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sábado, 7 de abril de 2012

Ledo Ivo constrói monumento em praça de Petrolina


O artista plástico Ledo Ivo vem trabalhando em uma nova obra na praça Pio XI, em Petrolina. Chamado de Memorial  dos Pracinhas, a estátua é uma homenagem aos brasileiros que participaram da batalha de Monte Castelho, na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial.

A obra deve ser concluída no dia 6 Junho. Nesse data comemora-se o Armistício da 2º Grande Guerra. A estátua foi inspirada no Iwo Jima Statue, criada nos Estados Unidos  para referenciar os marines mortos em combate desde o ano de 1775.

 Ledo Ivo ficou famoso por ter construído, dentre outras peças, o Nego d´ Água, próximo a margem juazeirense do rio São Francisco. Na sua atual criação, o escultor trabalha com pedra calcária, cimento armado e resina acrílica.









Fonte: Blog do Banana

segunda-feira, 19 de março de 2012

O artista Plástico Ranilson Viana Homenageia o dia do Artesão



Hoje 19 de março, dia do Artesão, o Programa Panorama Sua Revista Diária apresentado por Genival Ferreira na Rádio Ponte FM- 91.5, Fez uma homenagem a esses profissionais que tem como instrumento de trabalho as mãos e a criatividade, em entrevista concedida ao programa o artista Plástico Ranilson Viana contou  um pouco do trabalho de um artesão e como é importante o apoio e o incentivo a esses profissionais.

Lembrou também  do trabalho da grande artesã  Ana das Carrancas, e o significado da mesma na região.

Quero apenas deixar à todos vocês que trabalham com as mãos e com a criatividade, o meu mais sincero parabéns,  Pois é um dom recebido de  Deus”.

Ranilson Viana.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Barro e madeira ganham vida pelas mãos de artesãos de Petrolina


A cidade de Petrolina, em Pernambuco, fica às margens do Rio São Francisco e desfruta de paisagens naturais ricas e marcantes, que servem de inspiração para artistas de toda a região. Junto com Juazeiro, na Bahia, a cidade forma o maior aglomerado urbano do semiárido nordestino, segundo dados do Censo 2010. Essa característica atraiu, ao longo dos anos, migrantes de toda a região em busca de melhores condições de vida. Para aqueles em que o talento artístico se manifestou, a Oficina do Artesão Mestre Quincas serviu como ponto de partida para abraçar o artesanato como forma de sobrevivência.

Roque Santeiro (Foto: Katherine Coutinho / G1)



A oficina existe há 22 anos e reúne artesãos que trabalham com madeira, tecido e também pintura. É um espaço democrático, coordenado com a doçura e a firmeza de uma mãe por Maria da Paz Araújo, 68 anos. Há 55 trabalhando com bordado e costura, Da Paz, como é chamada, foi uma das primeiras artesãs do espaço. “Eu morava em Souza, na Paraíba, quando fiquei viúva. Tinha cinco filhos para criar”, relembra.

A vida acabou levando-a até Petrolina e o artesanato vem sendo seu sustento desde então. “Hoje, me sinto realizada de ver quantas famílias sobrevivem da arte aqui nesse espaço”, conta. A oficina foi fundada por um grupo de 40 artesãos que se mobilizaram para criar, na cidade, um espaço para trabalhar e expor sua arte.

No começo, as peças não podiam ser vendidas no local, que era apenas para produção das obras, mas os artistas conquistaram o direito a comercializar seus produtos lá mesmo. Só que para poder vender na oficina, Da Paz avisa: tem que ter preço e qualidade. “Eu sou firme no meu trabalho, temos que zelar por nosso nome”, defende.

O espaço reservado para os artesãos de madeira é dividido em nove áreas, onde cada um trabalha em suas obras. Roque Gomes da Rocha, o Roque Santeiro, foi um dos que encontrou na oficina um lar e no São Francisco, uma inspiração. “Eu vim de Afrânio [cidade vizinha], com 15 anos, para estudar aqui em Petrolina. Tive que fazer um trabalho sobre o São Francisco e então conheci as carrancas”, relembra Roque.


Depois disso, o então estudante procurou um artesão e começou a trabalhar lixando as peças, até aprender a fazê-las. “Trabalhei dez anos com carrancas, mas eu queria mais. A missão do artista é fazer algo que ninguém nunca fez”, acredita. A partir daí, Roque se encantou com a arte sacra, que lhe rendeu o nome pelo qual hoje é conhecido.

Defensor de que o maior mestre da vida é a necessidade, Roque sabe que a vida de escultor não é fácil, mas ao longo dos anos conquistou seu espaço e uma parede inteira de fotos, certificados e locais por onde já passou. “A emoção de um escultor é realizar um sonho, eu venho realizando o meu”, filosofa.


