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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Movimento de Combate ao Câncer participa de Feira Internacional do Artesanato em Petrolina


Os trabalhos desenvolvidos pelas voluntárias do Movimento de Combate ao Câncer (MCC) em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a exemplo de panos de prato bordados, enfeites de geladeira, toalhas, dentre outros, devem ser conferidos pelos visitantes da 1ª edição da Feira Internacional do Artesanato, que acontece de 4 e 13 deste mês, no Centro de Convenções da cidade.

Dos cerca de 100 estandes que estarão no local, um vai ser disponibilizado para que as voluntárias exponham e comercializem seus trabalhos manuais. A exposição será diária, entre das 15h às 22h e a entrada custa R$ 5.

“O interessante é que além de conhecer o nosso trabalho, quem for ao local também vai poder adquirir os produtos, contribuindo desta forma com nossa causa que é a de auxiliar aos pacientes em tratamento contra o câncer assistidos no Centro de Oncologia da Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância”, destaca uma das voluntárias do MCC Esmelinda Ribeiro.

O Movimento agrega os trabalhos de cerca de cem voluntárias que se reúnem de segunda à quinta, no período da manhã, para confeccionar produtos artesanais. Toda renda obtida com a comercialização dos produtos é revertida para a compra de medicamentos que são distribuídos para pacientes oncológicos. O grupo chega a atender uma média de 36 pacientes por dia. Somente nesses primeiros meses do ano, o MCC já distribuiu medicamento para atender a 1.651 receitas.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ações são realizadas em Petrolina em comemoração do Dia de Combate ao Câncer

Dicas de nutrição, distribuição de panfletos educativos, exposição de fotos e realização de exames preventivos são algumas das atividades que acontecem nesta quinta- feira (05), no Centro de Oncologia da Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância(APAMI) em Petrolina, Sertão de Pernambuco. A iniciativa visa lembrar o Dia Mundial de Combate ao Câncer (08 de abril). Toda a equipe do Centro vai estar engajada na programação, que também conta com o apoio da secretaria Municipal de Saúde e da Universidade Federal do Vale do São Francisco, através da participação de alunos dos cursos de Medicina e Enfermagem. A ação começa às 8h.

“A ideia é promover a saúde de maneira a incentivar as pessoas a realizarem exames preventivos, desenvolverem hábitos saudáveis, terem cuidados com a alimentação, tudo isso para que haja um esforço conjunto na prevenção e no combate ao câncer”, frisa o enfermeiro do Centro de Oncologia da APAMI, Paulo Loivo.

No caso das mulheres que farão o preventivo, o atendimento será por ordem de chegada. O exame é rápido, dura cerca de 15 minutos. A perspectiva é de que os resultados sejam entregues em até oito dias. Avaliações que não apresentarem alterações, as pacientes serão orientadas a buscar o serviço de saúde da unidade mais próxima de suas residências. Já aquelas mulheres que tiverem alguma modificação no resultado, será agendada uma consulta com especialista do próprio Centro de Oncologia.

“Os exames preventivos foram marcados com antecedência, através de inscrições que duraram uma semana. Ao todo, serão cem mulheres atendidas. Elas receberão senhas por ordem de chegada. Quando saírem da sala de coleta, estas mulheres receberão orientações através de palestras que serão realizadas durante a ação”, acrescenta Paulo Loivo.


Fonte: NE10

sexta-feira, 23 de março de 2012

Estudo para traçar perfil dos paciente com câncer é realizado em Petrolina


É com o objetivo principal de traçar um perfil do paciente com câncer e, em cima de resultados de pesquisas poder direcionar ações mais específicas de prevenção e controle da doença, que o Centro de Oncologia da Associação Petrolinense de Amparo à Maternidade e à Infância (APAMI), em Petrolina,no Sertão de Pernambuco, desenvolve um estudo pioneiro na região, através do Centro de Ensino, Pesquisas e Prevenção em Oncologia (CEPPO), formado por profissionais de saúde, pesquisadores, além de estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal do Vale do São Francisco.

“Pretendemos conhecer a situação do câncer aqui na região. O próprio ministério da Saúde reconhece que esse é um problema de saúde pública e a gente precisa ter os dados reais da situação não somente em Petrolina, bem como dos municípios circunvizinhos que recebem assistência oncológica. Inicialmente está sendo feito um levantamento dos índices de mortalidade. A partir disso, verificaremos o quanto a doença vem se desenvolvendo. A partir destes levantamentos poderemos traçar metas mais específicas para a prevenção da patologia”, frisa a coordenadora do CEPPO, Kamilla Maria Alencar.

