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domingo, 22 de abril de 2012

Casamento sem convidados e gonzaguintas não entendem





Governador já bateu o martelo: quer o filho de Fernando Bezerra prefeito de Petrolina a todo custo. A cada dia, surge a notícia de mais um partido que se junta a uma “aliança” para tomar a prefeitura ora comandada por Julio Lóssio. Tem até casamento, com direito a bolo e tudo: Gonzaga Patriota e Fernando Filho. O casal, que antes se engalfinhavam nas eleições municipais de, agora trocam juras de amor eterno para agradar o coronel Eduardo Campos.
Mas Gonzaga ainda não engoliu a rasteira dada por Fernando Bezerra em 2008, quando o ministro ordenou que a sua tropa marchasse com Lóssio. Os fernandistas zombaram muito dos gonzaguistas naquele ano. Agora, querem que os simpatizantes de Gonzaga, que foi o deputado federal mais votado na eleição de 2010 em Petrolina, dêem o sangue na luta para eleger Fernandinho prefeito da cidade.
O casamento já foi lavrado em cartório, com direito a comunhão total de bens (leia-se votos). Acontece que não há um só eleitor independente de Patriota que veja com bons olhos esta “união estável”. Por isso faltou combinar com o povo, os verdadeiros convidados da festa, o sucesso deste matrimônio forçado.




Blog do Banana

quinta-feira, 1 de março de 2012

Deputado Gonzaga Patriota em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (02)



O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE), líder da Bancada do Nordeste, convida a imprensa para participar, nesta sexta-feira (02), de uma entrevista coletiva.  Na ocasião, o deputado ficará à disposição para explicar sobre seu voto contrário ao projeto de Lei que criou a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal, falará a respeito dos problemas causados pela seca no Nordeste, sobre os trabalhos realizados pela Bancada do Nordeste, além de comentar as eleições municipais deste ano em Petrolina.

Local: Câmara de Vereadores de Petrolina
Horário: 08:00hr.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Como vai se comportar o eleitorado de Gonzaga?


 FELIZ 2012. A partir de hoje, realmente, se começa 2012.

Li, ouvi e refleti sobre a carta do Deputado Federal Gonzaga Patriota, quando o mesmo declara apoio à candidatura do também deputado federal Fernando Filho, à prefeitura de Petrolina. Louvável atitude de Gonzaga Patriota, diferentemente do que ocorreu em 2008, quando os mesmos que hoje recebem seu apoio, lhes viraram as costas, tornando possível algo imaginável: a vitória de Julio Lóssio.
Política não se faz com o fígado. A razão precisa predominar sobre as questões menores, pessoais, ao toma lá da cá.
Mas, a pergunta que não quer calar: Como vai se comportar o eleitorado de Gonzaga Patriota que sempre votou nele exatamente porque o via como açternativa à hegemonia dos Coelho em nossa cidade e região?
Por falar em região, como será que a Frente Popular pretende resolver o imbrólio nas eleições de Dormentes, Afrânio, Lagoa Grande, Santa Maria da Boa Vista, onde estarão na disputa partidos da base aliada? Sim, porque até agora só se fala de Petrolina… Até 30/06/12, data limite das convenções partidárias, muita água ainda vai passr por baixo da ponte… Mas os nós terão que ser desatados antes… de preferência, sem traumas?!?!
GILBERTO DE SOUZA PIRES
Secretário de Comunicação
PT Petrolina






Blog do Banana

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Gonzaga Patriota destaca atuação


Para o coordenador da Bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados, o deputado federal Gonzaga Patriota, o Congresso Nacional deve avançar com relação a alguns projetos considerados polêmicos neste ano, como o Código Florestal, a Reforma Política, a Reforma Tributária e a Lei Geral da Copa.

O deputado federal Gonzaga Patriota faz uma avaliação positiva das reuniões da Bancada do Nordeste realizadas ano passado, como a que discutiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento do Nordeste (FNDE), as ações e programas do Banco do Nordeste, e os investimentos da Petrobras na região e a distribuição dos royalties do Pré-sal.

Para Gonzaga Patriota, o tema mais importante discutido em 2011 pelo Congresso foi o Código Florestal: “Esse foi um tema importante, porque não se pode pensar apenas em manter a floresta se você não tiver um código, uma legislação que determine o que pode e o que não pode ser feito, para que o país possa crescer, preservando o meio ambiente”, afirmou.

