Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Animais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Animais na pista aumentam risco de acidentes na PE-01

Três cavalos circulam livremente pela Avenida Cláudio Gueiros Leite / Foto: Vandoci Dantas/Voz do Leitor


Esta semana presenciei uma cena em plena PE-01, (Avenida Claudio Gueiros Leite), no litoral de Paulista. A foto mostra três cavalos caminhando lentamente, congestionando o  trânsito e pondo em risco pedestres e motoristas numa via de tráfego intenso.
Por sorte, pareciam bem treinados, pois passaram na lombada eletrônica na velocidade compatível. Tem sido comum vivenciarmos essas cenas, tanto no calçadão do Janga, na PE-22, quanto em outros locais.
Fica a nossa dúvida: Será que pertencem a um particular ou fazem parte da "frota" do município?
Se os gestores de Paulista souberem vão tomar providência ou pelo menos prometer.











Jc

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Animais vivem em terreno baldio na vila eulália em Petrolina


Na vila eulália em Petrolina, o que era pra ser uma casa, virou um verdadeiro chiqueiro de animais. Animais vivem soltos em um terreno, colocando em risco a vida das pessoas e não existe fiscalização alguma. A moradora Lúcia reclama da fedentina que incomoda a toda população que mora próximo, ela também fala que não só os moradores mais como quem passa na rua se sente intimidada pelo animais.

Onde estão as autoridades diz a moradora revoltada.



sábado, 5 de novembro de 2011

Univasf realiza Projeto Cão Amigo em Petrolina




Atividades como encenação teatral, pintura, oficina de música e distribuição de material educativo serão disponibilizadas para alunos com idades entre cinco e oito anos de três escolas municipais de Petrolina, dentro do projeto “Cão Amigão”, desenvolvido por professores e alunos da Universidade Federal do Vale do São Francisco.
A ideia é mostrar aos pequenos estudantes a importância de cuidar do animal de estimação quando ele é adquirido. Com o trabalho de conscientização, os organizadores do projeto esperam auxiliar na redução  da disseminação de doenças e animais abandonados nas ruas.
"O nosso principal intuito é fazer com que as crianças pensem antes de ter um cão, conscientizando-as de que estão adotando uma vida. A expectativa é contemplar estes alunos e possibilitar com que eles repassem à comunidade o que aprenderão sobre assuntos como a adoção de bons hábitos de higiene com os animais, que podem evitar, por exemplo, a transmissão da leishmaniose", enfatiza a coordenadora do projeto e professora do curso de Medicina Veterinária da Univasf, Keila Batista.
O projeto inicia na escola Luiza de Castro, no bairro João de Deus, zona oeste da cidade, este fim de semana. Os integrantes da iniciativa têm agendado ainda mais duas atividades: no dia 19, no CAIC e no dia 26 na escola Walter Gil, no bairro do Mandacaru. Mais de cem pessoas entre professores e alunos estão envolvidos no projeto.
Fonte: NE10

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Matéria do leitor ...Transito


Á cem anos, através do Decreto nº. 8.324 de outubro de 1910 iniciou-se no Brasil a primeira legislação de trânsito. Neste decreto os condutores eram ainda chamados de motoneiros, exigindo o Art. 21 que se mantivessem constantemente senhores da velocidade do veículo, devendo diminuir a marcha ou mesmo parar o movimento todas às vezes que o automóvel pudesse ser causa de acidente.


A Semana Nacional do Trânsito acontece anualmente, entre os dias 18 e 25 de setembro, desde que foi instituído o Código de Trânsito Brasileiro, em 1997. A comemoração é obrigatória para todos os órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito, que devem criar eventos e promover campanhas educativas em todo o território brasileiro.
A violência no trânsito é a resposta ao grande individualismo em que se vive. Todos acreditam ter direito sempre: se está pedestre, crê ter direito a usar a via para fazer as caminhadas; se está condutor ou condutora, acha que pode desobedecer ao semáforo recém-fechado para chegar ao local desejado o mais depressa possível.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE publicou que 14,5% da população brasileira são portadores de alguma deficiência. Aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas apresentam algum tipo de deficiência ou incapacidade. São pessoas com ao menos alguma dificuldade de enxergar, ouvir, locomover-se ou alguma deficiência física ou mental. Valores que correspondem a 1.416.060 de deficientes físicos, 16.644.842 de deficientes visuais, 5.735.099 de deficientes auditivos e 7.939.784 com deficiências motoras, uma grande parte desses, vítimas de acidentes de trânsito.
Segundo o setor da entidade de seguros com acidentes de trânsito, o Seguro DPVAT, mais de 60% das indenizações pagas no último ano foi destinado às vítimas de acidentes envolvendo motociclistas.
Atualmente, registram-se no planeta, mais de um milhão e trezentos mil mortes por ano e, milhões de pessoas feridas, algumas incapacitadas permanentemente, atingindo de forma majoritária aquelas na faixa etária de 15 a 44 anos de idade, significativa parcela produtivas da sociedade. Desses, mais de trinta mil são brasileiros. Segundo relatório da Organização Mundial de Saúde, as perdas provocadas pela violência do trânsito representam uma das maiores preocupações da entidade, caracterizando-se como um problema de saúde pública com proporções epidêmicas.
Blog do Deputado Federal GONZAGA PATRIOTA (PSB/PE)
Comentários:
T
odos os dias muitos Brasileiros, Pernambucanos perdem suas vidas nas estradas deste pais e deste estado vitimas de acidentes de transito provocados por animais soltos as margens das BRS, já existe Pernambuco esforço do deputado Odacy Amorim no sentido de criar abrigos para estes animais, gostaríamos que mais pessoas se unissem a esta causa para que se tivesse um empenho maior por parte das autoridades competentes.