A necessidade foi o motivo que levou José Nildo da Silva a deixar o Crato, no Ceará, em busca de emprego nas lavouras de Petrolina. Porém, não era ser agricultor que Nildo, como assina suas obras, queria ser. “Desde criança eu fazia brinquedos para mim e meus irmãos. Eu já estava há cinco anos trabalhando como agricultor, quando me disseram que eu seria acolhido aqui no Mestre Quincas. Me encontrei aqui e resolvi sobreviver da minha arte”, explica.

Fazendo de tudo um pouco, as obras de Nildo passam pelas tradicionais carrancas, fauna e flora da região, mas um dos xodós do ex-agricultor são os brinquedos, em especial carros e aeronaves em miniatura, que respeitam proporções e modelos. A riqueza de detalhes dos trabalhos impressiona. “Tem colecionador que me procura”, conta, orgulhoso. Outro trabalho são as representações de São Francisco. “Eu busco retratar diferentes fases da vida dele, pesquiso bastante. Tento fugir do cotidiano”, ensina.


Uma das coisas que a oficina preza, e isso com o olhar atento de Da Paz, é a questão da sustentabilidade. Nada se perde, tudo se reaproveita, inclusive madeiras não aproveitadas em obras. “Aprendemos a saber a reconhecer as madeiras e saber como cuidar delas. Não queremos que ninguém saia daqui dizendo que comprou algo que veio com cupim”, avisa Nildo.

Os visitantes da Oficina do Artesão Mestre Quincas têm a oportunidade de acompanhar o trabalho dos artesãos, fazer encomendas e negociar as peças diretamente com seus autores. O local funciona de segunda a sábado, de 8h às 18h, e aos domingos, com agendamento.

Ana das Carrancas
Outro ponto onde se pode conhecer a arte produzida em Petrolina é o Centro de Arte Ana das Carrancas, que conta a trajetória de Ana Leopoldina Santos, mais conhecida como Ana das Carrancas, falecida em 2008. A artista é conhecida pelas carrancas de barro, com olhos vazados, uma referência ao marido cego.

A história que se conta é que Ana teria recebido, às margens do rio São Francisco, um sinal divino de que seu futuro estava no barro. “Conta-se que ela foi até o prefeito pedir autorização para tirar barro do leito do rio”, conta o pesquisador Aroldi Araújo Benvindo.

São várias as versões que explicam a figura da carranca, a principal delas carregada de lendas: o que a história oral conta é que, colocadas nas proas das barcas, serviam de proteção para os barqueiros, viajantes e moradores contra os perigos do Rio São Francisco. Os olhos esbugalhados e as bocas escancaradas conseguiriam, então, espantar as criaturas do rio, que voltavam para seus esconderijos.

O ateliê produz e comercializa peças de barro, especialmente as carrancas de olhos vazados, e também em cerâmica. As filhas de Ana, Ângela Lima e Maria da Cruz, cuidam do espaço, que recebe visitas apenas com agendamento, de segundo a sábado, das 8h às 12h e das 14h às 18h, pelo telefone (87) 3031-8319.

Nas águas do São Francisco

Quem vai fazer turismo em Petrolina não pode deixar de lado o Rio São Francisco, é claro. A Ilha do Rodeadouro, localizada a cerca de 15 quilômetros do centro do município, é um dos principais pontos de lazer da cidade. A praia conta com areias finas e águas claras e rasas, sendo acessível apenas de barco.

Uma das formas de chegar até a ilha é pela Travessia do Juarez, na estrada Petrolina-Tapera, próximo ao quilômetro 12 da via, ao lado do restaurante Carranca Gulosa. Quem coordena a travessia é o próprio Juarez Coelho de Amorim, que organizou o transporte há 18 anos e, hoje, dispõe de três três barcos para a atividade. “Esse é um trabalho que faço com muito amor”, explica Juarez.

Os barcos fazem o percurso em apenas cinco minutos, funcionando de 8h às 18h, todos os dias. Ida e volta custa apenas R$ 3. “Os barqueiros não moram perto, por isso a gente precisa encerrar no pôr do sol”, explica Juarez.

Ilha do Rodeadouro - Petrolina (Foto: Katherine Coutinho / G1)
Chegando à ilha, o visitante encontra diversos bares e pequenos restaurantes na beira do São Francisco, onde pode passar o dia aproveitando as águas frescas do rio. “Adorei isso aqui, é muito bonito, bem estruturado”, conta Marta Soares, que veio de Tabatinga (AM) para aproveitar à tarde às margens do Velho Chico.


Para combater a quentura do chão, mangueiras molham, ao longo dia, os caminhos para os visitantes da ilha, que tem 4 quilômetros de diâmetro. Uma das frequentadoras assíduas é Carolina Botelho, moradora de Petrolina. “Eu fico sonhando com o sábado para vir para cá”, diz, entusiasmada.