O líder da Bancada do Nordeste destacou também os debates que o Congresso fez sobre as reformas políticas e tributárias. “Ainda não tivemos essas reformas aprovadas, mas elas começaram a ser discutidas com profundidade em 2011. A Câmara começou a fazer a discussão desses temas, a colocar o assunto em sua pauta. E eu considero um passo importante”, frisou Gonzaga Patriota.

Ponto alto

O parlamentar observou que um ponto alto no ano passado foi a reunião com a ministra Ideli Salvatti para liberação dos recursos das emendas individuais e restos a pagar. Destacou ainda o debate com o novo superintendente do Banco do Nordeste, Jurandi Santiago, para discutir os investimentos do BNB na região. (Com a Agência Política Real)




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Aline Benevides 
Assessoria de Comunicação - Deputado Federal Gonzaga Patriota 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Informativo elaborado pelo deputado federal Gonzaga Patriota


Os Poderes da República a cada dia mais fragilizados


A Constituição Federal brasileira define, desde 1891, os Poderes da República, independentes e harmônicos: Legislativo, Executivo e Judiciário.

O Poder Executivo é o conjunto dos órgãos e autoridades públicas, aos quais a Constituição atribui a função administrativa e adota os princípios da soberania e da representação popular, segundo os quais, esse poder político, teoricamente, pertence ao povo e é exercido no âmbito federal, pelo Presidente da República, eleito por sufrágio popular direto. Colaboram com o chefe do executivo os ministros de Estado e escalões inferiores, por ele nomeados.

No plano estadual, o Poder Executivo é exercido pelo Governador, que é auxiliado pelos secretários de Estado e escalões inferiores por ele nomeados.

Já no plano municipal, o Poder Executivo é exercido pelo Prefeito, auxiliado pelos secretários municipais e assessores, todos nomeados pelo Prefeito Municipal.

O Poder Legislativo, no Brasil, é exercido, no âmbito federal, também desde 1891, pelo Congresso Nacional, que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, compostos, respectivamente, por deputados federais, eleitos por um período de quatro anos e, senadores eleitos por período de oito anos. Aplicam-se aos deputados federais e senadores regras Constitucionais sobre sistema eleitoral, inviolabilidade, imunidade, remuneração, perda de mandato, licença, dentre outras.

Na esfera federal, também integra o Poder Legislativo o Tribunal de Contas da União, órgão de extração constitucional que auxilia o Congresso Nacional na fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração pública direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas. Essa atividade recebe o nome de controle externo.

O Poder Legislativo Estadual é a Assembléia Legislativa, composta de representantes eleitos para um período também de quatro anos. Aos deputados estaduais são aplicadas as mesmas regras da Constituição Federal sobre sistema eleitoral.

O número de deputados, nas Assembléias Legislativas é proporcional à população dos respectivos Estados e ao número de seus deputados federais. Para cada deputado federal, elegem-se três deputados estaduais, até completar 36 membros na Assembléia Legislativa. Daí em diante, a cada deputado federal corresponde um estadual.

O processo legislativo segue o esquema federal, com as devidas adaptações. Para exercer a fiscalização financeira e orçamentária, o Legislativo conta com o Tribunal de Contas do seu Estado, cuja estruturação e funcionamento são semelhantes as do Tribunal de Contas da União.

O Poder Legislativo Municipal é exercido pela Câmara de Vereadores. Estes são eleitos também pelo povo, para um mandato consecutivo de 4 anos, seguindo as normas gerais das Constituições Federal e Estadual.

O número de Vereadores é proporcional à população do Município, no mínimo 09, nos Municípios com até 15.000 habitantes e no máximo 55, nos municípios com mais de 8.000.000 de habitantes, de acordo com os limites conferidos pelo artigo 29, IV da Constituição Federal de 1988 e Emenda Constitucional nº 58, de 2009:

A Constituição Federal garante também a inviolabilidade dos Vereadores, por suas opiniões, palavras e votos, no exercício do mandato e na circunscrição do Município.

