
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Câmara aprova projeto que proíbe pais de baterem nos filhos

sábado, 3 de dezembro de 2011
Casal de São Paulo batiza o filho como “Facebookson” e causa polêmica no mundo

Como muitos casais modernos, o motoboy Anderson Cerqueira e a auxiliar de escritório Janete dos Santos se conheceram por uma rede social. Os dois casaram-se e tiveram um bebê lindo, que nasceu saudável no último sábado. O conto de fadas contemporâneo tinha tudo para ficar no anonimato não fosse por um detalhe: os dois batizaram o bebê com o nome de Facebookson, em homenagem à rede na qual se encontraram pela primeira vez. Anderson contou que teve que ir a dois cartórios antes de conseguir registrar a criança. “Eu queria chamar de Facebook, mas eles disseram que não pode dar nome estrangeiro, então eu coloquei Facebookson, porque eu sou Anderson”, explicou ele. A história ganhou o mundo depois que o jornal americano Daily Bulletin (na foto, o pai com o exemplar), de Los Angeles, publicou o caso.
Nas redes sociais, o casal foi alvo de críticas. Para muitos, o episódio reforça a popularização do Facebook no Brasil. A matéria, publicada na editoria de economia, usou o caso como exemplo de como a rede de Zuckerberg está avançando inclusive no Brasil, onde o domínio do Orkut era absoluto. Alheio a toda a polêmica, o pequeno Facebookson dormia tranquilo no colo da mãe. Resta saber se até ele ficar adulto alguém ainda lembrará do Facebook.
Fonte: Sensacionalista
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Pais que perdem bebê podem morrer de tristeza.
Pais que perdem um filho pequeno correm um risco elevado de morrer prematuramente, revelou um estudo publicado quinta-feira (8). Cientistas analisaram uma amostra aleatória de registros nacionais de óbitos entre 1971 e 2006.Eles compararam as mortes de pais que tiveram um filho natimorto ou que sofreram a perda de seu bebê no primeiro ano de vida com as mortes de pais cujo filho sobreviveu ao primeiro ano.Os pais que sofreram tais perdas demonstraram ser de duas a dez vezes mais propensos a morrer ou enviuvar nos primeiros 10 anos após a morte do filho em comparação com aqueles que não viveram essa experiência. As mães, em particular, demonstraram correr mais riscos.
Mães com este histórico na Inglaterra e no País de Gales tinham um risco quatro vezes maior de morrer prematuramente, e na Escócia, seis vezes maior, em comparação com mulheres cujos filhos sobreviveram ao primeiro ano de vida.
O risco para as mães diminuiu suavemente com o passar do tempo, mas ainda demonstrou ser significativo - 50% maior - após 25 anos. Depois de 35 anos, foi 20% maior. As razões para esta mortalidade não estão claras porque os dados não fornecem detalhes. Os autores especulam que pode existir um vínculo entre abuso de álcool entre pais nesta situação, e que o suicídio seria também um fator.
O nascimento de natimortos e a morte de bebês pode ser mais comum entre pais que têm uma saúde precária, concluíram. A pesquisa, chefiada por Mairi Harper, da Universidade de York, norte da Inglaterra, é publicada na revista especializada BMJ Supportive and Palliative Care.
Fonte: R7