Outro passeio no São Francisco é Ilha do Fogo, localizada entre as cidades de Juazeiro e Petrolina. Arborizada, ela conta com frondosas mangueiras que servem de sombra para os visitantes. A vista é privilegiada: mirantes voltados para os dois lados descortinam as cidades e o rio.

A praia voltada para Juazeiro conta com areias claras, onde moradores aproveitam para aplacar o calor nos finais de semana. “Petrolina é muito agradável, mas é muito calor”, afirma Laís Pereira, que veio de Salvador curtir o final de semana na cidade. “A vista daqui é maravilhosa, você vê o melhor das duas cidades”, acrescenta Vicente Dantas, amigo dela, de Camaçari, também no estado vizinho.

Juntinho do rio, a orla de Petrolina conta com bares, restaurantes, bancos 24h, ciclovia, pista de caminhada e parque para as crianças, distribuídos por 2,2 km abertos ao público. A maior movimentação acontece a partir das 17h.

Um dos espaços da orla é a Porta do Rio, que oferece uma bela vista para a Ponte Presidente Dutra, que liga a cidade a Juazeiro, e para o deslumbrante pôr-do-sol do Sertão, além de contar com bustos de personalidades nordestinas, como Frei Damião, Padre Cícero, Luiz Gonzaga, Antônio Conselheiro, Maria Bonita e Lampião. Barcas que fazem a travessia para Juazeiro e passeios pelo rio também ancoram na orla e cobram entre R$ 30 e R$ 90, dependendo do percurso e da duração da viagem.

Ilha do Fogo - Petrolina (Foto: Katherine Coutinho / G1)Na Ilha do Fogo, nativos e turistas curtem as águas claras do Rio São Francisco (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Fonte:G1

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Prefeito Julio Lossio faz o lançamento do Programa de artesanato “Cria! Petrolina”


Artesãos de Petrolina e de várias cidades da região do Vale do São Francisco lotaram o auditório do Sest/Senat para conhecer o Programa de Artesanato “Cria! Petrolina”, lançado na manhã de hoje (18) pelo prefeito Julio Lossio. O programa tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da atividade artesanal na região através da formação, profissionalização, qualificação, geração de renda e acesso ao mercado de trabalho desses profissionais. Além do lançamento do programa, os artesãos puderam assistir às palestras: “Perspectivas para o conceito de artesanato e o seu consumo”, com a Professora da Univasf, Emanuela Lins e “Estratégia de comercialização do artesanato para megaeventos: copa 2014 em Pernambuco”, ministrada pelo consultor de artesanato do Sebrae, Tibério Tabosa. Estiveram presentes na abertura do programa o vice-prefeito Domingos Sávio Guimarães, incentivador do “Cria! Petrolina” - juntamente com a professora Esmelinda Amorim; a Superintendente de Cultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Cultura, Turismo e Eventos do município, Roberta Duarte; o Gestor do Sebrae em Petrolina, Helder Gomes; o diretor do Sest/Senat, Marcílio Cavalcanti e a diretora da Mathias Feiras e Eventos, Maria Mathias, todos parceiros do programa. Os representantes das instituições parceiras assinaram o protocolo de intenções que farão parte do Programa “Cria! Petrolina”.

Dentre os trabalhos a serem executados pelos parceiros, destacam-se: valorizar a identidade cultural, atuando como agente integrador das políticas públicas, sem se afastar de sua história, hábitos e costumes; Capacitar e aperfeiçoar 3.000 artesãos; Integrar à sede do município as regiões Ribeirinhas, Irrigada e de Sequeiro, respeitando cada vocação local; Fortalecer os núcleos de artesanato, Centro de Artesão e Pontos de venda artesanal, entre outros. “O programa partiu do gestor Julio Lossio que solicitou ao vice-prefeito Domingos Sávio um projeto que contemplasse os artesãos do município, já que Petrolina tem uma quantidade grande de profissionais que se destacam fora da cidade”, afirmou Roberta Duarte.

Após o lançamento, os parceiros do programa irão se reunir para definir quais serão as primeiras ações realizadas para que os interessados se inscrevam e participem. “Este programa vai ajudar a nos organizar economicamente e comercialmente, porque todos trabalham muito bem, mas têm dificuldades de vender por desconhecer o mercado”, destacou a artesã Eliane Targino, que há mais de 20 anos trabalha com artesanato na confecção de bonecas de tecido e palha de bananeira.