Há muito, os Poderes Executivo e Legislativo são envolvidos em escândalos e mais escândalos, causados por alguns dos seus membros, mas, somente com o Brasil redemocratizado e, principalmente com um Poder que não é legalizado constitucionalmente, o Poder das Comunicações, é que os responsáveis por esses seculares desmandos estão sendo severamente punidos. Inclusive, processados e presos, filmados e expostos à sociedade brasileira.

O Poder Judiciário, moderno na divisão preconizada por Montesquieu em sua teoria da separação dos poderes, é exercido pelos juizes e possui a capacidade e a prerrogativa de julgar, de acordo com as regras constitucionais e leis criadas pelo Poder Legislativo. Dentre os poderes que compõem a República brasileira, cabe ao Poder Judiciário interpretar as leis elaboradas pelo Legislativo e promulgadas pelo Executivo. Ele deve aplicá-las em diferentes situações e julgar aqueles cidadãos que, por diversos motivos, não as cumprem.

A função do Poder Judiciário é garantir e defender os direitos individuais, ou seja, promover a justiça, resolvendo todos os conflitos que possam surgir na vida em sociedade. As responsabilidades e a estrutura desse poder são determinadas pela principal lei do país, a Constituição Federal. E todos os cidadãos tem o direito de solicitar que o Judiciário se manifeste, de maneira a resolver disputas ou punir aqueles que não cumprem as leis.

Com o objetivo de garantir esse direito, a Constituição Federal estabelece estruturas paralelas ao Poder Judiciário, as quais todos os cidadãos podem recorrer: o Ministério Público, a Defensoria Pública (para aqueles que não podem pagar um advogado) e os próprios advogados particulares, inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O Poder Judiciário está organizado numa estrutura dividida em vários órgãos que funcionam de maneira hierárquica, formada por instâncias e graus de jurisdição. Dependendo do conflito, o poder Judiciário se divide em Civis; Penais; Trabalhistas; Eleitorais; Militares; Federais, além das suas múltiplas instâncias.

Tem ainda a Corte superior a todas essas instâncias e Poderes. O Supremo Tribunal Federal (STF).

Em toda a sua história, o Poder Judiciário teve, através dos seus membros, juízes, desembargadores, ministros e servidores em geral, uma extraordinária atuação, sem qualquer movimento externo ou manifestação de ruas, principalmente depois da redemocratização do país, quando esse Poder passou a ter um número bem mais significante de processos – a população na busca dos seus direitos e, com isso se renovaram, não apenas as instalações do Poder, mas, também, o número e a qualidade dos magistrados brasileiros e, essas renovações decorrentes do amadurecimento democrático e da consciência dos juízes, quanto aos valores republicanos, trouxeram a modernização da magistratura em todo país.

Antigamente um magistrado não era diferente de um recluso. Trancava-se no foro a despachar processos e proferir sentenças, sem ser visto pela sociedade. Hoje, o juiz de direito em todas as suas esferas sai do seu conforto pessoal de cuidar desses despachos e sentenças em seus gabinetes, para realizar ações sociais das mais diversas, em sua Comarca e até fora dela, interagindo-se com a sociedade em todos os quadrantes. A começar pelas audiências públicas, casamentos comunitários, estímulo à adoção, atos contra a corrupção, às drogas e à prostituição infantil, dentre muitos outros.

Tanto os magistrados, quanto os membros do Ministério Público e da Advocacia Geral da União, além de fiscalizados e olhados pelo público, tem o dever de desempenhar um trabalho penoso e perigoso na busca de fazer justiça e, em razão disso é que na última década, quatro juízes já foram assassinados e mais de uma centena convivem com ameaças de morte e vivem sob a proteção de policiais.

O magistrado brasileiro aspira à edificação de uma sociedade mais justa, por isso se faz necessário que o Estado e essa própria sociedade se integrem e lhe garantam os seus direitos.

