores que cultivam acerola no vale do São Francisco, em Pernambuco, estão preocupados. O clima e um pulgão prejudicam a qualidade da fruta e diminuem a produtividade. Pernambuco é o principal produtor nacional de acerola, com um quarto da safra brasileira.

Temperaturas altas durante o dia e madrugadas geladas. Essas mudanças repentinas no tempo têm prejudicado a produção de acerola em Petrolina.

A região do vale do São Francisco se destaca por ser uma das principais produtoras da fruta no Nordeste, com quase 1,9 mil hectares.

Em 2010, o agricultor Damião Ferreira Costa colheu 25 toneladas em quatro hectares. Esse ano, até agora foram apenas dez toneladas. Na cooperativa quase tudo está parado. As poucas caixas, armazenadas na câmara fria, esperam por compradores.

Os produtores têm enfrentado também o pulgão da acerola. O inseto, que surge a partir das mudanças climáticas, ataca principalmente as pontas dos galhos e pode acabar com a plantação em poucos dias. A preferência do inseto pelas extremidades é devido à planta apresentar uma fragilidade maior nessa parte.

“O pulgão suga a seiva da planta. Além de tirar o alimento da planta, libera uma toxina que prejudica a planta diminuindo de forma significativa a produtividade da planta”, explica o agrônomo José Adalberto Alencar.

Para combater a praga o agrônomo descarta o uso de agrotóxicos e utiliza formas mais naturais.

Fonte:G1


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