O “Cria! Petrolina” apresenta como eixos de ação: mobilização e comunicação, mercado e logística, organização da associação, melhoria da qualidade, articulação, quantificação, investimento e gerenciamento. Partindo dessas diretrizes os artesãos terão sua atividade qualificada e projetada. “O nome 'Cria! Petrolina' é um chamamento para que os artesãos produzam cada vez mais produtos que caracterizem nossa região. É um programa que também visa preparar os artesãos para serem os grandes vendedores dos seus produtos e possam agregar valor ao que fazem. Além disso, pretendemos inserir o Banco do Empreendedor neste programa para que os artesãos possam contar com um suporte para comprar os materiais que necessitam para sua atividade”, explicou o prefeito Julio Lossio.

O programa “Cria! Petrolina” é realizado em conjunto com a ação de preparação do setor de artesanato para a copa de 2014 do Sebrae de Petrolina e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, Universidade do Vale do São Francisco – Univasf, Instituto Federal do Sertão Pernambucano – IF Sertão-PE, Sest/Senat, SENAI, SENAC, Fundação Nilo Coelho, Mathias Feiras e Eventos; 72º Batalhão de Infantaria Motorizado BI-MTZ, Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco - CODEVASF, Governo do Estado de Pernambuco, através da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – AD-Diper e Governo Federal.





Texto: Cíntia Sacramento 
Foto: Gilson Pereira 
Assessoria de Comunicação Soci

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Abelardo recebe título de cidadão do Recife


Justa homenagem. O artista Abelardo da Hora, natural de São Lourenço da Mata,  receberá, nesta quinta-feira (3), o título de Cidadão do Recife, por proposição do vereador Rogério de Lucca (PSL). A entrega ocorrerá às 15h, no plenário da Casa José Mariano. Abelardo é um dos ícones das artes plásticas do Estado, com mais de 1,8 mil obras produzidas, entre esculturas, cerâmicas, desenhos e tapetes. Quem não conhece suas famosas mulheres-objeto?
























Fonte:MagnoMartin

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Fases é o tema da exposição do juazeirense Jorge Saraif


Um registro de várias Fases, como o próprio artista sugere ao tema, numa referência ao período em que viveu em Portugal (1987 a 2011), trazendo experiências que lhe permitiram aprimorar traços e pinceladas a favor do próprio crescimento perante seu mundo artístico. Uma “Salada Pictórica” define o trabalho do juazeirense Jorge Saraif, que traz para o Museu Regional do São Francisco, a partir deste dia 28 de outubro, toda obra produzida nesses anos em que esteve radicado em Lisboa.






Saraif apresentará na exposição, um trabalho marcado principalmente pela pintura de cavalete, na técnica de óleo sobre tela, embora tenha ele incursionado pela aquarela e também experimentado a execução de painéis em azulejo.

As produções dos momentos iniciais na Casa Portuguesa, dão à tônica e evidenciam o seu interesse pelo essencialmente humano e crescimento interior de cada um em beneficio de todos. Seu campo de interesse é traduzido através de uma temática variada, rica em alternativas, sustentando-se em um tratamento formal, cuidadoso e crescente apuro técnico, perceptível em cada fase e bloco de obras componentes da presente mostra. “São quadros de chegada, retratando a paisagem local, os logradouros, as igrejas, os palácios, a beleza, a suntuosidade impactados por uma crítica social velada, sutil, que permeia toda a obra, evidenciando influências e convicções”, revela Saraif.

A exposição, que tem o apoio da Prefeitura de Juazeiro, além de revelar o olhar deste artista pelas ruas e vidas de Lisboa, será um convite irrecusável aos olhos dos curiosos, e de todos os apaixonados pela arte em tela. O público poderá conferir o trabalho a partir das 19h desta sexta-feira, e a mostra ficará no Museu até Janeiro de 2012.











Fonte:Gazzeta

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Museu do Sertão recebe exposição fotográfica ‘Soils & Arts’


Com o objetivo de popularizar a ciência na temática da educação ambiental, o Museu do Sertão, em Petrolina, está abrigando a exposição de fotografias, produzidas por professores da Univasf (Carmem Suzzie, Marcus Ramos e Maria das Graças de Vasconcelos), intitulada: 'Soils & Arts'.

O projeto pretende demonstrar as funções do solo como na produção de alimentos e fibras, qualidade da água e sustentação de obras civis, dentre outras, levando à compreensão da sua natureza, seu equilíbrio frágil e sua essencialidade. A exposição iniciou no dia 22 de setembro e segue até a próxima segunda-feira (31). A entrada é gratuita e a visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h e sábados, domingos e feriados das 8h às 12h e das 14h às 18h.
“Pretendemos realizar iniciativas como esta, visando ampliar o fluxo de visitantes do Museu, proporcionando frequentes novidades e contribuindo para a educação através da arte”, destacou a Superintendente de Cultura, Roberta Duarte.










Fonte:gazzeta


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