 Francisco Luiz

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Farinha de pupunha pode ser usada na alimentação humana

O uso de frutos da pupunha para alimentação humana e ração animal será tema de uma das mesas-redondas programadas para o 1º Seminário Brasileiro da Pupunheira (Simbrap), que será realizado de 27 a 30 de setembro no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães, em Ilhéus, a 433 quilômetros ao sul de Salvador. O evento reunirá especialistas e pesquisadores nacionais e estrangeiros, além de produtores e representantes da cadeia produtiva da pupunha – palmito, frutos e madeira do estipe da pupunheira.

Organizada pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado da Bahia (Seagri) e Fundação Pau Brasil, o evento é apoiado por instituições públicas federais, estaduais, municipais e do agronegócio palmito-pupunha. A expectativa de público é estimada em 400 pessoas, já que o seminário está aberto a universitários dos cursos de Agronomia, Zootecnia, Biologia, Nutrição, Medicina e Medicina Veterinária, dentre outros.

Ao todo, 28 palestras com pesquisadores convidados e 10 apresentações orais na área temática palmito, frutos e madeira serão proferidas, segundo a coordenadora do 1º Simbrap Maria das Graças Conceição Parada Costa Silva, pesquisadora da Ceplac no Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec). Além disso, haverá exposição de 28 pôsteres com trabalhos técnicos e o lançamento do livro “Palmeiras para Produção de Palmito”, organizado pelo pesquisador da Embrapa Álvaro Figueiredo, com a participação de Cirino Corrêa Junior e Edinelson José Maciel Neves.

No Sul da Bahia, as plantações de palmito se estendem desde Itaji, no sudoeste, a Belmonte, no litoral. O que limita a expansão de cultivos é escassez de sementes. Atualmente há entre quatro e cinco mil hectares de pupunha na Bahia. Em 1982, a Ceplac recebeu as primeiras sementes de pupunha para fins de pesquisa na Estação Experimental Lemos Mais, no município de Una.

Naquela época, o palmito de pupunha não estava em evidência porque a preferência era pelo palmito de juçara ou de açaí, nativos e de extrativismo. Mas agora o de juçara só pode ser colhido se tiver Plano de Manejo, caso contrário é crime por estar na lista de espécies em extinção. O que se pode aproveitar é o fruto para produção de polpa à semelhança do açaí. O preço por haste colhida para produção de palmito de pupunha varia entre R$ 1,00 e R$ 1,50 e o agricultor pode colher até 10 mil hastes por hectare, a partir do segundo ou terceiro corte da palmeira.

A massa da pupunha é rica em betacaroteno e carboidratos, sendo alimento rico e de primeira qualidade. Apesar da falta de tradição de consumo do fruto, o uso experimental da farinha de pupunha começa a ser desenvolvido, a partir de um tratamento adequado, com o aproveitamento desse alimento para se produzir tudo o que se faz com o milho, a exemplo de mingaus, bolos, biscoitos, e sucos.

O Centro de Pesquisas do Cacau da Ceplac realiza pesquisa conjunta com a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) para aproveitamento da farinha de pupunha na alimentação de frangos, enriquecendo a ração animal, a exemplo de experiências com o uso de frutos, já em andamento na Costa Rica. Com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano), se estuda a silagem de frutos e o processamento da pupunha para fabricação de amido, para uso em pães e biscoitos.  

As inscrições para o evento podem ser feitas na página da Ceplac na Internet. O 1º Simbrap conta com o apoio da Embrapa, IF Baiano, Banco do Nordeste, Senar, Sebrae, Seagri, EBDA, ADAB, Bahiatursa, Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), Associação Brasileira de Horticultura, Sociedade Brasileira de Fruticultura, Prefeituras de Camamu, Ilhéus, Itabuna, Una e Uruçuca, Inaceres Agrícola, Coopalm, Palmitos Cultiverde, Grupo Gabrielli, e  Viveiros Flora do Vale.

Jornalista ACS/Ceplac/Sueba
Luiz Conceição

Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)
Assessoria de Imprensa
Fones: (71) 3115-2737 / 2767 / 2794

Animais no asfalto tem solução sim!



As BR federais e Estaduais estão tomadas, contaminadas de animais sendo Cavalos,Jumentos,caprinos,Bois,ovinos e suínos.Sendo que os animais de grande porte a EX. jumento, cavalos e bois que estes sim tem uma propagação maior em busca de alimentos e talvez por ser talvez o local mais quente. vamos a solução:os Governantes compram o arame e as estacas para poderem executarem a obra.

Todas essas margens tem dono então a melhor ideia e cercar novamente e entregar aos seus proprietários.

Tornando-os verdadeiros fiscais coletivos que vão estar atentos a qualquer movimentação estranha. cabe as autoridades Federais,Estaduais e municipal como o também os proprietários das áreas que ficam as margens das estradas.

O Governo Federal toca parte maior,dividindo-se em quatro partes sendo: O Governo Federal fica a parte maior, o Governo Estadual toca outra parte o Município fica a parte menor e o proprietário cabe a ele a parte talvez aí da mão de obra.podem acharem que é difícil mais nada será impossível quando haja interesse coletivo, com uma somente visão salvar as vidas humanas,vidas irracionais.

Eu peço pelo amor de Deus que Assunto Seja tratado com muita delicadeza pois os animais precisam de proteções com igualdades a nós seres humanos.essa vai minha bandeira pra lutar com outras pessoas que possam trazer algo de bom para o nosso povão.

GENIVALDO AMORIM COELHO

genivaldo.amorim@ig.com.br

(087) 88040709

Capa de Jornais

Seguidores

Eventos e Premiações

Leia mais...

Arte e Cultura

Leia mais...

Educação

Leia mais...

Polícia

Leia mais...

Transito

Leia mais...