Os trabalhos tiveram início em outubro de 2011, com a elaboração dos projetos de pesquisa. “Na verdade, serão várias etapas. Queremos conhecer o perfil do paciente, saber quais os tipos de câncer mais comuns, o quanto aumentam a cada ano, como é desenvolvido o tratamento, região que tem mais incidência. Mas não vamos estudar só isso. Um tratamento na oncologia pode ter longa duração e precisamos saber o impacto no SUS, saber o que tem mudado nos últimos anos, como está o acompanhamento do paciente, levantar se existe carência na assistência, saber o que é oferecido na região em termos de exames, detecção, monitoramento. Tudo isso tem que ser verificado”, explica a coordenadora.


De acordo com Kamilla, um dos benefícios imediatos do CEPPO está relacionado à formação do profissional da área de saúde. “Inevitavelmente há uma troca de informações, quando se faz uma pesquisa desse porte. Tudo pode melhorar quando temos mais condições de conhecermos o que estamos fazendo. No caso dos alunos que integram a pesquisa, por exemplo, poderão ter uma formação acadêmica em Oncologia bem mais condizente com o estágio atual da doença. Os profissionais ficam muito mais especializados para atender à comunidade”.

Uma das propostas do CEPPO é também divulgar os resultados dos estudos em congressos e publicações científicas. “Pretendemos fazer um trabalho intensivo e preventivo junto à comunidade. É sabido que a o câncer pode estar relacionado à questões genéticas, mas também tem muita influência dos hábitos de vida. Precisamos fazer um trabalho de conscientização para que as pessoas tenham ciência e possam nos ajudar nesse trabalho preventivo”, enfatiza Kamilla Maria Alencar.

Em 2011, o Centro de Oncologia da APAMI atendeu 11.200 pacientes em tratamento contra o câncer e realizou, ao longo do ano, mais de 11.800 exames. 








NE10

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Tumor de Lula já reduziu tamanho em 75%, diz médico


O médico responsável pelo tratamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o câncer de laringe, Roberto Kalil Filho, disse nesta segunda-feira (12) que o tumor, diagnosticado em outubro, já sofreu redução de 75%, após as duas primeiras sessões de quimioterapia. "Houve 75% de redução do tamanho do tumor", declarou.

O ex-presidente chegou nesta segunda ao Hospital Sírio-Libanês para a terceira e última sessão da químio. Pela manhã, foi feito exame de endoscopia, para medir o tamanho do tumor. Lula deve receber alta nesta terça (13), segundo Kalil Filho.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com dona Marisa Letícia e médico Roberto Kalil Filho, após receber notícia de redução de tumor. (Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Cidadania)
O médico também descartou "totalmente" a possibilidade de cirurgia para retirada do tumor. A intervenção havia sido desconsiderada desde o início do tratamento. Se realizada, ela poderia afetar as cordas vocais do ex-presidente. O tumor, à época, foi diagnosticado como de "agressividade média", medindo cerca de 3 centímetros.
Outro integrante da equipe médica, Artur Katz, disse que a redução era "esperada", mas que, no caso de Lula, foi "expressiva".  "Nem todo paciente responde da mesma maneira ao tratamento. Nem sempre ela é tão expressiva", disse. Sem a redução, segundo ele, a cirurgia seria necessária.
Kalil Filho disse que, por causa do andamento do tratamento, Lula poderia voltar às "atividades políticas" em março.

Segundo ele, depois desta última sessão da quimioterapia, Lula deverá iniciar outra fase do tratamento, de radioterapia. A previsão é que ela se inicie entre 8 e 10 de janeiro, com duração de 6 a 7 semanas. Em cada semana, ele receberá uma dosagem pequena de medicamentos.
O médico também descreveu a reação de Lula ao saber do novo diagnóstico, após os exames desta segunda. "Durante a manhã, ele estava apreensivo como todo ser humano. Após eu dar a notícia, foi um alívio", relatou.
O médico Rubens de Brito, que também acompanhou os exames de Lula, disse que não foram constatados problemas de deglutição (para engolir alimentos) e que a laringe não apresentou edema (inchaço). "Visualmente, a melhora já é notada", disse.
Lula chegou ao Sírio-Libanês por volta das 7h30 desta segunda. A esposa, dona Marisa Letícia, chegou depois, por volta das 15h. Neste domingo (11), o ex-presidente afirmou estar "confiante" no tratamento.
Câncer de laringe (Foto: Editoria de arte/G1)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Lula recebe alta e deixa hospital em São Paulo


