Mostrando postagens com marcador Correios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Correios. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Duas agências dos Correios são assaltadas em Pernambuco


Duas agências dos Correios foram assaltadas em Pernambuco na manhã desta terça-feira (7). Os crimes aconteceram nos municípios de Jaqueira, na Mata Sul, e em Goiana, na Mata Norte do estado. Segundo informações da Delegacia de Jaqueira, pouco tempo depois da abertura do estabelecimento da cidade, por volta das 8h da manhã desta terça, dois homens armados com uma pistola chegaram à agência em uma motocicleta e anunciaram o assalto.

“Eles levaram R$1.800 e o celular de uma funcionária. O circuito interno de TV da agência registrou as imagens e a Polícia Federal (PF) vai ficar responsável pelas investigações. Ninguém se feriu”, afirmou o comissário Tenório Cavalcanti.

De acordo com aassessoria da Polícia Federal (PF), no centro de Goiana, cinco homens armados invadiram a agência dos Correios, por volta das 13h. Eles renderam os funcionários e os clientes e levaram uma quantia em dinheiro não informada. Ninguém se feriu. Eles levaram também a arma do vigilante. A PF também ficará responsável pelas investigações do caso.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

TST determina fim de greve dos Correios


Trabalhadores dos Correios acompanham julgamento da greve no TST (Foto: Agência Brasil)









O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta terça-feira (11), durante julgamento do dissídio coletivo dos Correios, que a greve da categoria não é abusiva. Entretanto, o tribunal autorizou a empresa a descontar dos funcionários sete dos 28 dias não trabalhados. E determinou a volta ao trabalho a partir de quinta-feira, sob pena de multa.

A decisão representa derrota aos trabalhadores, em greve desde o dia 14 de setembro. O principal entrave para um acordo era o desconto dos dias parados, que os Correios não abriam mão e os grevistas não aceitavam.
Trabalhadores dos Correios acompanham julgamento da greve no TST (Foto: Agência Brasil)


Em seu voto, o relator do dissídio, ministro Mauricio Godinho Delgado, defendeu que os dias parados fossem totalmente compensados com trabalho pelos funcionários, já que a greve não foi considerada abusiva.

Entretanto, a maioria dos ministros votou pelo desconto dos dias parados, total ou em parte, considerando uma jurisprudência do tribunal – que prevê desconto devido à suspensão do contrato de trabalho e, portanto, dos serviços -, além de um pré-acordo assinado na semana passada entre representante dos Correios e sindicalistas.

Na oportunidade, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) aceitou proposta dos Correios de desconto de seis dias parados, em 12 parcelas mensais de meio dia cada, a partir de janeiro. A proposta, porém, foi rejeitada pelos trabalhadores em assembléias.

A proposta aprovada nesta terça-feira pelo tribunal, intermediária, prevê o desconto, de uma só vez, de sete dias e compensação de outros 21. Como os Correios já haviam cortado seis dias dos trabalhadores, referentes a setembro, falta descontar mais um.
O TST fixou ainda o reajuste salarial da categoria em 6,87%, retroativo a 1º de agosto, além de aumento real de R$ 80 com validade a partir de 1º de outubro. Os índices já faziam parte da proposta negociada entre Correios e sindicato.

O secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, disse que não era possível avaliar se a decisão do TST significou prejuízo aos trabalhadores. Ele apontou, entretanto, que o sindicato tinha uma expectativa maior em relação à greve. Silva disse ainda que a decisão deixa uma lição aos trabalhadores.

“O que ficou de recado aos trabalhadores é que é melhor negociar do que apostar no tribunal”, disse Silva, ao final da sessão.
Críticas
Ministros criticaram o impasse na negociação por conta dos dias parados. A vice-presidente do TST, ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, que na semana passada intermediou negociação entre as partes, disse que o sindicato e os trabalhadores “desrespeitaram o poder judiciário, a empresa e a sociedade” ao ignorarem os esforços por um acordo e insistirem no julgamento do dissídio por conta do desconto dos dias parados.

O secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, negou que o movimento tenha desrespeitado o TST.
“A gente não considera que houve desrespeito ao tribunal. A gente tem um rito natural de como conduzir a greve e os trabalhadores. Durante esse período a greve não foi só por questão salarial. Os Correios hoje estão muito difícil de trabalhar”, disse.

Durante o julgamento, o presidente do TST, João Oreste Dalazen, criticou a “obsessão” de parte dos trabalhadores pelos dias parados e afirmou que faltou a eles “razoabilidade e sensibilidade” para que a solução da greve viesse da negociação.

Após a sessão, Dalazem disse que a decisão da greve caminhou para o dissídio por conta de disputas políticas dentro do movimento sindical. De acordo com ele, partidos políticos “de postura mais radical à esquerda” contribuíram para “insuflar” parte do movimento para que não aceitasse as propostas apresentadas. O presidente do TST defendeu ainda uma reforma sindical “urgente” no país.