 Como em todos os Poderes e instituições, existem órgãos fiscalizatórios, no Judiciário, além das suas próprias Corregedorias, foi criado o CNJ – Conselho Nacional de Justiça, encarregado de controlar a atuação administrativa e financeira dos demais órgãos desse Poder, bem como, de supervisionar o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) foi criado pela Emenda Constitucional nº 45, de 30 de dezembro de 2004, que incluiu o artigo 103-B na Constituição Federal brasileira. Desde essa data, o CNJ desenvolve ações e projetos destinados a garantir o controle administrativo e processual, a transparência e o desenvolvimento do Poder Judiciário. O órgão atua em todo o território nacional, principalmente no julgamento de processos relacionados a questões administrativas do Judiciário. A instituição recebe reclamações, petições eletrônicas ou representações contra membros ou órgãos do Judiciário. As ações podem ser solicitadas por qualquer pessoa ou por advogado.

É da competência do CNJ manter o bom funcionamento da Justiça brasileira e, para isso, o órgão desenvolve ferramentas eletrônicas e promove parcerias para garantir agilidade e transparência nas atividades. Todas as ações promovidas pelo Conselho são destinadas a instruir o cidadão, para que ele conheça seus direitos perante a Justiça e possa fiscalizar o cumprimento dos mesmos.

Definida pela Constituição brasileira, a composição do CNJ é formada por quinze membros, a começar pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal; por Ministros do Superior Tribunal de Justiça; do Tribunal Superior do Trabalho; Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e Tribunais Regionais Federais e do Trabalho. Também representantes do Ministério Público, da OAB e cidadãos de conduta ilibada e sabedoria jurídica, indicados pelo povo brasileiro, através dos seus representantes na Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Hoje o Conselho Nacional de Justiça é presidido por Antônio Cezar Peluso, Presidente do STF e tem como Corregedora Geral, a ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, que na aprimoração dos serviços que vem prestando como Corregedora do CNJ, em programas e campanhas sociais, para  melhor visibilidade do Poder Judiciário, tem sido vítima de muitos magnatas desse importante Poder.

O Conselho Nacional de Justiça mexeu na “caixa preta” dos tribunais, ao decidir inspecionar as folhas de pagamento e declarações de bens de juízes e desembargadores. A reação dos investigados a essa decisão do CNJ deixa a sociedade atônita e a perguntar.  Se há uma rigorosa vigilância do Poder Judiciário, Ministério Público, mídia investigativa e das Polícias, sobre os Poderes Executivo e Legislativo, por que o Judiciário quer ficar  fora disso? Se esse Poder nada deve, o que estaria a temer? Os salários dos membros do Poder Judiciário também são pagos pelo povo, cabendo a ele, investigar as suas ações.   
      
Agora, está o STF imbuído de resolver essa terrível crise que se instalou no Poder Judiciário brasileiro, registrada anteriormente pela liminar do ministro Ricardo Lewandowski que paralisou as investigações da Corregedoria Nacional de Justiça, implantando nesse Poder uma das maiores crises da história, em razão dos efeitos que terá na vida do Supremo Tribunal Federal.

Muitas decisões do STF são tratadas pela sociedade e pelas partes interessadas como o ponto final das discussões, em torno de um tema, mas, na prática, vê-se que esse altíssimo Poder não é tão conclusivo assim. Vários julgamentos do Supremo enfrentaram os julgadores de primeira instância, que são os juízes que estão na ponta, perto dos problemas, os quais decidem contrariamente aos ministros e, em alguns casos, são até vítimas de denúncias pelo (CNJ) – Conselho Nacional de Justiça, por desobediência.

As investigações do Conselho Nacional de Justiça foram além do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), inclusive com a quebra de sigilo bancário, de acordo com o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori, integrantes da corte podem estar sendo investigados pelo CNJ sem que ele e nem a Corregedoria do Tribunal saibam quem são. “Tive acesso a peças que mostram que o CNJ solicitou informações, inclusive, junto ao Banco Central. Deve-se investigar. Porém, a quebra de sigilo somente deve e pode ocorrer mediante decisão judicial. É uma garantia de qualquer cidadão”, afirmou.

Há informações de que um relatório enviado ao Conselho Nacional de Justiça sem citar nomes nem CPFs de servidores do Judiciário, aponta que nos últimos dez anos, foram feitas movimentações atípicas no valor de R$ 855 milhões por 3.426 funcionários do Poder Judiciário ou pessoas que lhes são próximas.

