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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Detento é diagnosticado com meningite em penitenciária da BA


 
A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia informou que um presidiário foi internado e diagnosticado com meningite no Hospital Couto Maia, na madrugada desta quinta-feira, em Salvador. O detento Eduardo Neri dos Santos teria contraído a doença na própria Penitenciária Lemos Brito (PLB).
Segundo o diretor financeiro do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado da Bahia (Sinspeb-Ba), João Santana dos Santos, o preso tem aproximadamente 35 anos e foi levado inicialmente aos hospitais Roberto Santos e Mário Leal depois de passar mal. Como a doença não havia sido detectada, voltou para o complexo penal, onde foi atendido na Central Médica Penitenciária. A médica de plantão teria detectado os sintomas de meningite e então encaminhado o preso para o Hospital Couto Maia.
João Santana afirmou ainda que Eduardo dividia cela com mais seis presos no pavilhão 3 e que dois deles já apresentam sintomas de meningite, mas até as 13h não haviam sido atendidos. A assessoria de comunicação da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) negou a existência de outros presos com sintomas e informou que todos que tiverem traços da doença serão devidamente atendidos.
De acordo com a Sesab, o estado de saúde do preso é estável, mas não há previsão de alta. O órgão informou também que há recomendação de profilaxia para as pessoas que mantiveram contato com ele. A Seap, contudo, negou a recomendação de profilaxia, mas informou que mesmo assim o procedimento será realizado. Este ano 72 pessoas já morreram, vítimas da doença, na Bahia.
















Fonte: Terra

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Milhares de brasileiros têm hepatite C, mas desconhecem a doença




  

Os brasileiros já ouviram falar em hepatite C? “Já, mas não tenho informação tão aprofundada sobre isso”, disse o operador industrial Wagner Leão. “Eu ouvi falar muito pouco da hepatite C. Na verdade, nunca me interessei muito em saber", alegou a autônoma Simone Carneiro.
Respostas como essas foram as mais ouvidas em uma pesquisa feita em 11 capitais brasileiras. Ao todo, 51% das pessoas entrevistadas não sabem o que é hepatite C e 84% nunca fizeram teste para detectar a doença, que pode ser identificada em um simples exame de sangue.
As dúvidas não param por aí. A cabeleireira Meire Silva não sabe como se contrai nem como se trata a doença. “Infelizmente, não", disse. O vírus da hepatite C é transmitido por meio de instrumentos cortantes que são compartilhados, como alicates de unha.
Em um salão em Salvador, todos são lavados e mantidos por uma hora e meia em um aparelho de esterilização. "Desde quando eu comecei a frequentar salões com esse tipo de cuidado, eu aderi e não troco mais", disse a estudante Francine Oliveira.
No mundo inteiro, 170 milhões de pessoas têm o vírus da hepatite C, quase seis vezes mais que o número de infectados pelo vírus da aids. As informações são da Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que um 1,5 milhão de pessoas tenha a doença, mas muitas não sabem.
O presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, que encomendou a pesquisa, lembra que a hepatite C tem 50% de chance de cura se for diagnosticada no início. Segundo Raymundo Paraná, faltam campanhas educativas para evitar o que acontece hoje no Brasil.
"Nós estamos errando muito, não estamos diagnosticando precocemente, estamos deixando os pacientes alcançarem fases avançadas da doença e onerando o sistema público de saúde", alertou o presidente da Sociedade Brasileira de hepatologia, Raymundo Paraná.
No caso de Seu Rômulo, a hepatite evoluiu para cirrose, a formação de nódulos dentro do fígado que dificultam a circulação do sangue. Ele teve de passar por um transplante. "O que eu sofri eu não desejo para ninguém", disse.
Fonte:G1


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Em Pernambuco e no Piauí, sujeira em hospitais aumenta número de casos de infecções


TERESINA e RECIFE - 

O bancário aposentado Antônio Carlos Lustosa, de 70 anos, foi internado num hospital de Teresina, em abril deste ano, com sintomas de dengue. A doença evoluiu para uma pneumonia e, após a internação, Lustosa sofreu um infarto com quadro de edema pulmonar. No terceiro dia, entrou em coma e foi internado na UTI com apenas 10% de chances de sobreviver, garantiam os médicos. Mas o bancário aposentado se recuperou e, sete dias depois, deixou a UTI. Sua filha, Zenaide Lustosa, conta que o pai passou a receber visitas e iniciou a fisioterapia.


- Seu estado era de melhora. Ele requeria cuidados, mas partindo para a recuperação - recorda Zenaide.

Ela conta que, repentinamente, o quadro de saúde de Lustosa se agravou por causa de uma infecção generalizada provocada por uma bactéria.

- A causa de sua morte foi provocada por infecção hospitalar. Naquele momento, o sofrimento é tão grande que não se pensa em responsabilizar o hospital - diz Zenaide, que testemunhou a unidade onde o pai estava internado sendo invadida pela água da chuva durante uma enchente, chegando próxima à UTI.

Zenaide recorda que a infecção generalizada atingiu de forma tão forte seu pai, que os medicamentos ministrados não davam mais resultado. Os casos de morte por infecção hospitalar nos hospitais do Piauí, quase sempre lotados, são cada vez mais comuns. De acordo com a diretora de Vigilância à Atenção Básica de Saúde do Piauí, Telma Evangelista, a Secretaria estadual de Saúde não tem uma comissão para centralizar as ocorrências. Cada hospital possui seu próprio grupo para cuidar da doença.

- A taxa de infecção ainda é muito alta, nem sempre os cuidados para se ter uma situação asséptica necessária para um hospital são tomadas. Além disso, há um uso indiscriminado de antibióticos que faz com que as pessoas não adquiram resistência aos micro-organismos. Isso é um fator importante que contribui para as infecções.

Já em Pernambuco, a Secretaria estadual de Saúde contabilizou 146 casos de infecção hospitalar provocada pela bactéria Klebsiella pneumoniae (KPC), entre outubro de 2010 e julho de 2011, período em que foram registradas 41 mortes possivelmente relacionadas ao micro-organismo. No entanto, só dois óbitos tiveram confirmação oficial de terem sido provocados pela KPC. O surto da infecção atingiu 29 hospitais da região metropolitana de Recife, segundo a coordenadora estadual de Controle da Infecção Hospitalar, Marilene da Silveira Barros.


Fonte:oglobo

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Bebê se salva de doença mamando direto na vaca.


Os pais de um garotinho cambojano estavam desesperados com a doença do filho. Eles não sabiam o que o garoto tinha e não conseguiram ficar apenas olhando enquanto o bebê, de 18 meses, definhava diante dos olhos dele.

Para tentar juntar grana o bastante para pagar um médico decente, eles se mudaram para a Tailândia em busca de trabalho e deixaram o garoto sob os cuidados do avô.

Foi aí que ele encontrou a cura. Na vila de Nokor Pheas, havia uma vaca que havia dado à luz um bezerro recentemente. O bebê viu o bezerro mamando na vaca e achou que poderia fazer igual.

A vaca não reclamou, o avô pensou bem e achou que, já que era só leite, mal não ia fazer e o bebê ia lá, para baixo da vaca, escolhia uma teta e mamava nela, enquanto massageava as outras com as mãozinhas.

Aconteceu que a mamadeira toda fez bem para o garoto. Sua doença regrediu a ponto de nem ser mais notada e, agora, o avô do menino está reduzindo o aleitamento - deixando o garoto mamar na vaca apenas uma vez por dia.

Fonte: R7

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