“O que transpareceu nitidamente neste julgamento foi o descompasso que há entre a cúpula das entidades sindicais e as bases. Um conflito evidente que demonstra a fraqueza, a fragilidade da organização sindical brasileira, que precisa ser passada a limpo com urgência.”

Entregas
De acordo com os Correios, cerca de 185 milhões de correspondências estão atrasadas em todo o país hoje. A previsão é que, retomado o trabalho na empresa, elas sejam normalizadas dentro de uma semana.

Os Correios avaliam que a greve trouxe um prejuízo de cerca de R$ 20 milhões à empresa. Já os custos dos benefícios aos trabalhadores decididos pelo TST devem custar cerca de R$ 800 milhões.
Fonte:G1

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Termina sem acordo encontro entre Correios e grevistas no TST


Terminou sem qualquer acordo o encontro informal entre representantes dos Correios e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), ocorrido nesta segunda-feira (10) no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.
Ao final da reunião, o secretário-geral da Fentect, José Rivaldo da Silva, disse que a proposta já foi rejeitada em assembleia na semana passada e que não vai haver nova consulta aos trabalhadores nesta terça-feira para tentar impedir o julgamento do dissídio.
A reunião era uma última tentativa de acordo antes da votação do dissídio da categoria, marcada para esta terça-feira.
A reunião foi intermediada pelo ministro Mauricio Godinho Delgado, relator do dissídio. Na semana passada, os funcionários dos Correios rejeitaram a proposta de acordo para pôr fim à greve, que teve início no dia 14 de setembro.

Na sexta-feira (7), o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), João Oreste Dalazen, determinou a abertura de dissídio coletivo após a audiência de conciliação terminar sem acordo.

O impasse está no desconto dos dias parados, que os Correios não abrem mão e os trabalhadores não aceitam, e também no índice de reajuste oferecido. A empresa quer descontar seis dias parados dos salários dos grevistas em 12 parcelas mensais a partir de janeiro, mas a proposta foi rejeitada.

A direção dos Correios informou ao ministro que aceita a proposta feita por Dalazen na sexta-feira, que inclui  o pagamento imediato de abono de R$ 800 e aumento real de R$ 60 a ser pago no dia 1º de janeiro de 2012. Os trabalhadores receberiam também reajuste de 6,87% retroativo a 1º de agosto.
O prazo final para que a Fentect dê uma resposta vence às 14h desta terça-feira. Se não houver acordo, o dissídio começa a ser julgado às 16h.




Fonte:G1

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Saiba como pagar contas durante a greve dos Correios e dos bancários


Os bancários entraram em greve nesta terça-feira (28) em todo o Brasil. Na mesma data que a paralisação dos Correios completa 15 dias. Por isso, o consumidor deve ficar atento para não ser cobrado de eventuais encargos e evitar que seu nome seja enviado aos serviços de proteção ao crédito.

O Procon-PE recomenda que os consumidores entrem em contato com as empresas antes do vencimento da fatura e solicitem outros locais e formas para efetuar o pagamento. As empresas devem disponibilizar outros meios para quitar os dividendos como internet, débito em conta, código de barras, sede da empresa ou casas lotéricas.
A emissão de boleto não pode ser cobrada, de acordo com norma do Banco Central (Resolução 3.693/09). A cobrança de boletos é considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor, pois as despesas relacionadas à produção da fatura não podem ser repassadas para os consumidores.

Caso o fornecedor não ofereça alternativas, o consumidor deve documentar esta tentativa de pagar o débito, podendo registrar uma reclamação contra a empresa no 
Procon.


Fonte:360Graus

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Greve dos Correios para Sedex.


A greve dos funcionários dos Correios já prejudicou 17% das entregas diárias – 5,3 milhões de objetos, que estão parados. Serviços como Sedex 10, Sedex Hoje e Disque-Coleta, que têm prazo para entrega, estão suspensos por tempo indeterminado. As demais postagens continuam a acontecer, mas a entrega pode atrasar por dias.

Segundo o presidente da empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira, a paralisação teve até o momento adesão de 32% dos 109 mil funcionários. A greve foi iniciada nesta quarta-feira (14) e, segundo o diretor da Federação dos Trabalhadores dos Correios, José Gonçalves de Almeida, somente acabará após o fim das negociações salariais. O presidente dos Correios, entretanto, assegura que somente negociará quando os funcionários voltarem a trabalhar.

Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de R$ 400, reajuste no vale-refeição, contratação de 21 mil trabalhadores em todo o país e pagamento de perdas salariais, dentre outras propostas. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou nesta quarta-feira (14) que não haverá prorrogação de prazos de pagamentos de cobranças não recebidas em função da greve.

Fonte: Gazzeta

Capa de Jornais

Seguidores

Eventos e Premiações

Leia mais...

Arte e Cultura

Leia mais...

Educação

Leia mais...

Polícia

Leia mais...

Transito

Leia mais...