A ex-primeira-dama Marisa Letícia acena ao deixar o hospital Sírio-Libanês (Foto: JB Neto)A ex-primeira-dama Marisa Letícia acena ao deixar
o hospital Sírio-Libanês (Foto: JB Neto/Ag.Estado)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu alta e deixou o hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, às 21h17 desta terça (22). Desde o dia anterior, ele estava internadopara fazer tratamento de quimioterapia destinado a combater um câncer na laringe.
Lula deixou o Sírio-Libanês de carro, na companhia da mulher, Marisa Letícia. Do hospital, o casal seguiu para o apartamento onde mora, em São Bernardo.
O aviso de alta divulgado pelo hospital informou que o ex-presidente teve alta às 21h15 após passar pela "segunda sessão do tratamento quimioterápico planejado". Segundo o boletim, a sessão aconteceu "sem nenhuma intercorrência". Lula "encontra-se bem", informou o nota.
Com a alta, Lula dá seguimento ao tratamento com quimioterapia, recebendo medicamentos em casa por cinco dias, a partir de uma bolsa de infusão ligada a um catéter. É o mesmo procedimento do primeiro ciclo de quimioterapia, concluído no início de novembro.
O último ciclo deve ocorrer em torno de 21 dias, conforme o cronograma planejado pelos médicos. Depois, haverá tratamento com radioterapia, que deve se encerrado em fevereiro. O tumor na laringe, diagnosticado como de "agressividade média", não será combatido com cirurgia.

Internação
Durante os dois dias de internação no hospital desta segunda fase, boletins médicos divulgados pela equipe médica informaram que a químio ocorreu "conforme previamente planejado" e "sem nenhuma intercorrência"






Fonte:G1
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lula chega a hospital para nova sessão de quimioterapia


De chapéu, Lula chega ao hospital Sírio Libanês para sua segunda sessão de quimioterapia. Foto: Aloísio Maurício/Terra

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou, por volta das 8h30 desta segunda-feira, ao Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde passará pela segunda etapa da quimioterapia contra um câncer na laringe. A assessoria do hospital não informou por quais procedimentos Lula deve passar ou por quanto tempo ele ficará internado.
Segundo o diagnóstico, o tumor de Lula tem aproximadamente 3 cm. A equipe médica afirmou que a doença está em uma fase de desenvolvimento chamada de T2 e ainda não atingiu as cordas vocais. Pelo resultado de uma biópsia, a agressividade do tumor é considerada média e seu estágio de desenvolvimento é relativamente inicial.
Lula foi internado no dia 31 de outubro e passou pela primeira sessão de quimioterapia. De acordo com o boletim médico, o ex-presidente "sumeteu-se à colocação de catéter venoso central e intervenção cirúrgica" e passou por exames complementares no dia seguinte, quando teve alta médica.
O câncer de Lula


Após queixa de dores de garganta, Lula realizou uma série de exames na noite de 28 de outubro. Na manhã do dia seguinte, foi divulgado boletim médico do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, informando que foi diagnosticado um tumor maligno na laringe, que seria inicialmente tratado por quimioterapia.

O câncer na região da laringe é mais comum entre homens e o de maior incidência na região da cabeça e pescoço. Os principais fatores que potencializam a doença são o tabagismo e o consumo de álcool. Já os sintomas são: dor de garganta, rouquidão, dificuldade de engolir, sensação de "caroço" na garganta e falta de ar




















Fonte:Terra

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Saiba tudo sobre o Câncer na LARINGE




O câncer de laringe ocorre predominantemente em homens e é um dos mais comuns entre os que atingem a região da cabeça e pescoço. Representa cerca de 25% dos tumores malignos que acometem essa área e 2% de todas as doenças malignas. A ocorrência pode se dar em uma das três porções em que se divide o órgão: laringe supraglótica, glote e subglote. Aproximadamente 2/3 dos tumores surgem na corda vocal verdadeira, localizada na glote, e 1/3 acomete a laringe supraglótica (acima das cordas vocais). O tipo histológico mais prevalente, em mais de 90% dos pacientes, é o carcinoma epidermoide.

Sintomas
Os sintomas estão diretamente ligados à localização da lesão. Assim, a dor de garganta sugere tumor supraglótico, e rouquidão indica tumor glótico ou subglótico. O câncer supraglótico geralmente é acompanhado de outros sinais, como alteração na qualidade da voz, disfagia leve (dificuldade de engolir) e sensação de "caroço" na garganta. Nas lesões avançadas das cordas vocais, além da rouquidão, podem ocorrer dor na garganta, disfagia e dispnéia (dificuldade para respirar ou falta de ar).
Prevenção

O álcool e o tabaco são os maiores inimigos da laringe. Fumantes têm 10 vezes mais chances de desenvolver câncer de laringe. Em pessoas que associam o fumo a bebidas alcoólicas, esse número sobe para 43. Má alimentação, estresse e mau uso da voz também são prejudiciais. A alimentação precisa conter proteína (frango ou peixe, preferencialmente), associada a legumes, verduras e frutas ricas em vitaminas (em especial A, B2, C e E) e sais minerais. Deve-se evitar alimentos muito temperados ou gordurosos e líquidos muito quentes ou muito frios. Falar muito alto e sem pausas causa os chamados calos vocais. Pacientes com câncer de laringe que continuam a fumar e a beber têm probabilidade de cura reduzida e aumento do risco de aparecimento de um segundo tumor na área de cabeça e pescoço.

Fonte: GiroPE

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