O Presidente do Coaf deixou claro que o fato de um servidor constar no relatório não quer dizer que ele tenha cometido um crime. “Isso apenas significa que ele praticou uma movimentação financeira fora do padrão ou dentro de critérios estabelecidos que exigem a comunicação automática da movimentação. O que posteriormente pode se verificar que se trata de uma movimentação legal, ou não”, explicou. Há notícias de que um dos servidores apontados pelo Coaf movimentava dinheiro de uma casa de câmbio e outro em que o servidor seria cônjuge de uma pessoa que vendia títulos públicos falsificados. Os dois casos já foram encaminhados ao Ministério Público e à Polícia Federal. Nesse documento são citadas situações consideradas suspeitas, como o caso de três pessoas, duas delas vinculadas ao Tribunal da Justiça de São Paulo e uma do Tribunal de Justiça da Bahia, terem movimentado R$ 116,5 milhões em um único ano, 2008. Segundo o relatório, em 2002, “uma pessoa relacionada ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região”, no Rio de Janeiro, movimentou R$ 282,9 milhões.

Onde há fumaça há fogo. Não é possível que num poder tão respeitado como ainda é o Judiciário, a sociedade não possa saber quem movimentou ilegalmente ou desviou mais de um bilhão de reais, em apenas 10 anos. Doa a quem doer, mas o Conselho Nacional de Justiça e as Eliane Calmon da vida, devem continuar investigando e denunciando juízes, Desembargadores, Ministros e funcionários do Poder Judiciário.

Gonzaga Patriota é Contador, Advogado, Administrador de Empresas e Jornalista. Pós-graduado em Ciência Política, Mestre em Ciência Política e Políticas Públicas e Governo e Doutorando em Direito Civil pela Universidade Federal de Buenos Aires, na Argentina. É Deputado desde 1982.

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Aline Benevides 
Assessoria de Comunicação - Deputado Federal Gonzaga Patriota (PSB/PE)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Gonzaga diz que PSB pode apoiar Odacy Amorim


 O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) deu sinais de que pode abrir mão de uma nova candidatura a prefeito de Petrolina em prol da unidade da Frente Popular do governador Eduardo Campos. O parlamentar admitiu, ontem, durante confraternização, em Petrolina, que a disputa para 2012 mostra um cenário diferente de outras eleições.

Gonzaga falou para a imprensa local que foi candidato em 2000, quando recebeu a missão de reerguer o partido. Em 2004 e 2008 também concorreu, mas com dificuldades. Agora, alegou não ter tanto apoio, já que “não tem mais o livro de atas do PSB debaixo do braço”. O poder de outrora ficou reduzido em virtude da dissolução do diretório municipal, justificou.
Gonzaga ainda explicou que o partido não descarta seu nome, nem os demais que estão no páreo, fazendo referência a Fernando Bezerra Coelho Filho e Ranilson Ramos. Também informou que o partido também pode apoiar o candidato do PT, Odacy Amorim, que trocou recentemente do PSB pelo PT












Fonte:MagnoMartins

Gonzaga Patriota é prestigiado pela imprensa regional em confraternização


O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE), líder da Bancada do Nordeste, reuniu profissionais da imprensa, na noite dessa quarta-feira (21), para a tradicional confraternização de final de ano.
Realizado no restaurante Bode Assado do França, em Petrolina, o evento contou com profissionais de emissoras de rádio, jornais, e portais de internet. A festa foi regada a muita descontração entre os que fazem a imprensa local e serviu para encontros de colegas de diferentes veículos de comunicação. O evento também teve a presença de correligionários e assessores do deputado.
A imprensa compareceu em peso, entre os convidados estavam o radialista Edenevaldo Alves (Rádio Petrolina FM) Claudio Farias (Voz do São Francisco), Karine Paixão, Neya Gonçalves e Paula Theotonio (Grande Rio FM); Regiane Alves, Eliane Lima (Ponte FM); Francisco José (Grande Rio AM), Vera Lúcia Medeiros, Wellington Alves (Folha do São Francisco), Blog do Ranilson Viana; entre outros.
Durante a confraternização Gonzaga Patriota destacou a importância da imprensa. “A razão desse encontro é agradecer a todos que contribuíram e colaboraram, este ano, na divulgação do trabalho parlamentar. A Imprensa tem papel fundamental na construção de uma sociedade cada vez mais democrática”, disse Gonzaga Patriota 








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